30 de jun. de 2006

Soldado israelense seqüestrado em Gaza está vivo e foi examinado por médico

Soldado israelense seqüestrado em Gaza está vivo e foi examinado por médico

Soldado israelense seqüestrado em Gaza está vivo e foi examinado por médico

JERUSALÉM, 30 jun (AFP) - O soldado israelense capturado domingo durante um ataque palestino está vivo e foi levado a um médico que tratou dos ferimentos dele, informou à noite, hora local, a televisão pública israelense.

A televisão assegurou, no entanto, que não sabe do lugar onde está detido, dois dias depois de Israel lançar uma grande operação na Faixa de Gaza para recuperá-lo.

A ofensiva terrestre foi freada quinta-feira por ordem do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, para dar tempo à mediação egípcia no caso do soldado, proposta pelo presidente Hosni Mubarak

"A família se felicita com a iniciativa do presidente Mubarak e o agradece pessoalmente", declarou à televisão Noam Shalit, o pai do militar seqüestrado.



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Magal
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A pequena Jerusalém

A pequena Jerusalém

"A Pequena Jerusalém" mistura religião, sexo e filosofia
Divulgação
Fanny Valette em cena de A Pequena Jerusalém



Por Frank Scheck

NOVA YORK (Hollywood Reporter) - Este trabalho de estréia da cineasta francesa Karin Albou trata de vários temas importantes, entre eles as intersecções entre sexo, religião e filosofia, mas o faz da maneira mais minuciosa possível.

Descrevendo os complexos relacionamentos físicos e emocionais que acontecem entre os membros de uma família judaica ortodoxa que vive num subúrbio francês apelidado de "Pequena Jerusalém", por sua grande população judaica, "A Pequena Jerusalém" é um filme que possui estilo e faz observações argutas, mas que, em última análise, não resulta em grande coisa.

A personagem principal é Laura (Fanny Valette), uma bela estudante de filosofia de 18 anos que está mais interessada em estudar Kant do que em buscar romance em sua vida. Ela vive com sua irmã mais velha, Mathilde (Elsa Zylberstein), e o marido desta, Ariel (Bruno Todeschini), homem religioso e devoto, além dos quatro filhos do casal e da mãe das duas irmãs (Sonia Tahar), uma imigrante supersticiosa.

As partes principais da trama seguem Mathilde, que estuda as leis judaicas para melhor conseguir satisfazer os desejos eróticos do infiel Ariel, e Laura, que inicia com relutância uma relação com Djamel (Hedi Tillette de Clermont-Tonnerre), imigrante muçulmano argelino.

Embora Albou, que também assina o roteiro do filme, tenha criado personagens e situações interessantes que conduz com estilo visual confiante, "A Pequena Jerusalém" exerce impacto surpreendentemente amorfo sobre o espectador.

Com seu ritmo lento e sua sutileza possivelmente excessiva, o filme nunca chega a realizar plenamente todo o potencial de seus elementos temáticos. Apesar das performances bem texturizadas do elenco e da direção fotográfica maravilhosa de Laurent Brunet, "A Pequena Jerusalém" se evapora da cabeça do espectador enquanto ele ainda está assistindo ao filme.



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Magal
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28 de jun. de 2006

Israel destruiu três pontes na Faixa de Gaza.

Israel destruiu três pontes na Faixa de Gaza.



O premiê israelense Ehud Olmert declarou que Israel não quer voltar a ocupar a Faixa de Gaza e que a ofensiva militar na região visa tão somente a libertação do soldado Gilad Shalit.
Contudo, Olmert alertou sobre o risco de uma ação “extrema” caso Shalit não seja libertado.

O soldado israelense foi capturado por uma grupo palestino radical, depois de um ataque a um posto do exército israelense em Kerem Shalom, deixando quatro mortos.

Na segunda-feira, o governo de Israel recusou negociar com os seqüestradores em troca de informações sobre Gilad Shalit, que é o primeiro soldado israelense sequestrado desde 1994.

A invasão de Gaza acontece menos de um ano depois do final de uma ocupação que durou 38 anos.

“Não temos nenhuma intenção de permanecer na região e só queremos levar Gilad para casa”, disse Olmert, num discurso em Jerusalém.

Novo seqüestro

A situação ficou ainda mais tensa depois que o Comitê de Resistência Popular, que alega ter seqüestrado Shalit, disse que também tem em seu poder um colono israelense de 18 anos.

Segundo o grupo militante ligado ao Hamas, o colono Eliahu Asheri, de 18 anos, será morto caso o ataque a Gaza não seja suspenso.

Na madrugada desta quarta, aeronaves israelenses destruíram três pontes na Faixa de Gaza além de danificar um gerador de energia que servia cerca de 1,4 milhão de pessoas.

O governo palestino reagiu negativamente ao ataque, com o Hamas classificando a ação como “loucura militar”.

Para Mushi al-Masri, legislador do governo liderado pelo Hamas, a atitude “aventureira” de Olmert estava colocando a vida de Shalit em jogo.

Punição a civis

Para o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, o bombardeio da infra-estrutura de serviços civis é uma “punição coletiva” e um “crime contra a humanidade”.

A comissária para relações exteriores da União Européia, Benita Ferrero-Waldner, fez um apelo para israelenses e palestinos para pôr fim à crise.

“Os dois lados precisam ceder antes que a crise fique incontrolável para todos”, ela disse, num comunicado lido por um porta-voz.

“Todas as partes precisam considerar as suas responsabilidades com muito cuidado”.

