31 de out. de 2006

Reedição da "História da Religião de Israel" de Georg Fohrer

Reedição da "História da Religião de Israel" de Georg Fohrer


 
 
 
FOHRER, Georg. História da religião de Israel. Trad. Josué Xavier. Revisão João Bosco L.Medeiros.São Paulo: Academia Cristã/Paulus, 2006. 544 p.
 
História da Religião de Israel
 
 
 
 
Sinopse:

A reedição da História da Religião de Israel, de Georg Fohrer, é muito bem-vinda. Textos sólidos sobre a história da religião israelita e sua relações com as demias religiões palestinenses ainda são uma lacuna na bibliografia exegética em língua portuguesa. A obra de Fohrer é, assim, uma leitura obrigatória para quem deseja conhecer melhor as crenças, os rituais, os conflitos, os intercâmbios, as instituições da religião do antigo Israel nos tempos bíblicos.

A possibilidade de estudar a religião do antigo Israel com a ajuda desta obra será uma importante contribuição para a pesquisa bíblica em língua portuguesa. Os avanços nas pesquisas não se dão a partir de eternos novos começos, mas a partir de revisões permanentes de hipóteses fecundas à luz dos novos dados, métodos e tendências da pesquisa. Dessa forma, a História da Religião de Israel, de Georg Fohrer, certamente será um estímulo ao aprofundamento de nossos conhecimentos sobre a religião israelita antiga.
 
 
 
 
 
Para ganhar a mesa judaica

Para ganhar a mesa judaica


Para ganhar a mesa judaica, indústria abre seus segredos.

Fazer parte da seleta lista de produtos kosher - consumidos pela comunidade judaica ortodoxa - tornou-se um importante desafio para a indústria de alimentos, mesmo que isso signifique abrir suas portas e segredos industriais. Pepsico, Dr. Oetker, Leite Nilza, Bauducco e Garoto são algumas das empresas que já despertaram para esse nicho de mercado, que atinge também consumidores não-judeus mas extremamente exigentes. 

"O selo kosher é visto como um atestado de qualidade por outras comunidades", diz o vice-presidente de vendas e marketing da Vilma Alimentos, Cezar Tavares. Entrar nesse universo, no entanto, não é nada fácil. Afinal, as empresas precisam revelar aos rabinos todos os ingredientes e fornecedores envolvidos no processo. Caso sejam aprovados, a fábrica ainda tem que receber, a cada ano, uma visita de um religioso para certificar o produto. 


Alimentos kosher também podem exigir mudanças no processo produtivo. Uma das normas mais rígidas estabelece que as linhas de produção sejam radicalmente higienizadas para evitar mistura com resíduos de alimentos não certificados. "Em geral, isso encarece o custo de produção e reduz a produtividade", diz José Ricardo Cicone, gerente de exportação da Garoto. 


A fabricante de leite Nilza, que vende leite kosher pelo dobro do preço do leite comum - cerca de R$ 3,00 o litro - teve que modificar a rotina da sua unidade em Ribeirão Preto (SP) para produzir leite com o selo. Isso porque o processamento desse produto precisa ser feito duas vezes por semana, de manhã, após a lavagem das máquinas, antes que outro leite passe pelo equipamento. 


Outra diferença, segundo o diretor industrial da Leite Nilza, Marcelo Nogueira, é que a fábrica precisa esperar mais tempo pela entrega do leite, ordenhado na presença de um judeu, representante do rabino. Para ter controle sobre a qualidade do leite, os religiosos também se encarregam de escolher a fazenda onde isso acontece. Antes do descarregamento, são feitas orações por cerca de meia hora. 


O leite deve ficar no máximo quatro horas estocado antes do processamento, enquanto o leite comum pode esperar até 48 horas pelo procedimento. Segundo Nogueira, a empresa produz cerca de 50 mil litros de leite kosher por mês, o que representa menos de 1% do volume total da companhia.
A mineira Vilma Alimentos aproveitou que só havia um achocolatado em pó produzido no Brasil com o selo, o Toddy, para entrar no negócio. A empresa obteve a certificação para achocolatados e macarrão em agosto do ano passado. Os produtos estão sendo vendidos inicialmente em Brasília e São Paulo e já existem planos de exportar para Israel, segundo o vice-presidente de vendas e marketing, Cezar Tavares. 


Ele estima que as vendas da Vilma Alimentos aumentarão em 1,2 mil toneladas somente com produtos kosher, o que representa um avanço, ainda que modesto (0,5%), nas vendas. "Passamos a ver este aspecto religioso como uma boa oportunidade de mercado", diz Tavares. Segundo ele, nos Estados Unidos metade da produção kosher é consumida por não-judeus. Só na América Latina, segundo ele, a comunidade judaica é composta por mais de 450 mil pessoas. 


A Vilma Alimentos está tentando certificar outros produtos, mas, por enquanto, enfrenta algumas dificuldades para obter o selo para sopas e refrescos. Um dos entraves é que a sopa leva aroma de carne, e todos os ingredientes de origem animal sofrem mais restrições. O refresco sabor de laranja também não conseguiu aprovação. Mas, neste caso, a razão foi diferente: o fornecedor do aroma de laranja não autorizou a vistoria dos rabinos em sua fábrica. "Muitas empresas, principalmente as maiores, se negam a revelar seus segredos industriais", diz Tavares. 


A Pepsico - que tem o certificado para salgadinhos Elma Chips, para o atum Coqueiro e para Toddy - vê também muçulmanos, adventistas do sétimo dia, vegetarianos e pessoas com intolerância à lactose como potenciais consumidores kosker. 


Devido à oferta reduzida de sobremesas e guloseimas nacionais com selo kosher, a Dr. Oetker decidiu certificar seus produtos, como flans e pudins, atendendo a pedidos da própria comunidade, segundo a gerente de garantia de qualidade Andréia Venson. Ela prevê que até metade da linha receberá o selo nos próximos meses. 


Ao contrário da Dr. Oetker, a Garoto e a Bauducco não têm planos de estender a certificação para uma linha muito grande de mercadorias. Ambas estão focadas no consumidor internacional, que está disposto a pagar por um produto mais elaborado. Certificada pelo Kof-K - rabinato de Nova York, com delegados no Brasil -, a Garoto concentrou-se em fabricar grandes barras de chocolates (com 2,5Kg e 5Kg), utilizadas para fazer as "gotinhas" que vão nos tradicionais cookies americanos. "Vendemos 3,5 mil toneladas por ano para os EUA", diz Cicone. 


O executivo acredita no potencial desse mercado, mas observa que há algumas linhas que não compensam fazer "kosherizados", porque não há escala e é impossível repassar todos os altos custos de produção. "Se pararmos uma linha de bombom apenas para higienizá-la segundo os padrões kosher, 
deixaremos de produzir 3,5 milhões de unidades em apenas um dia". 

A Bauducco, que tem certificadas as linhas de torradas e waffer, também focou-se no mercado americano, para quem só fabrica por encomenda, segundo Claudio Fontes, diretor comercial. 

Em alguns casos, a produção não precisa de adaptações para receber o selo. Este foi o caso da fabricante de açúcar orgânico Native, que recebeu o selo kosher há seis anos. De acordo com o gerente comercial Hélio Silva, as vendas desse tipo de produto estão concentradas em lojas de alto padrão, como Casa Santa Luzia, o Emporium São Paulo e o Pão de Açúcar.
Houdini

Houdini

Nos 80 anos da morte de Houdini, livro mostra seu lado "espião"

ROBERTO ARNAZ
da Efe, em Nova York

Diversos ensaios e filmes abordaram a vida de Harry Houdini (1874-1926). Agora, no 80º aniversário da morte desse mágico de fama mundial, um novo livro revela seu segredo mais bem guardado: o grande ilusionista foi espião.

"A Vida Secreta de Houdini", livro que está sendo lançado hoje em Nova York, retrata a biografia do artista desde a extrema pobreza que viveu em seus primeiros anos até a fama internacional, sua faceta de espião e o suposto complô que acabou com sua vida, na noite mais mágica do ano --a do Halloween.

Divulgação
Ilusionista foi também espião
Ilusionista foi também espião
O especialista em magia William Kalush e o escritor Larry "Ratso" Sloman dedicaram vários anos pesquisando cerca de 700 mil anotações e documentos. Os papéis o levaram à conclusão de que a ascensão da carreira do mítico mágico deveu-se a um ofício mais mundano: a espionagem.