Ferrero-Waldner condenou o ataque ao gerador de energia, dizendo que tudo deveria ser feito para evitar que a situação humanitária na região piorasse.

“Estou perturbada com o corte de fornecimento de energia a serviços como hospitais, por exemplo”, ela disse.

27 de jun. de 2006

IDF tanks amass around the Gaza Strip

IDF tanks amass around the Gaza Strip

IDF tanks amass around the Gaza Strip, poised for an incursion in response to the kidnapping of IDF soldier Cpl. Gilad Shalit.
Photo: AP



The IDF continued its offensive against the Palestinians late Tuesday night when ground forces began entering the southeastern part of the Gaza Strip and the region was being bombarded with artillery shelling.

Shortly before, the Air Force struck an electrical transformer station south of Gaza city, cutting the power supply from portions of the region.

The incursion began shortly before midnight, when IAF aircraft blew up three main bridges, located along the main route connecting between the northern and southern parts of the Strip. The army said that the operation was intended to keep Hamas from taking kidnapped soldier Cpl. Gilad Shalit out of the Gaza Strip.
Milícias controlam Mogadíscio, capital da estratégica Somália

Milícias controlam Mogadíscio, capital da estratégica Somália

Milícias controlam Mogadíscio, capital da estratégica Somália





Em meio à contínua violência sectária no Iraque e o ressurgimento do Talebã no Afeganistão, milícias islâmicas agora controlam Mogadíscio, capital da miserável, caótica e estratégica Somália.
A guinada no país desgovernado há 15 anos é mais um revés para os interesses do governo Bush. Em um erro de cálculo, Washington apoiava secretamente derrotadas milícias seculares, que espertamente se engajaram nos esforços contraterroristas dos Estados Unidos.

Às pressas, agora os Estados Unidos tentam recompor sua política. O drama na Somália é a dificuldade para encontrar atores políticos que integrem algum "eixo do bem". Muitos milicianos, que até tempos atrás recebiam dinheiro e equipamento da CIA e do Pentágono, combateram tropas americanas nos anos 90.

A Somália é um cenário de reveses americanos, alguns cinematográficos. Em outubro de 1993, a intervenção humanitária internacional liderada pelos Estados Unidos desintegrou quando 18 soldados americanos morreram em uma batalha com milicianos nas ruas de Mogadíscio que rendeu em 2001 o filme Falcão Negro em Perigo, de Ridley Scott.

Desde então, Washington tratava com negligência ou com atos desastrosos, como este apoio a milícias, o país esquálido do nordeste africano.

Alento a islâmicos

O apoio às milícias seculares, corruptas e violentas se revelou contraprodutivo, pois até deu alento aos grupos islâmicos, e simboliza o fiasco de esforços contraterroristas.

Agora o governo Bush teme que as vitoriosas milícias islâmicas sigam o exemplo do Talebã e disseminem um estrito código religioso, além de uma disposição para abrigar militantes da rede Al-Qaeda, acusados de envolvimento nos atentados em 1998 contra as embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e Tanzânia.

A realidade política é que as milícias ligadas à União das Cortes Islâmicas hoje são a força dominante na Somália. Os vitoriosos moderaram sua retórica e se dizem dispostos a partilhar o poder com um impotente governo de transição criado em 2004 com bênção internacional.

Nas últimas semanas, o Departamento de Estado tomou o controle da política americana na região da CIA e do Pentágono e seus diplomatas estão atuando com colegas europeus do chamado Grupo de Contato, no esforço de costurar um acordo, ou o mínimo de estabilidade no país.

Suspeitos

Qualquer missão conciliatória a ser endossada pelo governo Bush irá depender da entrega pelas milícias islâmicas de suspeitos de vínculos com o terror internacional e também de garantias de que não terá vez um governo ao estilo Talebã.

Robert Rotberg, professor da Universidade de Harvard e um dos maiores especialistas em terrorismo no nordeste da África, disse que, de fato, os Estados Unidos não podem continuar a ver a Somália apenas através do prisma do contraterrorismo e que a movimentação diplomática é a melhor opção no momento para o governo Bush.

Rotberg advertiu contra o perigo de associações mecânicas entre o Afeganistão dos tempos do Talebã e a Somália, onde a prática generalizada do islamismo nunca foi fundamentalista. Mais do que isto, em entrevista ao New York Times, Rotberg observou que as milícias islâmicas podem até funcionar como "uma zona tampão entre o terrorismo e o caos".

A Somália obviamente não é uma terra prometida, onde a esperança facilmente ressuscita.

De qualquer forma, John Prendergast, especialista na região do independente International Crisis Group, espera que o governo Bush tenha aprendido uma lição com um erro que lembra desastres anteriores da política externa americana no Terceiro Mundo nos tempos da Guerra Fria: a sofreguidão para armar capangas não substitui o trabalho paciente de construção de instituições.

26 de jun. de 2006

Israel nega atender exigências de seqüestradores

Israel nega atender exigências de seqüestradores





Gilad desapareceu depois de um ataque à um posto do exército israelense.

O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert se recusou nesta segunda-feira a atender qualquer exigência dos seqüestradores do soldado israelense Gilad Shilat.
O anúncio de Olmert é uma resposta a um comunicado de três grupos palestinos que alega manter o militar, desaparecido neste domingo, depois de um ataque a um posto do exército na Faixa de Gaza.

No ataque, dois soldados israelenses e dois militantes palestinos morreram.

O comunicado é assinado por três grupos, com um deles sendo a Brigada dos Mártires de Qassam, braço armado do Hamas.