Os autores chegaram a essa certeza ao analisarem o diário de William Melville, chefe do incipiente serviço secreto britânico (o MIM-5) do início do século 20, no qual são feitas várias referências a Harry Houdini --judeu húngaro nascido em Budapeste que migrou com a família para os Estados Unidos com quatro anos.

Segundo o texto, Ehrich Weiss, verdadeiro nome do mito da magia, manteve durante anos contatos clandestinos com os serviços secretos dos EUA e do Reino Unido para informar sobre o que via em suas inúmeras viagens pelo mundo. Em contrapartida, pediu que sua carreira fosse lançada em nível internacional.

Manchetes

Após quase uma década atuando em pequenos museus pelo simbólico preço de 1 dime (moeda de US$ 0,10), de repente sua magia encheu primeiro as manchetes dos jornais de Chicago, e depois de todo os EUA. As páginas da biografia apontam um acordo de ajuda mútua com a polícia de Chicago.

Um fato semelhante aconteceu na Inglaterra, onde Houdini entrou em contato com Melville, que lhe proporcionou vários contratos de atuação por toda a Europa, em troca de trabalhos de espionagem e contra-espionagem para a Scotland Yard.

Graças à sua fama mundial, durante os primeiros anos do século 20 o ilusionista informou as atividades da polícia alemã aos serviços secretos americano e britânico e acompanhou de perto as atividades dos anarquistas russos.

Reviravolta

Em 1920, porém, a morte de sua mãe gerou uma reviravolta em sua atividade de espião. A partir desse momento, ele se dedicou a desmascarar mágicos, médiuns e todos aqueles que se consideravam aptos a se comunicar com mortos, já que os considerava farsantes.

Essa missão o levou a criar inimizades com um de seus grandes amigos, Sir Arthur Conan Doyle, escritor espírita que criou "Sherlock Holmes" e que considerava Houdini um poderoso médium.

O livro sugere que a caça às bruxas iniciada por Houdini pode ter provocado as duas agressões físicas que lhe causaram as lesões internas que provocaram sua morte, após realizar seu último número em Detroit (EUA).

Espiões

Apesar das revelações do texto, Houdini não foi o primeiro ilusionista da história a colaborar com os serviços de espionagem. Antes, em meados do século 19, o francês Jean Eugène Robert-Houdin (1805-1871) --cujo sobrenome o jovem Ehrich Weiss tomou emprestado para seu nome artístico-- foi enviado por seu governo a uma de suas colônias, a Argélia, para atemorizar os nativos com o poder da magia francesa.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o ilusionista Joseph Dunninger colaborou com as Forças Armadas dos EUA para melhorar as técnicas de camuflagem dos militares.

Nos anos 50, a Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA) contratou o mágico John Mulholland para que treinasse os agentes, entre outras coisas, para que pudessem introduzir drogas na bebida de seus alvos.

Durante a Guerra Fria, os desertores da Alemanha Oriental eram retirados do país em carros equipados com caixas no porta-malas iguais às que os ilusionistas usavam nos palcos para seus truques de desaparecimento.

Especial
  • Leia tudo o que já foi publicado sobre Houdini
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    Ministro renuncia após extrema direita entrar no Governo

    Ministro renuncia após extrema direita entrar no Governo


     
    Israel: Ministro renuncia após extrema direita entrar no Governo

     
    O ministro da Ciência, Cultura e Esporte israelense, o trabalhista Ophir Pines-Paz, apresentou hoje sua renúncia, quatro horas depois de o Conselho de Ministros decidir por grande maioria aceitar a entrada do partido ultradireitista Yisrael Beiteinu na coalizão de Governo.

     
    Pines-Paz foi o único ministro do Gabinete a votar contra a inclusão desse partido, liderado por Avigdor Lieberman, conhecido por suas declarações xenófobas e sua defesa da expulsão dos árabes do território israelense.

     
    O Governo também aprovou a designação de Lieberman como vice-primeiro-ministro e titular para Ameaças Estratégicas contra Israel.

     
    Pines-Paz, que criticou duramente a entrada do Yisrael Beiteinu (Israel é a Nossa Casa), não compareceu hoje a uma reunião de sua formação política, depois que no domingo o Comitê Central do Partido Trabalhista apoiou a medida.

     
    Além disso, Pines-Paz tem intenções de disputar a direção do Partido Trabalhista nas próximas eleições primárias.

     
    No Parlamento israelense (Knesset), acontece hoje um debate político, prévio à votação sobre a entrada de Lieberman na coalizão de Governo.

     
    Os partidos de esquerda e os três grupos árabes israelenses, integrados por cerca de dez deputados, criticaram duramente a medida aprovada hoje pelo Governo, e devem votar contra a designação de Lieberman como ministro.

     
    O deputado árabe Ahmed Tibi, da Lista Árabe Unida-Ta''al, disse que Lieberman era um "político perigoso, astuto, fascista e racista".

     
    "Em outros lugares, pessoas como ele são rechaçadas e, em Israel, (o primeiro-ministro, Ehud) Olmert o torna vice-primeiro-ministro", disse o deputado.

     
    Além disso, em uma entrevista ao jornal "Ha''aretz", Tibi afirma que Lieberman é o equivalente israelense do líder ultradireitista francês Jean-Marie Le Pen e do austríaco Joerg Haider.

     
    Em outra entrevista publicada na semana passada, Zahava Gal-On, deputada israelense do partido de esquerda Meretz, também comparou Lieberman a Le Pen e Haider, e opinou, inclusive, que era pior que eles.

     
    Segundo a legislação israelense, a nomeação de Lieberman no Governo precisa apenas da maioria simples dos deputados do Parlamento (61 votos).

     
    A designação de Lieberman deve receber a aprovação do partido do primeiro-ministro, o Kadima (29 votos); do partido religioso sefardita Shas (11) e do próprio Yisrael Beiteinu (12), assim como da maior parte dos trabalhistas.

     
    Após o provável voto de aprovação no plenário, Lieberman deverá assumir como ministro e tomar assento na mesa do Gabinete.

    29 de out. de 2006

    Egito envia 3 mil soldados para fronteira com Gaza

    Egito envia 3 mil soldados para fronteira com Gaza

     

    Egito reforçou a segurança perto da fronteira com a Faixa de Gaza, neste sábado, posicionando na região pelo menos 3 mil soldados, segundo autoridades do país.

    Israel diz que túneis são usados para contrabando de armas

    Soldado israelense inspeciona túnel em Gaza

    A decisão ocorre um dia depois de o jornal israelense Maariv ter noticiado que o governo de Israel planejaria atacar a região da fronteira com foguetes.

    O jornal disse que as forças armadas isralenses tentariam destruir túneis supostamente usados por militantes palestinos para contrabandear armas vindas do Egito.

    O governo egípcio diz que essa missão de Israel poderia ameaçar até 20 mil civis.

    'Temor'

    Os soldados posicionados neste sábado reforçam um contingente de 750 guardas de fronteira que já atuam na área.

    Um representante do governo egípcio disse à agência de notícias Reuters, no Cairo, que o reforço foi requisitado depois da reportagem do Maariv e pelo "temor de que militantes palestinos estejam violando a barreira entre a Faixa de Gaza e o Egito".

    Segundo o jornal israelense, a nova estratégia de atacar a região com foguetes seria para substituir a reocupação do local.

    Israel disse que não consegue controlar o contrabando de armas desde a retirada dos assentamentos da Faixa de Gaza, no ano passado.

    O país afirma que uma grande quantidade de munição entra em Gaza através dos supostos túneis.

    Mas foram apresentadas poucos indícios de que militantes palestinos em Gaza usariam esse tipo de armamentos.



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    Magal
    Leia o Blog: http://hebreu.blogspot.com
    Por trás do véu

    Por trás do véu

    Por trás do véu indice
    Por Dov Greenberg
    Sócrates, o grande filósofo grego, disse certa vez a um discípulo: "Meu conselho a você é que se case. Se encontrar uma boa esposa, será feliz; caso contrário, se tornará um filósofo."