O grupo Hamas, que governa a Autoridade Palestina, disse não ter informações sobre o soldado, mas fez um pedido para que ele seja bem tratado.

Apelo

A família de Shilat recebeu a visita do embaixador francês na tarde desta segunda-feira, uma vez que o soldado, apesar de nascido em Israel, também tem cidadania francesa.

O pai de Gilad, Noam Shilat, divulgou uma nota pedindo a libertação de seu filho e disse que tinha conversado com Ehud Olmert, que assegurou que tudo estava sendo feito para encontrar Gilad.

25 de jun. de 2006

Abbas pede ao mundo que impeça operação em massa em Gaza

Abbas pede ao mundo que impeça operação em massa em Gaza

Gaza, 25 jun (EFE).- O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, intensificou seus contatos com representantes da comunidade internacional e regional para que pressionem Israel para que não realize uma operação em grande escala na Faixa de Gaza.

Fontes da Presidência palestina indicaram que Abbas mantém intensos contatos com o alto representante de Política Externa e Segurança Comum da União Européia, Javier Solana; com o titular de Exteriores da Espanha, Miguel Ángel Moratinos, e com os Governos do Egito, Jordânia e Síria.

Além disso, as fontes afirmam que Abbas está tentado impedir um novo ciclo de violência na região e tenta convencer as milícias palestinas responsáveis pelo ataque desta manhã a libertarem o soldado israelense seqüestrado em Gaza e cujo paradeiro é desconhecido.

Um porta-voz dos Comitês Populares da Resistência, uma das três milícias participantes do ataque de hoje, disse a uma emissora palestina que o soldado seqüestrado está ferido no estômago e no ombro, mas se encontra em situação estável e recebe tratamento médico.

Meios de comunicação locais também informaram que o Governo egípcio está tentando mediar a questão para que as milícias libertem o soldado feito refém.

Dois soldados israelenses e dois milicianos palestinos morreram no ataque registrado esta manhã contra uma base militar israelense a poucos quilômetros do sul de Gaza.

Pelo menos oito milicianos participaram do ataque, atravessando um túnel que, segundo fontes militares israelenses, tem 250 metros.

Após o ataque, um grande número de forças israelenses blindadas e especiais, apoiadas pela Força Aérea, entrou no sul de Gaza, no que é até o momento a operação de maior envergadura lançada contra esse território palestino, de onde Israel se retirou no ano passado.

22 de jun. de 2006

Olmert hints at pullout of Shilo, Beit El, Ofra, Kedumim

Olmert hints at pullout of Shilo, Beit El, Ofra, Kedumim

Prime Minister Ehud Olmert on Thursday hinted that the settlements of Shilo, Beit El, Ofra and Kedumim would be evacuated under his unilateral withdrawal plan, and said that many other settlements in the West Bank would be also be evacuated.

"Shilo, Beit El, Ofra and Kedumim were always part of the historical Land of Israel, and they always emotionally will be," Olmert said in a conversation with Nobel Laureate Elie Wiesel at the Petra Nobel Laureates Conference in Jordan.

"We, Israelis, Jews, firmly and deeply believe that this Land of Israel from the Jordan River to the [Mediterranean] Sea has always been our heritage. We will always have a right to this land. Our history, and not that of the Palestinians, is buried underneath this land," the Prime Minister said.

Israel, Olmert said, would have to make a choice of whether to continue living in places where Israelis would never be separated from the Palestinians and which would make the Israeli-Palestinian conflict "endless", or to live in "a part of this land" so that Israelis would be able to live "in partnership" with a contiguous Palestinian state.
Settlers, Olmert added, would have to make a "personal choice" whether they wanted to live in a Jewish state or a Palestinian state. "The settlers can decide they would rather live on this particular piece of land, and that is [their] choice," Olmert said.
Responding to Olmert's comments, Nobel Laureate Robert Aumann, a staunch settlement supporter, told The Jerusalem Post that, given the choice, he would remain on land vacated by Israel in the West Bank under Palestinian sovereignty if his safety was guaranteed by the Palestinian Authority. Aumann, who lives in Jerusalem, added that he would encourage other settlers to do the same. "I will live in a Palestinian state if my life is assured by the Palestinian Authority, and I call on others to do the same if their security is assured. If it cannot be assured, then there is no peace. If we have hundreds of thousands of Palestinians, Arabs living in Israel, and we cannot have Israelis living in the land of the [Palestinian] Authority, then there is no peace," Aumann said.

Challenged by Aumann, who called Olmert's convergence plan a "crime against humanity," Olmert responded that the majority of Israelis were in favor of "painful compromises that would put an end to the conflict."

"I will pull out from territories, not from every inch, I have no commitment to the boundaries [Palestinian Authority President Mahmoud Abbas] Abu Mazen is demanding [a withdrawal to the 1967 lines]. This we will negotiate and I will make compromises. There will be blocs of settlements that cannot be evacuated. And there will be many, many settlements vacated by Israel which would give the Palestinians territorial contiguity in which they can realize their dream of a Palestinian state," Olmert said.

21 de jun. de 2006

Sintonia com a Consciência Semanal

Sintonia com a Consciência Semanal

Sintonia com a Consciência Semanal
18 a 24 de Junho de 2006


Más Vibrações


Alguma vez você se sentou para jantar num restaurante e sentiu uma vibração estranha na mesa? Ou estava procurando uma casa para comprar e não consegue explicar porque simplesmente se sentiu em casa na que acabou escolhendo?

Quando dizemos que um lugar tem "vibrações," o que estamos querendo dizer?

A verdade é que objetos físicos absorvem energia. A porção do Zohar desta semana oferece uma ilustração clara do que pode acontecer num caso extremo em que um meio ambiente físico alcança um ponto limite na retenção de energia negativa.

A história literal desta semana na Torá fala sobre um homem chamado Korach e a revolta que ele e seus 250 seguidores lideraram contra Moisés. O problema deles na verdade era com o irmão de Moisés, Aarão. Korach, que era um líder respeitado, questionou por que Aarão e sua família tinham sido escolhidos para serem os sacerdotes em vez dele. Ele estava acusando Moisés de nepotismo.

Tão grande era o desejo de receber somente para si mesmo de Korach, e tão intensa era sua energia negativa, que ela literalmente afetou a terra debaixo dele. Está escrito que a terra se abriu e engoliu Korach e seus seguidores.

Qual foi o erro de Korach? Era ambicioso demais? Não deveria ter questionado a autoridade? Não. A Kabbalah sempre nos encoraja a questionar nosso caminho a cada passo que damos. A dica para entender onde Korach errou está nas primeiras palavras da porção, vayikach Korach, "e Korach pegou." Assim como os 10 espiões da semana passada, Korach era um egoísta que pensava somente na sua própria auto-preservação. Ele estava mais preocupado com a justiça pessoal do que com o bem maior.

Isto é algo que todos nós fazemos em algum nível. Pense nisso. Quando enfrentamos alguém ou alguma coisa, é por que estamos preocupados com a justiça para todos ou com a justiça somente para nós mesmos? Korach só estava preocupado com o respeito que era devido a ele, com o dinheiro devido a ele. Os pensamentos do povo eram a coisa mais afastada da sua mente. O Zohar essencialmente está nos dizendo que quando a única coisa que queremos é ser o número um, acabaremos como o número dois.

Outra das infinitas lições que esta história nos ensina está relacionada com a idéia com a qual comecei: nossa energia afeta nosso meio ambiente. É muito difícil inculcar esta idéia em nossas mentes simplesmente porque não vemos que isto está acontecendo. (Como minha mãe e mestra Karen Berg diz, "Se pudéssemos ver nossas palavras, talvez tomássemos mais cuidado com elas.") Devemos perceber que quando chegamos em casa com raiva no final do dia, nossa casa literalmente absorve essa raiva - sem mencionar as pessoas com quem entramos em contato. E quem entre nós pode dizer que nunca bateu uma porta, jogou um prato ou chutou uma parede? Ninguém. Infelizmente, esta expressão de destruição leva exatamente a isto.

Precisamos encontrar uma maneira de transformar nossa raiva e nossas frustrações, ou elas serão transmitidas a algum objeto físico ou a alguma pessoa. Devemos às pessoas que amamos - e a toda humanidade - trabalharmos nisto.

O conhecido cabalista do século XVI Rav Isaac Luria (o Ari) diz que uma boa maneira de se livrar da raiva é o exercício - nade, pedale, corra - faça o que for preciso para se livrar da sua raiva de forma proativa.

O grande sábio do século XVIII, Rav Nachman de Breslav, recomenda o grito silencioso: "Grite alto com uma pequena voz parada. GRITE sem ninguém lhe ouvir. Qualquer um pode fazer isto. Simplesmente imagine o som deste grito em sua mente. Conceba o grito em sua imaginação exatamente como ele soaria. Continue fazendo isto até que você esteja literalmente gritando com esta 'pequena voz parada' silenciosa."

Agora, muitos de vocês lendo isto podem estar pensando: "Se tudo que você disse for verdade, minha casa deve estar cheia de negatividade." Não se preocupe, existem ferramentas que os cabalistas recomendam para livrar seu meio ambiente físico da negatividade. Existem passagens do Zohar que você pode escanear, assim como outras tecnologias espirituais que exigem explicações demais para se discutir neste formato. Se tiver interesse, pergunte no Kabbalah Centre e um professor lhe ensinará a purificar seu meio ambiente.

Tudo de bom,

Yehuda




Seqüência dos 72 Nomes da Semana:






Meditando sobre estas letras, aperto REBOBINAR e APAGAR no meu vídeo espiritual.

Purifico minha vida atual por meio da correção de minhas transgressões em vidas passadas.

Este Nome purifica também nosso meio ambiente físico de impurezas espirituais.



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Magal
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19 de jun. de 2006

Lashom Hará

Lashom Hará

O que significa Lashon Hará?

Traduzida literalmente do hebraico, a expressão Lashon Hará quer dizer ‘língua má’. Mas o conceito de Lashon Hará implicita falar mal dos outros, ‘fofocar’ ou denegrir a imagem de uma outra pessoa, mesmo se for verdade. 

O pecado de Lashon Hará é um dos mais graves no judaísmo. 

Nossos Sábios ensinam que a destruição do Segundo Templo Sagrado de Jerusalém e a diáspora judaica resultaram do ódio infundado entre os judeus e do pecado de Lashon Hará.