    De fato, atualmente, temos muitos filósofos. Em nosso tempo, tem havido um aumento sem precedentes de relacionamentos rompidos. Nos Estados Unidos, estima-se que um em cada dois casamentos termina em divórcio. Famílias com apenas um dos pais dobraram nos últimos 20 anos. Apenas uma criança em duas terá pais que estavam casados quando ela nasceu e que permaneceram juntos até a criança crescer.1

    Uma palestrante disse-me que durante anos ela tinha ido a escolas ensinar religião às crianças, e sobre "D'us nosso Pai". Agora ela não pode fazer mais isso, porque muitas das crianças não entendem a palavra. Não a palavra D'us, mas a palavra "pai".

    Como um meteorito entrando no campo gravitacional da terra, o casamento e a família estão se desintegrando. O pior que podemos fazer agora seria entrar num debate sobre quem é culpado: indivíduo ou sociedade, afluência ou secularização. O que precisamos é imaginação, não recriminação; otimismo, não pessimismo. É aqui que a tradição mística judaica tem algo lindo e vital a dizer.

    No capítulo inicial da Bíblia hebraica, onde se desenrola a história da Criação, a mística apresenta uma fascinante questão: Como, se D'us existe, o universo pode simultaneamente existir? D'us é infinito, D'us está em toda parte. Portanto, em qualquer lugar, existe tanto o finito como o infinito. Porém certamente o infinito supera tudo que seja finito. Simplesmente não há espaço para a matéria física se todo lugar está preenchido com a presença infinita de D'us. Como, então, existe um universo?

    A resposta dos místicos é obrigatória. Para criar espaço para o universo, D'us, por assim dizer, iniciou um processo chamado "tzimtzum", auto-contração ou retirada, criando um vácuo esférico 211; o espaço necessário para o mundo existir. Ao retirar Sua luz infinita, um mundo autônomo, independente, distinto de D'us, pode emergir.2

    A conclusão? O universo é o espaço que o Autor do Ser cria para a humanidade por meio de um ato de retirada. Nenhum único ato indica mais profundamente o amor e a generosidade implícitos na Criação.3

    Num estonteante paralelo, o mesmo se aplica aos relacionamentos humanos4.

    No início da vida, não há consideração pelo outro. Um bebê recém-nascido não distingue entre si mesmo e o resto do universo. Conhece e se preocupa apenas com suas próprias necessidade. Ao chorar, está dizendo: "Quero Mamãe, quero ser alimentado, quero colo, quero que brinquem comigo, e se isso não for feito agora, vou arruinar sua vida." Não há espaço para um outro. À medida que as crianças crescem e amadurecem, começam a sentir o outro como uma entidade separada. Começam a ter relacionamentos; começam a se importar com o outro. Este processo é essencial para um desenvolvimento sadio.

    Como adultos, sabemos que para amar realmente, precisamos nos retirar de nosso "centro" (ego) e criar espaço para uma outra pessoa em nossa vida. Um relacionamento não é baseado em controle. Quando um parceiro domina o outro, exigindo que ele ou ela se conforme e suprima sua personalidade, a possibilidade de um relacionamento é extinta. O amor genuíno não apenas respeita a individualidade do outro, como também procura cultivá-la. Amor, como o ato da criação, é a coragem de criar espaço para a presença do outro. Quando o homem se afasta de si mesmo, atingindo o coração e a alma de outro ser humano, ele imita D'us, que escolhe suspender-Se para dar espaço ao outro. Stephen Hawking estava errado em seu livro Uma Breve História do Tempo. Não é por meio da Física teórica que abordaremos a compreensão da "mente de D'us". É dando espaço a outra pessoa dentro de si mesmo.

    Um rapaz e uma moça saíram para um encontro. Durante duas horas, ele falou sobre si mesmo, suas conquistas, sucessos e idéias. Então virou-se para ela e disse: "Chega de falar a meu respeito. Agora diga-me, o que você acha de mim?"

    Existem duas palavras simples que ilustram essa noção mística de tzimtzum, contração. As palavras solo e alma. Representam dois opostos perfeitos: o material e o espiritual. A palavra "solo" representa o material. A palavra "alma" representa o espiritual. Quando a pessoa pensa apenas sobre "solo", não cria espaço para outra pessoa. Mas quando pensa sobre "alma", abre espaço para outra pessoa em sua vida. Está pronta para viver e amar com mais profundidade.

    Esta idéia de tzimtzum se expressa na linda cerimônia judaica de casamento, conhecida como "bedeken", ou velar. Antes da cerimônia da chupá, o noivo é escoltado até a sala onde a noiva está esperando, e cobre a face dela com um véu. Este costume tradicionalmente comemora o evento bíblico que ocorreu durante a cerimônia de casamento de Yaacov. A Torá relata que Yaacov viajou à casa de Laban. Ao chegar, encontrou a filha mais nova de Laban, Rachel, e se apaixonou por ela. Laban propõe um acordo: trabalhe sete anos para mim e eu a darei a você em casamento. Yaacov faz isso, mas na noite do casamento Laban substitui Rachel por Leah. Como a noiva estava velada, ele não percebeu que estava se casando com a moça errada. Yaacov descobriu o engano somente quando era tarde demais. Por fim, Yaacov aceitou seu destino e continuou com Leah. Mais tarde, porém, ele também desposou Rachel, a noiva que tinha escolhido.

    A pergunta que surge é: se o velar nos lembra Yaacov e Leah, o costume não deveria ser o noivo descobrir o rosto da noiva para certificar-se de que está casando com a moça que escolheu?

    A resposta é profunda e tocante. Leah e Rachel não são meramente duas irmãs morando na Mesopotâmia na primeira fase da Idade do Bronze. Elas também simbolizam duas dimensões de toda personalidade humana. Cada um de nós possui uma "Rachel" interior, bem como uma "Leah" interior.5

    Rachel, a mulher linda, simboliza as características atraentes, charmosas e belas existentes em nosso cônjuge e em nós mesmos. O nome Rachel em hebraico significa "ovelha", conhecida por sua cor branca e sua natureza amável e serena.6

    Leah, um nome que literalmente significa cansaço ou exaustão,7 representa aqueles elementos em nós e em nosso cônjuge que são mais desafiadores. Leah, a irmã de "olho fraco", era mais facilmente dada às lágrimas.8 Ela era emocionalmente vulnerável. Leah, enfraquecida pelas lágrimas e pela ansiedade, representa nosso conflito com a insegurança e com a tensão psicológica e espiritual.

    Poucas pessoas podem ser definidas como "Rachel" ou "Leah", exclusivamente. A maioria possui os dois componentes. Somos uma mistura de serenidade e tensão. Temos instintos compassivos mas devemos lutar contra instintos egoístas também. Temos luz, mas devemos lidar também com a sombra. Ambas são partes genuínas de nossa personalidade multi-dimensional. Rachel é a luz; Leah é a luta contra a escuridão.

    Portanto, o drama que ocorreu no casamento de Yaacov, o Patriarca da nação judaica, acontece em todo casamento. Antes de se casar, você pensa que está desposando Rachel – a linda, inteligente, bondosa, sensível…a mulher dos seus sonhos. Na realidade, você vai descobrir que terminou com Leah, uma pessoa que também está em conflitos com tensão não resolvida.

    Naturalmente, você ama Rachel, e rejeita Leah. Porém à medida que a vida passa você começa a descobrir que é exatamente a dimensão Leah de sua esposa que desafia você a transcender o seu ego e tornar-se a pessoa que é capaz de ser. Porque são as próprias falhas e imperfeições de seu cônjuge que permitem que você cresça em algo maior que si mesmo.

    Este, então, é o segredo por trás do ato de velar a noiva. Quando o noivo vela sua noiva, está dizendo: "Eu amarei, prezarei e respeitarei não apenas o 'você' que se revela a mim, mas também aqueles elementos de sua personalidade que estão ocultos para mim. E quando me uno a você em casamento, comprometo-me a criar um tzimtzum, um espaço dentro de mim para a totalidade do seu ser – para toda você, para sempre."

    Isso, se realmente o fizermos, é o significado de Tzimtzum e tem o poder de banhar o alquebrado mundo atual na luz e espaço para a Divina Presença.


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    Notas:
    1 - Números extraídos de "Family Change and Future Policy", de Kathleen Kiernan e Malcolm Wicks.