17 de jun. de 2006

Morre na Alemanha o judeu  "Bussunda"

Morre na Alemanha o judeu "Bussunda"


Morre Bussunda. 'Fofômeno' descansa em paz

Rio - Morreu neste sábado de ataque cardíaco o humorista Cláudio Besserman Vianna, o Bussunda, do programa Casseta & Planeta, da Rede Globo. O humorista estava em Munique acompanhando a Seleção Brasileira para a partida contra a Austrália.
Nos últimos anos, Bussunda se destacou por interpretar o atacante Ronaldo, da Seleção Brasileira e do Real Madrid, além do presidente Lula.
Casado e pai de uma filha, o humorista completaria 44 anos no próximo dia 25 de junho.
Outros três componentes do Casseta, Hélio de la Peña, Beto Silva e Cláudio Humberto, embarcam ainda hoje para o Brasil. Haverá na terça-feira um programa em homenagem ao colega.
As autoridades alemãs já estão providenciado todos os fins burocráticos para que o corpo possa ser levado ao Brasil ainda hoje.
Lutando com a velha pergunta: Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas?

Lutando com a velha pergunta: Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas?

Lutando com a velha pergunta:Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas?
Rebbetzin Feige Twerski
É uma velha pergunta: Por que as pessoas boas sofrem e as más prosperam? Pensadores e filósofos de todas as gerações, como também todas as pessoas afligidas pelas causas da existência, se esforçaram para encontrar claridade sobre esse assunto
Moisés, que era profeta, pediu a D’us, "Me mostre o Seu rosto,” representado por “Deixe me ver como as coisas realmente são” e a resposta de D’us foi, "Nenhum ser humano nesta vida pode ver ou apreender o significado dos Meus caminhos." Porém, D’us mostrou a Moisés Suas costas, insinuando que somente o futuro, ou seja, após os acontecimentos, que Ele proverá significado, coerência e perspectiva a tudo.
Existem momentos em nossa vida em que nos sentirmos como se estivéssemos suspensos, à beira de um abismo, quando o mundo parece estar se movendo incontrolavelmente, jogando uma porção de eventos em nós que nos ameaçam. O rei David ,no livro de Salmos, clama a D’us dizendo, "Quando Você esconde Seu rosto, sou lançado neste estado de confusão, a ponto de perder a capacidade de suportar." Em outro lugar ele exclama, "E é só quando Você derrama Sua luz que as coisas seesclarecem, que nosso estado é iluminado."
DOR E DIFERNIMENTOEu corri para o hospital onde minha querida amiga Debbie tinha acabado de dar a luz a um bebê com Síndrome de Down. Assim que entrei em seu quarto fui saudado pelo que parecia ser uma reação de contradições -- lágrimas que caiam de seus olhos e ao mesmo tempo um grande sorriso que iluminava seu bonito rosto.
"Eu nunca teria escolhido ou pedido este desafio," ela francamente admitiu, "mas se D’us estava procurando por uma casa amável e doce para esta pequena alma, Ele achou o lugar certo."
A resposta repentina de Debbie ,se confrontando contra a adversidade, mostra sua atitude corajosa, baseada na fé. Admite que houve a dor e pesar, mas simultaneamente reconhece e concorda com a vontade de D’us, o Onisciente, o Conhecedor de todos os Seres, cuja sabedoria insondável dirige e orquestra tudo o que ocorre em nossas vidas.
A fé não elimina o sofrimento, mas provê uma perspectiva de significado e propósito para as coisas.
O senhor Bertrand Russel, filósofo e agnóstico famoso, em uma conversa com um clérigo, afirmou que não acreditava na existência de um D’us num mundo em que uma criança chorava de dor. O clérigo respondeu que, assim como ele, não acreditava em um mundo em que uma criança chore de dor e não exista nenhum D’us para justificar tudo isto. Obviamente o homem paga suas dívidas em vida. A dor é a sina inevitável da condição humana. A fé não elimina o sofrimento, mas provê uma perspectiva de significado e propósito para as coisas. Permite que tomemos conhecimento que, embora os caminhos de D’us sejam freqüentemente impossíveis de se entender , alémde nossa compreensão, não são arbitrários ou caprichosos. Eles seguem Seu plano para o destino final do ser humano, o que leva em conta passado, presente e futuro.
Somente um Ser que não seja circunscrito e limitado ao tempo, pode ver o retrato inteiro. Todos nós existimos numa fatia pequena do tempo, fora do contexto, e só temos acesso a um segmento minúsculo do quebra-cabeça enorme que fará sentido somente quando todos os pedaços forem colocados em seu lugar.
PROCURANDO O SIGNIFICADO NO SOFRIMENTOMeu sogro, de santificada memória, gostava de contar a história de um homem que foi injustamente encarcerado por muitos anos nos tempos do Czar, na Rússia. Antes de começar seu encarceramento, implorou ao guarda para lhe dar algo construtivo para fazer durante sua longa e solitária estadia na prisão. O guarda apontou para uma roda na parede da cela completamente vazia. Ele aconselhou o prisioneiro a girar a roda, de modo que, de acordo com o guarda, ativaria um sistema de irrigação que faria florescer árvores e vegetação.Por 20 anos o prisioneiro girou a roda incansavelmente imaginando seus magníficos jardins, resultado de seu trabalho duro. Depois de passado muito tempo, ele foi libertado. Seu primeiro pedido foi para ser levado aos jardins, produto de seus muitos anos de incansável trabalho de girar a roda. Os guardas então riram arrogantemente de sua ingenuidade e lhe disseram que a roda que tinha girado todos aqueles anos não era conectada a nada.Ao ouvir esta terrível notícia o prisioneiro imediatamente caiu e morreu. O calabouço e a prisão de muitos anos não destruíram seu espírito, mas não poderia sobreviver sabendo que todos aqueles anos não serviram para nenhum propósito. Realmente, se o sofrimento não tem nenhum significado, a vida é reduzida para nada mais, além de uma piada cruel, e não vale nada o esforço exigido para viver no dia-a-dia. Como Nietzsche uma vez disse, "Aquele que tem uma razão para viver sobrevive de qualquer modo."Existem momentos em que, inicialmente, os eventos parecem ser trágicos ou menos desejáveis, e a história abaixo prova que este é um ímpeto para o crescimento e o desenvolvimento, realmente uma bênção para a vida.Miriam, uma mulher jovem, muito bonita, que foi afetada por uma doença debilitante e terminal, expressa sua gratidão ao fim de sua longa luta. Ela fez com que a deixassem fazer o que quisesse de sua vida. Antes de sua enfermidade, se encontrava totalmente distraída. Sacudida pela série de acontecimentos, ela ficou sóbria e foi forçada a achar um caminho construtivo de existência e significado dentro dela.
O Sfat Emet, um comentarista Chassidico, explica o conceito de D’us à procura de homem. Ele o vê expressado pelas conseqüências sofridas por Adão e Eva em seu fatal engano de comer da Árvore do Conhecimento. A dificuldade aparente na narrativa é a de por que a serpente, que foi a responsável por atrair o homem a fazer o ato, foi simplesmente condenada para uma vida de rastejar com sua barriga e a comer somente o pó, enquanto que o destino humano, depois disso, seria de trabalho duro e infinita labuta. "Pelo suor de sua testa você comerá o pão," e "com dor você deve dar a luz" seriam seus destinos. É justo que aquele que cometeu o pecado, a serpente, deveria ser posta à vida, levando-se em conta o fato de que o pó pode ser encontrado em todos os lugares, enquanto os descendentes de Adão e Eva teriam que lutar em todos os aspectos da existência, isto é, para se sustentar, para criar as crianças, etc.?O Sfat Emet sugere que a serpente realmente sofreu o último castigo. Ela comeria o pó que está sempre presente e, deste modo nunca mais precisaria responder ou falar com D’us sobre seus atos. Ela nunca teria que erguer sua cabeça ao céus para perguntar a D’us por qualquer coisa. Na realidade, D’us a rejeitou e nunca mais quis ouvir falar sobre ela.Em contraste, Adão e Eva e sua descendência inevitavelmente encontrariam os desafios para se alimentar e educar seus filhos. Seus esforços, em última instância, os motivariam a buscar e pedir a D’us, que deseja ter uma relação amorosa com cada um de nós. Não existe destino pior que do que o afastamento de D’us. Freqüentemente, a adversidade pode ser um catalisador poderoso para a conexão com D’us.Miriam entendeu que sua enfermidade, mesmo sendo dolorosa e desafiadora, era um convite, um despertar, um telefonema de seu amoroso Criador, que a forçou a parar para pensar e avaliar sua vida, entender que estava no caminho errado. No final das contas, deu a ela a oportunidade de, depois de procurar muito por sua alma, criar uma ligação com a fonte de sua vida, o Criador.
O ACIDENTE DE MEU GENROMeu genro, Rabino Elimelech Eliezer Ben Hena Fraydel, um Rosh Yeshivá (diretor de um Centro de Estudos americano), estava em Israel, a caminho de Tzfat para conduzir um Shabat inspirador para seus alunos. Ele estava num ônibus fretado com 60 de seus estudantes de rabinato, quando o motorista adormeceu, colidindo num inválido veículo do exército, que estava se preparando para entrar na estrada, e foi lançado pelo pára-brisa. Ele sofreu um dano pesado no cérebro e quatro meses mais tarde ainda estava inconsciente. Ele é pai de 12 crianças.Minha filha, Baila, não o acompanhou nesta viagem porque estava no começo de uma gravidez. O rabino Elimelech Eliezer é um mentor para milhares de pessoas. Sua Yeshivá é um exemplo sem igual, um modelo de aprendizado e vivência de todos os aspectos da vida com paixão. Ele é uma imponente figura, muito alta, cuja presença e brilho traziam uma notável alegria e energia onde quer que fosse. "Gevaldig" (incríveis), era sua resposta pronta e consistente para toda investigação sobre como as coisas estavam indo.No final das contas, ele não sabia onde estava indo quando partiu em sua viagem. Nenhum ser humano, não importa o quão grande e poderoso seja, pode predizer as circunstâncias de suas vidas. Só D’us sabe e está sob Seu comando. Porém, o que podemos controlar são nossas respostas em relação ao que ocorre conosco. A habilidade de resposta - a habilidade de escolher nossa resposta -- é sempre nossa prerrogativa.Victor Frankl, em seu trabalho de logoterapia, afirma que até nos campos de concentração, onde a morte era inevitável, havia uma escolha de como se morreria, se era com dignidade e compaixão pelos outros, ou se revoltando contra D’us, comportando-se desumanamente em relação aos outros. A vida nos apresenta diariamente muitos desafios e os recursos de uma pessoa está nas respostas que escolhemos. Alguém habilmente observou que a vida de todo mundo já está escrita de uma forma ou de outra, em uma prisão de limitações. O desafio está então em fazer o que nós focalizamos nas grades que nos confina, ou devemos passar por elas e chegar mais além?