    2 - Início de Eitz Chaim (Heichal Adam Kadmon, 1:2; Shaar HaHakdamot) e Mevo Shaarim, obras cabalistas de Rabi Isaac Luria (conhecido como o Arizal), transcritas pelo seu aluno Rabi Chaim Vital, Cf, Licutê Torá por Rabi Shneur Zalman de Liadi, adendo a vayicrá 51b-54d.

    3 - Tanya, cap. 49.

    4 - Veja Tanya ibid., citando uma declaração talmúdica (Bava Metziah 84a) sobre casamento: "O Amor Contrata a Carne". Eis como Rabi Shneur Zalman declara a idéia: Veja também Homem de Fé no Mundo Moderno, pág. 157, por Rabi Joseph B. Soloveitchik.

    5 - Bereshit cap. 29:16:31).

    6 - Ouvi isso pela primeira vez durante minha cerimônia de casamento do meu amigo Rabi Joseph Y. Jacobson. Veja também Luz Infinita (por Rabi David Aaron), págs. 37-38.

    6 - Veja Licutê Torá por Rabi Shneur Zalman de Liadi (1745-1812) Parashá Emor pág. 38d. Veja também Yonas Alem por Rabi Menachem Azaryah de Fano (1548-1620) cap. 5, explicado em Licutê Sichot vol. 30 pág. 186.

    7 - Mei Hashluach Parashá Vayetsê. Também Maamarei Admur HaZakan 5565 vols. 1 e 2.
    Israel: ideologia do bem

    Israel: ideologia do bem

    Israel: ideologia do bem

     

     Por Sheila Sacks – publicado no site “De olho na midia"

     

      Um dos últimos grandes desastres naturais ocorridos no planeta - o terremoto que atingiu o Paquistão, a Índia e o Afeganistão, em outubro de 2005 – tornou mais visível a postura humanitária de Israel que vem se repetindo ao longo dos anos, em casos semelhantes. Pondo de lado divergências ideológicas, pontos de vista antagônicos e ausência de laços diplomáticos legais, o governo de Israel, em poucas horas, se organiza e mobiliza equipes especiais de resgate, equipamentos, material cirúrgico, suprimentos e grupos de ajuda para atender as nações castigadas pela tragédia. Israel oferece, principalmente, sua experiência em lidar com situações de risco e uma tecnologia avançada no socorro às vítimas inocentes, a maioria delas, crianças, mulheres e idosos.

     

    Quando a vida está por um fio, a única política é o socorro imediato

    O caso do Paquistão é ilustrativo. O país, com a segunda maior população muçulmana do mundo, não mantém relações diplomáticas com Israel, mas logo que ocorreu a tragédia, o ministro do Exterior, Silvan Shalom, enviou documento oficial ao ministro paquistanês, Khurshid M. Kasuri, oferecendo “toda a ajuda possível”, dada a larga experiência israelense em lidar com desastres e situações de difícil resgate. Passados seis dias, o jornal paquistanês Daily Times noticiou que o governo daquele país aceitaria o oferecimento de Israel, mas de forma indireta e não oficial, através da ONU, da Cruz Vermelha Internacional ou de um Fundo de Ajuda. Confirmando a notícia, o Paquistão enviou uma lista a Jerusalém, destacando os itens mais necessários para o atendimento às vítimas: remédios, barracas, sacos plásticos, colchões, cobertores, alimentos não perecíveis, água potável, estojos de primeiros socorros e material para cirurgias. Diante do fato, o presidente da Organização Sionista norte-americana (ZOA), Morton Klein, expressou a sua indignação, considerando-se - particularmente como judeu - “embaraçado e humilhado” pela atitude do Paquistão em recusar a ajuda oficial de Israel.

     

    Já o porta-voz do consulado israelense em Los Angeles, Gilad Millo, resumiu, de forma clara e precisa, a posição humanitária de Israel, independente de governos e governantes: “Quando acontece um desastre desse porte nós só pensamos, em primeiro lugar, em salvar vidas”. E lembrou que Israel está sempre entre os primeiros países a oferecer ajuda aos povos assolados pela tragédia, pouco importando a coloração política, credos e localização geográfica.

     

    A Indonésia é outro exemplo. Em dezembro de 2004, o país com a maior população muçulmana do planeta foi atingido por um terrível maremoto que produziu cenas de terror, mortes e um estrago monumental. Apesar de não manter relações diplomáticas formais, Israel logo se pronunciou e despachou socorro às áreas afetadas pelo tsunami. O país recebeu 75 toneladas de suprimentos e remédios. Para o Sri Lanka, Israel enviou médicos do Departamento de Cirurgia e Traumatologia do Hospital Hadassah, de Jerusalém, e equipes do Maguen David Adom, o serviço médico de emergência de Israel. Dias depois, um avião da Força Aérea de Israel decolou com mais de 82 toneladas de alimentos, remédios, água mineral, geradores elétricos, barracas e cobertores a serem doados às vítimas.

     

    Também a Tailândia e a Índia, atingidas pelo tsunami, receberam toneladas de suprimentos e foram atendidas por missões israelenses de busca e salvamento. O mesmo procedimento foi adotado por Israel, em 1999, frente aos dois terremotos que devastaram cidades da Turquia – país com população predominantemente muçulmana. Lá, em apenas uma intervenção, as equipes israelenses resgataram 12 sobreviventes e 140 corpos.

     

    Israel está sempre entre os primeiros países a oferecer ajuda aos povos assolados pela tragédia, pouco importando a coloração política, credos e localização geográficaO representante da organização judaica norte-americana American Jewish Joint Distribution Committee (JOINT), Ami Bergman, que acompanhou os trabalhos na Turquia, ficou impressionado com a atuação dos israelenses: “Eles são os mais organizados e têm a melhor tecnologia. E o mais importante é que não desistem até a última pedra ser removida”.

     

    Especialistas em socorro internacional são unânimes em afirmar que as equipes de resgate de Israel são preparadas, de modo especial, a atender situações extremas em áreas de destruição. Por força de sua experiência em atentados terroristas à bomba, Israel desenvolveu uma avançada tecnologia para a retirada cuidadosa das vítimas dos escombros, sem a utilização de máquinas pesadas e tratores que são usados normalmente.

     

    Desde 1953 – quando pela primeira vez Israel enviou pessoal da Marinha para ajudar a Grécia, abalada por um grave terremoto – o grupo especial de salvamento israelense já participou de cerca de 3 mil operações de busca e resgate, tanto em Israel como em vários países do mundo. No continente americano, Israel enviou equipes médicas e suprimentos para o México - quando do terremoto de 1985 - tendo o mesmo procedimento com Honduras, Nicarágua, Guatemala e El Salvador, em 1998, logo depois da passagem do furacão Mitch. Em 1999, a Colômbia foi sacudida por um forte terremoto e Israel imediatamente despachou uma grande quantidade de remédios, alimentos e leite especial para bebês. Em 2001, quando El Salvador foi novamente abalado pela tragédia de um terremoto, o Ministério do Exterior de Israel enviou estoques de remédios e equipe médica para socorrer às vítimas. À época, o representante de Israel na ONU, Yehuda Lancry, disse que a ajuda a El Salvador refletia uma longa história de parcerias, cooperação e amizade entre as duas nações. Lembrou que El Salvador foi um dos poucos países do mundo que efetivamente tentou salvar os judeus europeus ameaçados pelo nazismo alemão. Destacou também a disposição, a experiência e a tradição humanitária de Israel de oferecer socorro emergencial a qualquer país do mundo assolado por desastres da natureza.

     

    Ainda em 2001, um terremoto atingiu o oeste da Índia e outra vez Israel enviou uma missão de socorro com equipes médicas, material cirúrgico e grupos de enfermagem, totalizando 150 profissionais. Cinco aviões da Força Aérea de Israel partiram para o local transportando equipamentos e até um mini-hospital. Em dois dias, mais de 200 pessoas foram socorridas.

     

    Em relação ao Irã, logo após o terremoto que matou 30 mil pessoas, em 2003, Israel também ofereceu ajuda oficial e o envio de pessoal, remédios e equipamentos. Mas, as autoridades iranianas rejeitaram o oferecimento por razões políticas e ideológicas. Mesmo assim, o presidente de Israel, Moshe Katsav (nascido no Irã, em 1945), conclamou a população israelense a ajudar as vítimas iranianas com donativos individuais ou através de organismos internacionais.

     

     

     

     

    Neonazistas

    Neonazistas

    CONIB - 27 de outubro de 2006

    Delegada sofre ameaças em site de neonazistas

    Margarette Barreto, que combate crimes raciais, integra lista de "inimigos" de grupo. Movimento White Power São Paulo reproduz foto de delegada e alerta membros do grupo sobre o trabalho dela e DHPP investiga o caso.

    Além de negros, judeus, homossexuais, nordestinos e imigrantes ilegais, um grupo neonazista decidiu incluir na sua lista de "inimigos" uma delegada branca que combate o racismo na cidade de São Paulo. Margarette Barreto, 38, responsável pelo Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), órgão especializado em investigar os crimes raciais na capital, tem sua foto estampada no site do movimento White Power São Paulo, com a palavra "inimiga".

    A delegada registrou anteontem boletim de ocorrência e o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) investiga o caso. No site, o rosto da delegada é reproduzido numa fotomontagem que imita a página inicial do Orkut (site de relacionamentos) -veja quadro ao lado. Segundo interpretação dos policiais, neonazistas querem dizer que, embora seja branca, a delegada tem a alma negra -o racismo é crime inafiançável e sujeito à pena de prisão.

    A delegada merece uma citação especial no site. A foto dela surge abaixo do título "Os perigos do Orkut para os simpatizantes de nossa causa". Um texto pede aos membros do White Power para terem cuidado com ela. No último parágrafo, responsáveis pelo site afirmam que Margarette Barreto é um "inimigo". O motivo, segundo a página, é que a delegada "caça àqueles (sic) que tem (sic) uma posição contrária ao homossexualismo e à miscigenação".

    A Folha tentou entrevistar a delegada ontem, mas a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo informou que Barreto está bastante ocupada no momento. Outra pessoa alvo de ameaças do movimento que prega a segregação racial é o jornalista negro Dojival Vieira dos Santos, 50, presidente da Afropress -Agência Afroétnica de Notícias - www.afropress.com - ligada a ONG ABC Sem Racismo.

    Ele também tem sua foto publicada no site neonazista. O grupo o descreve como a pessoa que "abriu um inquérito no Ministério Público contra a nossa organização". O Ministério Público Federal investiga quem invadiu a página da Afropress na internet. "Divulgar nossas fotos no site neonazista representa nos eleger alvos do movimento", afirma o presidente da entidade, que também registrou queixa à polícia sobre o fato.

    fonte: Jornal Folha de São Paulo



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    Magal
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    28 de out. de 2006

    Hamas: Progress on Shalit deal but no imminent swap

    Hamas: Progress on Shalit deal but no imminent swap

     
     
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    Abducted IDF soldier, Corporal Gilad Shalit. (Archives
     
    Osama al-Muzaini, a political leader of the governing Hamas Islamist group and mediator between the Egyptians and the kidnappers of Israel Defense Forces Corporal Gilad Shalit said on Saturday that Israel has agreed on the number of the Palestinian prisoners it is willing to release in exchange for the captured soldier, but has not yet agreed on their identities.

    Earlier Saturday afternoon, Hamas downplayed claims by a separate Palestinian militant group of an imminent solution to the kidnapping, saying that while there had been "real progress," a prisoner swap was not about to take place.

    Shalit was kidnapped in June during a cross-border raid by the Gaza militants, including members of the Hamas military wing. Two other IDF soldiers were killed in the attack on their base, close to the Gaza border. The Popular Resistance Committees, another of the three Palestinian factions in the Gaza Strip holding Shalit, said earlier in the day that it expected an end to the crisis within days.

    A statement by the PRC that the three groups had agreed to an Egyptian proposal for the release of Shalit that would also see an unspecified number of Palestinian prisoners freed by Israel. The PRC said the deal now depended on Israel.

    Hamas and Fatah officials, however, were less optimistic. Al-Muzaini said: "Real progress has been made over the issue of Shalit but that progress did not get to the point where we can say a swap was imminent."

    Palestinian Chief Negotiator Saeb Erekat of Fatah said it was premature to think the crisis would soon be resolved.

    "I don't think we're closer today to solving Shalit's problem than we were yesterday," Erekat told reporters in the West Bank city of Ramallah.

    On Friday the Arabic-language newspaper Al Hayat reported a senior Hamas official in Damascus is demanding that Israel release Palestinian prisoners at the same time that Hamas frees Shalit.

    According to the report, Hamas was awaiting an Israeli response to the proposal. The paper quoted the senior Hamas source as saying that the group was expecting Israel to be flexible on the timing of Shalit's release and that of the Palestinian prisoners.

    Fatah officials had previously said that an Egyptian prisoner swap proposal calls for an initial release of Palestinian prisoners along with Shalit. The Fatah officials said a small group of prisoners would be freed in the first phase and a larger group would be freed two months later, including Palestinian prisoners considered to be political leaders. Altogether, 1,000 Palestinian prisoners would be released in the exchange.

    Commenting on this proposal, Israeli sources said that "Israel can live with such a deal."

    More than a week ago, Egyptian intelligence chief Omar Suleiman presented Meshal and his aides in Damascus with an initiative that includes the prisoner swap proposal and a deal on the establishment of a national unity government for the Palestinian Authority.

    Meshal slated to hold Cairo meeting on Shalit deal
    Khaled Meshal, the head of Hamas's political bureau, was slated to meet with senior Egyptian officials in Cairo on Saturday to discuss the proposed prisoner exchange. However, it was unclear whether Mehsal will actually attend.

    Sources involved in the talks described the meeting as "critical," adding that if Meshal really does come from Damascus to attend the session, he will probably accept the proposed deal.

    Israeli and Hamas sources said that they were pessimistic about the chances of a deal actually materializing at the end of the Cairo meeting.

    Senior Palestinian sources said Thursday that following the Cairo meetings, further consultations are expected to take place in Damascus among representatives of Fatah, Hamas, Syria, Qatar and Spain in order to solve the unity government conundrum.

    The sources explained that Spain is willing to send representatives to these talks in an effort to solve the crisis in the Gaza Strip.

    However, a senior Hamas official told Haaretz on Thursday that he is not optimistic that the talks in Egypt will result in either Shalit's release or the establishment of a national unity government.

    An Israeli government source similarly said that "there is no reason to get excited about Meshal's visit to Cairo."

    Government sources explained that they are not aware of any significant progress having been made in talks about a prisoner exchange.

    Noam Shalit, Gilad Shalit's father, told Haaretz on Thursday that he was skeptical about the results of the meeting between Meshal and Suleiman.

    He added that not a single Israeli official has reported to him on the government's expectations of this meeting.

    "I hope that this meeting will take place and be fruitful. However, as long there is no such meeting, we have nothing to say on this matter," Shalit said.



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    Magal
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    Aviões israelenses apontaram para helicópetors no Líbano

    Aviões israelenses apontaram para helicópetors no Líbano

     
    Aviões israelenses apontaram para helicópteros alemães no Líbano
     
    sábado, 28 de outubro de 2006 às 09h16m
     
    da France Presse, em Berlim

    Aviões de combate israelenses apontaram recentemente contra helicópteros alemães que sobrevoavam o litoral do Líbano, sem chegar a disparar, segundo a revista alemã "Focus", que dá a entender que os incidentes deste tipo são freqüentes, em sua edição da próxima segunda-feira.

    Segundo a Focus, que não divulgou neste sábado quando ocorreram os incidentes, os aviões de combate israelenses apontaram com seus sistemas laser para helicópteros.

    Por sua vez, o ministro da Defesa, Franz Josef Jung, que deve viajar na próxima semana a Israel, reconheceu neste sábado ao jornal "Die Welt" que seu colega israelense, Amir Peretz, "deseja que se melhore a cooperação" entre ambos os países.

    Desde 15 de outubro, a marinha alemã está no comando do braço naval da Força Interina da ONU no Líbano (Finul) com a missão de prevenir o tráfego de armas destinado à milícia xiita Hezbollah.

    Recentemente, aviões israelenses dispararam, sem apontar diretamente, para as redondezas de um navio de reconhecimento alemão, segundo Berlim.