TRANSFORMANDO A FERIDAUm rei, nos tempos antigos, possuía um diamante de incomparável beleza.Era o seu tesouro mais estimado. Em tempos de festa, ou quando ele hospedava hóspedes estrangeiros, orgulhosamente exibia seu diamante. Em uma destas ocasiões, quando tirava o diamante da caixa, este caiu no chão e sofreu um feio corte que severamente arruinaria sua extraordinária beleza. O rei, com o coração partido ,anunciou que a pessoa que consertasse seu estimado diamante teria todos os seus pedidos concedidos por ele. Mas se ele falhasse, seriam sumariamente executado.Artesãos vieram de todos os lugares, mas ao observarem a extensão do dano, se recusaram a tentar. Finalmente um artesão concordou em se empreender na arriscada tarefa. Ele foi provido com um quarto e as ferramentas requisitadas e depois de muito tempo apresentou o diamante para o rei. O rei, ao olhar a peça, deu um suspiro. O diamante ainda tinha o volumoso corte, mas o artesão o transformou em um talo e ao redor dele esculpiu pétalas que formavam uma magnífica flor. Tão surpreendente quanto o diamante era antes, agora ele estava muito mais primoroso e bonito.
Existem pessoas entre nós que são capazes de pegar as feridas da vida e transformá-las em recursos internos, as transformando em forças que as fazem pessoas mais profundas, compreensivas e com mais compaixão do que podiam ter sido caso contrário.Mas uma observação deve ser feita. Deve-se tomar nota de que pegar a estrada principal não significa que nós negamos a dor, ou que olhemos para aqueles que estão aflitos e esperamos deles uma devoção total e virtuosa, ou de sermos passivos ao que ocorre com o próximo. Nosso papel é fazer tudo que podemos para minimizar o sofrimento e o infortúnio de nossos semelhantes.
Quando outra pessoa está em crise não é o tempo apropriado para ensinar a fé. Melhor, deve-se aliviar a situação, oferecendo nossos recursos sentimentais, materiais e espirituais.
Alguns pontos para sobrevivência em tempos de crise (D’us nos livre) estão abaixo:
1.Tome cuidado com a pergunta “por que”. Isto é, Por que D’us fez isto comigo? Por que devo passar por isto? Estas perguntas freqüentemente não nos levam a parte alguma. Talvez uma abordagem mais construtiva seja mudar a pergunta do estilo de “por que” para uma pergunta como “qual e o que”. Dadas as circunstâncias, qual é o meu papel? O que D’us quer que eu faça? Qual deve ser minha resposta? Quais metas devo colocar para mim mesmo para sobreviver fazendo disto uma experiência de crescimento?
2. 'Se Deixe ir e deixe com D’us --a base de todos os programas de 12 passos. Renunciar a ilusão de controle pode ser muito libertador. A advertência de um psicólogo, é que, em muitas instâncias quando as pessoas 'se entregam a D’us,' elas passam a ter algumas expectativas de como as coisas deveriam ser. Quando não encontram, perdem rapidamente suas esperanças na capacidade de D’us e voltam para trás. Sua atitude parece ser a de que "eu me entregarei a D’us, desde que Ele faça as coisas do meu modo." Embora "virar a página", ou melhor, “recomeçar”, possa soar fácil, é realmente um ato de profunda confiança no qual as pessoas cedem o controle para algo nunca visto antes e, para muitos, incerto. Às vezes, o resultado não é um caminho conveniente, indolor ou claro em direção a resolução do problema, e sim uma longa e sinuosa estrada. ' Se Deixe ir e deixe com D’us ' é uma frase cativante, mas a verdade é que muitos de nós simplesmente não tem a fé e a coragem para dar um passo mais longo, ou seja ,um pulo em algo do qual ainda não têm certeza.
3.A fé é uma resposta aprendida. Não é algo natural a uma pessoa ou uma revelação. Deve se trabalhar duro para desenvolver sua fé. É uma disciplina interna. A palavra em hebraico para fé é 'emunah’, que compartilha uma raiz com a raiz, 'emun', que quer dizer treinar. A alma deve treinar para alcançar uma resposta significante. E Isto é feito ao se relacionar com pessoas que são um modelo de fé, grupos de apoio, experiências, lendo materiais, fitas e tendo uma orientação apropriada. A introspecção e meditação podem ser muito úteis.
4.O poder da oração. A oração e a leitura de Salmos são ferramentas poderosas para cultivar o laço mais significante de todas as relações -- nossa conexão com D’us. Somente esta conexão nos dará forças para navegar nos testes e tribulações da vida. Muitos Cabalistas e rabinos intuíram que o acidente do meu genro foi orquestrado por D’us a fim de evocar orações mundiais a seu favor. Precisamente, como era amado e honrado nos corações de tantos, foi escolhido para unir as orações de judeus em todos lugares para D’us. Toda pessoa pode começar onde está, e construir pouco-a-pouco seu dia a dia.
Os sábios do Talmud nos ensinam que o verso no livro de Zachariá, "Naquele dia o Todo-poderoso será Um e Seu Nome será Um," se refere ao tempo em que todos os pedaços do quebra-cabeça estiverem em seu devido lugar, e a luz esclarecedora de D’us iluminará a escuridão.Atualmente, em nossos tempos, nós recitamos duas bênçãos separadas. Quando eventos bons acontecem, nós recitamos, "Santificado é Você, D’us, Que é bom e faz o bem." Porém, se a natureza do evento é morte ou infortúnio (D’us nos livre), nós declaramos, "Santificado é Você, o Justo Juiz."
Em nosso mundo de ilusão, isto é o melhor que podemos fazer em meio à dor, ao sofrimento, à perda, e à tragédia. Mas, no futuro próximo, quando formos os beneficiários desta última luminosidade, só haverá uma bênção para tudo, agradecendo a D’us por tudo que é bom. Nós entenderemos então por que todas as coisas tiveram que ser como foram e como são, e que desde o princípio elas foram, em última instância, para nosso bem.
Que este dia chegue rapidamente em nossos tempos.