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    27 de out. de 2006

    Solana tem diálogo tenso com político israelense

    Solana tem diálogo tenso com político israelense


    Solana tem diálogo tenso com político israelense

    O chefe de política externa da União Européia reuniu-se com Avigdor Lieberman, líder do partido ultraconservador Yisrael Beitenu e novo aliado do governo
    http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2006/out/25/315.htm
    JERUSALÉM - O chefe de política externa da União Européia (UE), Javier Solana, iniciou nesta quarta-feira (25) um giro pelo Oriente Médio com um diálogo tenso com o mais recente aliado do governo do primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert.
    "Estou aqui para me reunir com um homem com o qual discordei durante minha vida inteira", disse Solana pouco antes do encontro com Avigdor Lieberman, líder do partido ultraconservador Yisrael Beitenu (Israel Nosso Lar).
    As posições radicais de Lieberman contra os árabes e os palestinos são vistas por analistas como um risco para o futuro dos esforços de paz na região.
    "Agora ele é um integrante do governo. Eu quero ver qual é a posição dele", disse Solana a jornalistas ao lado de Lieberman antes do início da reunião entre os dois, ocorrida na sede do Parlamento israelense.
    Lieberman pediu a Solana que desse a ele uma chance e manifestou a esperança de que aquela fosse a primeira reunião entre ambos, e não a última.
    "Eu tentarei explicar nossa abordagem, nosso plano", comentou. Segundo o político israelense, suas idéias são "mais humanitárias e amplas do que qualquer outra existente hoje".
    Depois do encontro, Solana qualificou a reunião de meia hora como uma chance para trocar idéias. "Eu disse a ele que discordo basicamente de tudo o que diz, mas precisamos conversar com todos", justificou.
    Mais tarde, depois de reunir-se com Olmert, o chefe da política externa da UE disse ter recebido garantias de que, apesar da presença de Lieberman no governo, não haverá mudanças nas políticas do primeiro-ministro.
    Olmert, obrigado a abandonar sua promessa de campanha de retirar-se da Cisjordânia por causa da recente guerra no Líbano, tem dito que gostaria de retomar o diálogo de paz com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.
    Solana desembarcou nesta quarta-feira em Israel para uma viagem de seis dias pelo Oriente Médio com o objetivo de dar novo fôlego aos esforços de paz na região.
    Durante o giro, ele deverá reunir-se com outras autoridades israelenses. Ele também deverá conversar com Abbas e viajará à Jordânia, ao Líbano e ao Egito antes de retornar à Europa.
    Divisões políticas
     
    A indicação de Lieberman para o governo ainda precisa ser aprovada pelo Parlamento. Mas a votação, prevista para a próxima semana, é amplamente vista como mera formalidade.
     
    Lieberman é um personagem que provoca divisões na política israelense. Ele defende que Israel se livre dos cidadãos árabes por meio da troca das cidades árabes israelenses por colônias judaicas estabelecidas na Cisjordânia. Ele também pediu a execução de deputados árabes que reuniram-se com integrantes do grupo radical islâmico Hamas, que atualmente governa a ANP.
    Ahmad Tibi, um parlamentar árabe, criticou a reunião entre Solana e Lieberman. Segundo ele, tal encontro concede legitimidade ao político radical israelense, comparado por ele aos líderes ultradireitistas Jean-Marie Le Pen (França) e Joerg Haider (Áustria).
    "Conversei com Solana e disse a ele que seria melhor que o encontro com Lieberman não acontecesse. A UE tem muito a dizer sobre Le Pen e Haider e é terrível que aquilo que não se concedeu a um fascista europeu seja concedido a um fascista israelense", sentenciou.

    25 de out. de 2006

    Argentina acusa Irã por atentado anti-semita

    Argentina acusa Irã por atentado anti-semita

    O Ministério Público da Argentina acusou o Irã formalmente nesta quarta-feira, junto com o movimento xiita Hezbolá, pelo atentado contra a associação mutual judaica Amia, em 1994, em Buenos Aires, que deixou 85 mortos e 300 feridos. "Consideramos comprovado o episódio: a decisão de atacar no dia 18 de julho de 1994 a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) foi tomada pelas mais altas autoridades da República Islâmica do Irã, que encomendaram o ataque ao Hezbolá", disse em entrevista à imprensa o chefe do Ministério Público, Alberto Nisman. Foi pedida também a captura internacional das mais altas autoridades do governo iraniano da época, presidido por Ali Rafsanjani.

    Nenhuma pessoa foi detida na Argentina nem em outro país por este caso, investigado há 12 anos e que ainda permanece num beco sem saída. Graves acusações judiciais de acobertamento pesam, no entanto, em nível local contra funcionários do governo do então presidente Carlos Menem (1989-1999). Os oito andares da mutual israelita Amia, no coração do bairro comercial judaico de Buenos Aires, foram derrubados com 300 kg de explosivos, transportados por um suposto carro-bomba, que, segundo investigadores independentes, teriam sido colocados dentro do prédio.

    A Amia, fundada em 1894, desenvolvia um importante trabalho de assistência na comunidade judaica, com um amplo programa de seguridade social, voltado, sobretudo, para os grupos mais vulneráveis, como os idosos e desempregados. Na sede da Amia, funcionava a entidade-mãe, a Delegação de Associações Israelitas Argentinas (Daia), e uma das maiores bibliotecas em hebraico da América-Latina, que também era uma das maiores do mundo com obras em ídiche.

    Na hemeroteca, estava o original do famoso texto "Iosl Rakover fala com Deus", do escritor judeu-lituano Zvi Kolitz, sobrevivente do Shoa (o Holocausto), que se referia ao testamento de um combatente do Gueto de Varsóvia pouco antes de cair junto com seus companheiros sob o fogo nazista. A comunidade judaica da Argentina teve cerca de 400.000 membros nos anos 70 e chegava a pelo menos 300.000 no dia do ataque.

    Na mesma sede, funcionavam outras instituições culturais e sociais da comunidade, salas de reuniões e escritórios. O carro-bomba, com uma carga estimada de 300 a 400 kg, estava sendo, supostamente, dirigido pelo ativista libanês do Hezbolá Ibrahim Hussein Berro. Duas testemunhas garantiram ter visto a caminhonete Trafic usada como carro-bomba.

    Investigadores independentes, como Horacio Lutzky, ex-porta-voz da Amia, e o jornalista Juan Salinas, concordaram sobre o fato de que há indícios de que os explosivos foram colocados na porta ou dentro do edifício. A versão, contrária à oficial, também aponta que uma das testemunhas, uma enfermeira ligada à polícia, declarou à Justiça que foi extorquida para dizer que viu a caminhonete na esquina antes da explosão.

    A deflagração levou apenas alguns segundos para destruir o prédio. Das 85 vítimas fatais, 67 morreram no edifício e 18 na rua e nos arredores. No momento da explosão, calcula-se que havia mais de 100 pessoas dentro do imóvel, e outras centenas estavam na rua Pasteur. No local do atentado, construiu-se o novo edifício da mutual, um bunker de ferro e aço, onde também foi erguido um Monumento de Homenagem e Lembrança das Vítimas do Atentado, obra do artista plástico israelense Yaacov Agam.



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    Magal
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    IV Congresso Sefaradi - Participem

    IV Congresso Sefaradi - Participem

     
     
    CONFARAD – "IV Congresso Sefaradi"

    Idade de Ouro do Judaísmo na Península Ibérica
    Dias 15 e 16 de novembro - Clube A Hebraica (SP)

    Apoios: Embaixada de Israel, Fesela, CONIB

    Programação - Dia 15 de novembro
    09:00h
    Presidente da Mesa: Nelson Menda - Cerimônia de Abertura
    Tema: "Conselho Sefaradi, Seis Anos Depois"
    Projeção de Filme sobre a Expulsão dos Judeus dos Países Árabes
    Embaixador Daniel Gazit: "Israel e a Diáspora"
    Homenageada: Anita Novinsky – Troféu "Orgulho Sefaradi"
    09:30h
    Mesa: "Justiça para os Judeus Refugiados dos Países Árabes"
    Presidente: Alberto Nasser
    Diane Kuperman - "Sans Retour, os Judeus do Egito".
    Maurice Shashoua - "Iraque, o Apagar da Luzes".
    Alberto Nasser - "A Milenar Presença Judaica na Síria".
    Nessim Hamaoui - "Reparações, Questão de Justiça".
    Stanley Urman - "Os Refugiados Esquecidos".
    13:10h
    Mesa: "A Língua Florida".
    Presidente: Boris Fausto - "Turquia e Sefarad".
    Ana Barki Bigio - "Preservação do Judeu-Espanhol no Brasil".
    Angela Carvalho - "Vengash en Buen Ora".
    Clara Kochen - "Kaminos de Leche y Miel".
    Vitoria Saul - "Angeles y Malahines".
    Cecilia Fonseca da Silva - "A Língua Sefaradi: Uma História".
    Homenageado: Boris Fausto - Troféu "Orgulho Sefaradi".
    15:30h
    Mesa: "Sefaradis do Oiapoque ao Chuí".
    Presidente: Max Nahmias - "Judaísmo na Selva, os Judeus Marroquinos na Amazônia".
    Rachel Mizrahi - "Judeus Ibéricos e Orientais no Rio e em São Paulo".
    Cezar Benjó – "Receita para Recuperar um Clube Judaico".
    Esther Shamash Szuchman: "Sefaradis no Extremo Sul do Brasil".

    Programação - Dia 16 de novembro
    09:00h
    Mesa: "Bnei Anusim - Sefaradis Secretos do Brasil".
    Presidente: Francisco Correa Neto - "Quinhentos Anos de Cripto-Judaísmo no Brasil".
    Rabino Elisha Salas – "Bnei Anussim do Brasil e Portugal".
    João Medeiros - "Preservação da Fé Mosaica no Rio Grande do Norte".
    Lia de Oliveira - "Judaísmo entre Quatro Paredes no Interior do Rio Grande do Sul".
    Luciano Oliveira - "Uma Sinagoga no Agreste Paraibano".
    Rabino Daniel Touitou - "Bnei Anusim, Conversão ou Retorno?".
    13:10h
    Fórum de Rabinos – "A Preservação da Fé Judaica"
    Presidente: Rabino David Weitman
    Rabino Abraham Sherem, rabino Isaac Michaan, rabino Isaac Benzaken, rabino Yossef Benzikry, rabino Jacob Chueeke, rabino Efraim Laniado, rabino Gabriel Aboutboul, rabino Isaac Dichi, rabino Daniel Touitou, rabino Aarão Zagury, rabino Samuel Pinto, rabino Garzon, rabino Levy, rabino David Azulay, rabino Shammah.
    Apresentação de trabalhos acadêmicos.
    Presidentes: Luiz Benyosef e Rachel Mizrahi.
    Nachman Falbel – "David José Perez".
    15:30h
    "É Possível Atrair Jovens para Uma Sinagoga Sefaradi?".
    Presidente: Alberto Levy (México) – "A Fesela e os Jovens".
    Rabino Abraham Sherem - "O Kiruv no Rio de Janeiro".
    Henri El-Mann – "Beth-El, Farol Sefaradi no Coração de Copacabana".
    Moisés Balassiano – "Sidon, 10 Séculos de Judaísmo".
    Rabino Isaac Benzaken - "Projeto Kasher, Uma Idéia Vitoriosa".
    Apresentação de trabalhos acadêmicos
    Presidentes: Rachel Mizrahi e Luiz Benyosef
    Oro Serruya – "Do Marrocos para a Amazônia e da Amazônia para o Mundo".
    18:00h
    Descerramento de placa em homenagem aos governantes e ao povo brasileiro que acolheram de braços abertos refugiados judeus do mundo inteiro. (Presença dos governantes eleitos)
    20:00h
    Jantar de encerramento com show de música sefaradi.
    Embaixadora de Israel, Tzipora Rimon: "Israel, Porto Seguro para os Refugiados".
    Homenageada: Embaixadora Tzipora Rimon –Troféu "Orgulho Sefaradi".

    Atividades paralelas
    1. Exposição de Painéis Fotográficos sobre a Amazônia Judaica.
    2. Lançamento dos Anais do "II CONFARAD".
    3. Curso/Concurso de Culinária Sefaradi.
    4. Pesquisa Genealógica On-Line das Origens Familiares.
    5. Feira do Livro, CD, Vídeo e DVD Judaicos.

     
     
    Israel na Mostra Internacional de Cinema

    Israel na Mostra Internacional de Cinema




    DESTAQUE DO DIA

    Filmes israelenses estão em cartaz na 30ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

    A 30º edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo traz, este ano, várias obras cinematográficas israelenses, entre filmes e co-produções. O evento teve início na última sexta-feira (20/10) e vai até o dia 2 de novembro. A exibição acontece em 18 salas e espaços da capital paulista: Frei Caneca, Cine Bombril, Santa Cruz, Cinemark, Espaço Unibanco, Reserva Cultural, MASP, Centro Cultural de SP, Arteplex, Sala UOL, Morumbi Shopping, Olido, Cinesesc, Sala Cinemateca, entre outras salas...

    Entre os filmes e co-produções israelenses estão:

    Coisas que o Sol Esconde de Yuval Shafferman Bonecas de Papel de Tomer Heymann

    Dias Gelados de Danny Lerner

    Notícias de Casa de Amos Gitai
    Diário I e II, Diário III e IV e Diário V e VI de David Perlov Três Mães de Dina Zvi-Riklis
    Homens em Crise de Avner Fainguelernt e Macabit Abramzon O Colar de Pesya de  Jorge Gurvich

    As sinopses, as datas, os locais e os horários das apresentações estão no site http://www2.uol.com.br/mostra/30/p_datas.shtml

    Filmes e co-produções israelenses

    Coisas que o Sol Esconde conta a história de  um filho que resolve visitar o pai em estado de coma , quebrando dez anos de silêncio entre os dois. Mas enquanto está no hospital,o filho, um homem abatido e emocionalmente travado, frustra-se por se sentir negligenciado por sua própria família.

    Dias Gelados  tem em seu roteiro uma jovem mulher que perambula pelas ruas e boates de Tel-Aviv. Ela mora em apartamentos vazios e navega pelas salas de bate-papo da internet.
    Diário I e II,  Diário III e IV e Diário V e VI são obras que  fazem parte do projeto documental de  David Perlov.São  seis episódios, com 52 minutos cada, financiados pela emissora britânica Channel 4 e filmados entre 1973 e 1983. O cineasta israelense-brasileiro David Perlov explicita seu olhar sobre o mundo, as relações familiares e os universos judaico e israelense.
    Homens em Crise  se passa entre Israel e Gaza, num contorno de costa abandonado no Mediterrâneo, pescadores palestinos e israelenses vivem e pescam juntos.
    O Colar de Pesya fala da história que se passou há 60 anos desde que Pesya Goldfarb sobreviveu aos campos de concentração  e  decidiu fazer com sua neta Yaeli uma viagem  "de volta às raízes".
    Três Mães  fala de três mulheres, Rose, Flora e Yasmin  que  nasceram na Alexandria, Egito, em 1942. Atualmente em Israel, elas dividem um apartamento em que não há homens nem crianças.
    Notícias do Lar / Notícias de Casa completa uma trilogia iniciada em 1980 com House e continuada em 1998 com House in Jerusalem.

    Mais informações

    O público poderá obter informações sobre a programação e os eventos da 30ª Mostra Internacional de Cinema no site www.mostra.org

    PLETZ RECOMENDA
     

    www.PLETZ.com

    Premiê israelense pode ser investigado por corrupção

    Premiê israelense pode ser investigado por corrupção

    Ehud Olmert
    Ehud Olmert foi apontado ministro das Finanças em agosto de 2005
    A Procuradoria do Estado israelense está analisando alegações de que o primeiro-ministro, Ehud Olmert, teria recebido propina quando era ministro das Finanças em 2005.

    Olmert teria utilizado seu cargo para beneficiar amigos interessados na compra do banco Leumi, que estava sendo privatizado.

    "Neste ponto, nenhuma decisão foi tomada, não há procedimento criminal e a polícia não está envolvida nesta questão", esclareceu ontem um porta-voz do Ministério da Justiça israelense.

    Mas segundo o jornal Ha'aretz, internamente os procuradores opinam que uma investigação criminal contra o primeiro-ministro deve ser aberta "sem delongas".

    Ehud Olmert, que ocupa o cargo de primeiro-ministro desde o derrame cerebral do ex-líder Ariel Sharon, nega as acusações.

    Favorecimento

    As acusações foram publicadas na semana passada pelo site de notícis israelense News First Class.

    Uma matéria do jornalista Yoav Yitzhak acusou Olmert de intervir em favor de amigos interessados na compra do banco Leumi. Um deles, o empresário Daniel Abrams, contribuiu para a campanha de Olmert à prefeitura de Jerusalém.

    Outro, o empresário australiano judeu Frank Louis, estava sendo representado durante o processo de compra pelo escritório de advocacia em que trabalhava o cunhado do atual primeiro-ministro, escreveu Yitzhak.

    Outras reportagens publicadas na imprensa israelense acusam Olmert de receber propinas para favorecer empresas de conhecidos em processos públicos de concorrência.

    Crise

    As alegações aparecem em um momento em que o primeiro-ministro tenta conter dissidências dentro de sua coalizão de governo.

    O partido trabalhista ameaça deixar a aliança desde que Avigdor Lieberman, líder do partido de extrema direita Yisrael Beitenu, foi designado para o cargo de ministro de Assuntos Estratégicos.

    Mas segundo o Jerusalem Post, o líder dos trabalhistas, Amir Peretz, deve confirmar que o partido permanecerá no governo.

    Outras lideranças do governo israelense também estão sendo investigadas.

    O presidente do país, Moshe Katsav, enfrenta – e nega – alegações de assédio sexual e estupro, enquanto os ex-ministros da Justiça, Haim Ramon, e do Meio Ambiente, Tzahi Hanegbi, são acusados de má conduta.

    Todos negam ter cometido qualquer ato errado.



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    24 de out. de 2006

    Ministra diz que Israel não é auto-suficiente em segurança

    Ministra diz que Israel não é auto-suficiente em segurança

    Ministra diz que Israel não é auto-suficiente em segurança  
       
    Por Redação, com agências internacionais - de Herzliya  
       
    A ministra de Assuntos Exteriores de Israel, Tzipi Livni, disse, nesta segunda-feira, em um simpósio sobre as relações entre seu país e a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que Israel acredita ser necessário agir de forma coletiva, porque as ameaças são globais.

    Em discurso durante o simpósio, que acontece na cidade de Herzliya, Livni reconheceu que "Israel sempre dependeu de si mesmo para sua segurança, mas contra as ameaças atuais só se pode agir de forma multilateral para garantir a segurança coletiva".

    Segundo a ministra israelense, a Otan "tem um papel central no mundo de hoje e deve dirigir a diplomacia internacional contra as ameaças que enfrentamos, como a proliferação de armas de destruição em massa, o terrorismo internacional e os radicalismos".

    A Otan tem que "assumir a função de estabilizador regional" porque é a única organização "que combina elementos políticos e militares", argumentou a ministra antes de expressar o desejo de Israel de aprofundar as relações com a organização.

    Ela afirmou que "preferia que as forças multinacionais que se posicionaram no Líbano tivessem sido da Otan e não da ONU".

    Por outro lado, a ministra do Exterior israelense, sem mencionar explicitamente o Irã, disse que "existe um problema de proliferação de armas de destruição em massa" e que "a diplomacia sem disposição de fazer uso da força" não resolverá esse problema.

    O subsecretário-geral da Otan, Alessandro Minuto-Rizzo, que participa do simpósio, destacou que "em um mundo de ameaças globais a posição de um país no mapa é absolutamente irrelevante".

    Ele ressaltou que "um novo capítulo de cooperação" foi iniciado com Israel.

    - Sem fomentar a paz no Oriente Médio nunca descobriremos as possibilidades reais de colaboração entre nós, mas seremos reféns de elementos externos -, declarou.


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    Magal
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    23 de out. de 2006

    70 Dancers

    70 Dancers


    Controlled chaos. Up to 70 dancers crowd the stage during Moiseyev company performances. 
    The group's founder sent a special message to Israeli audiences before dispatching the group to Tel Aviv. 


    Photo: Courtesy


    The world-renowned Moiseyev Dance Company arrived in Tel Aviv from Moscow last week with strict instructions from its founder, 100-year-old choreographer Igor Moiseyev.
    Moiseyev, who formed the Russian group in 1937 after 13 years dancing at the Bolshoi Theater, has been unable to leave Moscow since 2001 due to a heart condition.
    But despite his age, the celebrated choreographer, who has twice before visited Israel, is still closely involved in each program of performances, and created a unique show especially to help Israeli audiences celebrate his recent 100th birthday. His dance company's short tour of Israel is being held over five dates in Jerusalem, Haifa and Tel Aviv.
    "Mr Moiseyev made this program himself," the company's director, Elena Scherbakova, told The Jerusalem Post. "He wanted to show his lovely dances - both the classics and the newer, more modern ones."
    Each performance by the Moiseyev company includes fast-paced routines with up to 70 dancers performing on the stage at one time. Although some of the pieces are traditional folk dances, many tell a story, including one which depicts a group of men each trying to woo a young maiden.
    The first half of Moiseyev's Israeli show includes some of the Russian classics, while the second half showcases the choreographer's new pieces, which are inspired in part by traditional Mexican and Spanish dances.
    Moiseyev began his choreography career under Soviet rule, staging acrobatic parades in Moscow's Red Square. His work so impressed Soviet Prime Minister Vyacheslav Molotov that in 1936 the Premier invited Moiseyev to form a professional company intended to preserve and develop a tradition of Soviet folk dancing.
    The young Moiseyev traveled throughout the Soviet Union studying the country's many folk dancing traditions. His touring led him to organize a festival of folk dancing, and in 1937 Moiseyev created the world's first folk dancing company, which performed a unique stage-based folk dancing show at the Bolshoi in 1938.
    In the 69 years since forming his company, the exuberant Moiseyev has continued to choreograph the company's repertoire, which now includes over 300 dances that have been performed all over the world.
    The current trip marks the fifth time the Moiseyev Dance Company has performed in Israel, the first being in 1989, just as the Soviet bloc was crumbling.
    "When we came here in 1989, we intended to stay for just a few weeks but ended up continuing our performances in Israel for a month and a half because so many people wanted to see us. There were a lot of Russians in Israel already by then," Scherbakova recalled.
    Scherbakova herself is no newcomer to the folk dance scene, having begun as a dancer with the Moiseyev group back in 1969. The 54-year-old graduated from the Moiseyev Dance School, which, when opened in 1943, was the only school of popular dance in the world. After dancing for 23 years, Scherbakova became a teacher at the school, and three years later one of the company's directors.
    She said that none of the 70-strong company members or technical staff had any concerns about coming to Israel.
    "We have been in many different countries and difficult situations. We don't feel the war in Israel. We planned this tour one year ago, and we were sure we would have it. Everything now is fantastic for us," Scherbakova said.
    She added that she hoped that the performances would provide some cheer for Israelis following the conflict with Hizbullah over the summer.

    "We hope we will bring some happiness to the people - for us, that's the most important thing," she said. "I think it is important for the people of Israel."
    Her dancers are all graduates of the Moiseyev school and are an average of just 24. Scherbakova described how much they have enjoyed visiting Israel, especially time they spent in Jerusalem's Old City on a day off.
    Moiseyev has also said he is a big supporter of Israel, according to tour organizers. In a special message for his Israeli audiences, he said, " Israel is a holy land that gave to the world not just the religious traditions, but also a cultural excellence."
    On Thursday, the company kicked off its tour with a near-sell out performance at Jerusalem's Binyenei Ha'uma.
    Starting off slowly with just two dancers performing at the center of the stage, the show soon broke into a cacophony of color and movement, with dozens of dancers often seeming to defy the laws of gravity with their leaps and jumps.
    The convention center was treated to a series of mesmerizing routines which often saw all 70 members of the Moiseyev company on stage at the same time, constantly moving at breathtaking speeds.
    By midway through the show's first half, the audience was clapping along with each of the dances and applauding the performers even before the routines had finished.
    After two hours and numerous costume changes, the company left the stage to massive applause.
    Following its Jerusalem show, the group performed twice in Haifa on Friday and Saturday, and is due to finish its tour at Tel Aviv's Mann Auditorium tonight and Tuesday.



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