16 de jun. de 2006

Capital Jazz time

Capital Jazz time

Who says Tel Aviv has all the action? Hot on the heels of the Israel Festival, Jerusalem plays host this week to a new international music event, the first annual Jerusalem Jazz Festival, which runs Monday to Thursday. Sponsored in part by the Jerusalem Foundation, the Municipality of Jerusalem and the Caesarea Foundation, the event features a host of foreign and home-grown talent, with its organizers aiming to create a new Israeli festival that showcases what jazz is really all about.

"It's a very wide musical field," explains artistic director Barry Davis, who also writes for the Jerusalem Post. "Louis Armstrong is jazz, and so amazingly is [free-jazz pioneer] Ornette Coleman and many things beyond. But we won't take the route that some other festivals take and include rock bands in the lineup ... we want to bring a wide spectrum of people but not sell out."

It is true that most international jazz festivals, including Israel's Red Sea Jazz Festival, also feature artists who are clearly not jazz. For example, reggae star Eeek-A-Mouse is also performing at Montreux, considered the premier jazz festival in the world.

Judging by the program, the organizers of the Jerusalem Jazz Festival have succeeded in creating an event that showcases a rich spectrum of jazz while staying true to the goal of presenting artists who work firmly inside this great art form. One of their other goals was to create a festive, communal environment. With four concerts each evening and a schedule that features free artists' workshops and late-night jam sessions, festival-goers can spend four days immersed until the wee hours. Because the schedule is somewhat staggered, with performances starting at 7:30, 9 and 10 p.m. each evening, it should be possible for the truly dedicated to catch two shows in the same night.

Among the festival highlights is a performance by the superb American vocalist Nnenna Freelon, who just got nominated for her sixth Grammy award and who performs a traditional style of jazz singing. Also appearing is New York-based pianist Geri Allen, who has worked with a who's-who of the jazz world and will give two concerts, one solo and one with her trio. Also on the more traditional side of things is the the Louis Hayes/Curtis Fuller Rising Stars, an ensemble led by legendary drummer Hayes and trombonist Fuller, both of whom started out in the 1950's. They will also give two performances.

One of the more exciting concerts promises to be that by Ignacio Berroa and his quintet. Now 53, Berroa just released his debut album as a leader on the prestigious label Blue Note. Berroa is a superb Cuban-American drummer best known for playing with Dizzy Gillespie in the 1980s, and his quartet features saxophonist David Sanchez, who won a Grammy Award last year for his album Coral.

The more adventurous side of the jazz world is represented with an appearance by Kenny Wheeler and his quartet. Wheeler is a 76-year-old Canadian-born, Europea-based trumpet player who started in the bop-era and has been a champion of free jazz for decades. Also in this vein is innovative Dutch saxophonist Mete Erker and his band The Blink Too, which mixes high-energy jazz with electronics and free improvisation.

Among the performing artists who live and work in Israel is the Avi Adrian Trio. Pianist Adrian is a pivotal figure in the Jerusalem jazz scene and has taught a generation of young Israeli musicians jazz piano and theory. Also appearing is Avi Lebovich and his 13-piece orchestra, considered by some to be the leading Israeli jazz composer and arranger.
Lighting Up

Lighting Up

Lighting Up

By Chana Weisberg

Dina is sitting in her bedroom with a scowl on her face.

She is sixteen years old, and it seems like everyone is always trying to change her.

There's her mother who urges her to be neater and more organized. "Just look at this room of yours!" Her mother rants. "One day you will have a home of your own and you won't even be able to find the floor with your mess piled so high. You've got to learn to be more orderly!"

Her father is always criticizing her for being too dreamy and not more ambitious. Whenever he finds her pensively engaging in her favorite pastimes of writing or drawing, Dina's father frowns. "You've got to start thinking about your career path, Dina. If you would just apply yourself as much to your school grades as you do to your meaningless hobbies...!"

Even Dina's friends are critical. They ridicule her for not paying more attention to her hair, her clothes or her general appearance. It's not that Dina doesn't take care of herself, it's just that she can't keep up with all the latest, changing fashion trends. Their disparaging appraisals prove to her that she just isn't up to par.

Dina is mature enough to understand that her parents and friends care about her and seek her benefit and welfare. But she feels that they just don't understand her, or validate her for whom and what she is.

Dina wonders: "Why can't they ever just appreciate my positive qualities? Why do they try to change me into someone else, instead of helping me to develop into the best 'me' that I can be?"


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This week's Torah reading, Behaalotecha (Numbers 8-12), opens with the divine instructions to Aaron the High Priest regarding the lighting the Menorah:

"Speak to Aaron and say to him: When you raise up the lamps, the seven lamps shall cast their light toward the face of the menorah." (Numbers 8:2)

Rashi: He is required to kindle the lamp until the flame rises by itself, on its own accord (Talmud, Shabbat 21a). Our Sages further expounded from here that there was a step in front of the menorah, on which the kohen stood to prepare the lamps.

The lights of the menorah are symbolic of the Jewish soul. The word "raise up" (Behaalotecha) is used rather than "kindle" or "light" because Aaron's task was to raise up every soul, to bring out the great potential within each individual.

There are times when a person's potential is concealed, so hidden within his subconscious that even he himself is unaware of his capabilities.

Perhaps he has been surrounded by criticism his whole life so that he no longer believes in himself.

Perhaps he has traveled through life's twisted paths of challenges and has failed so many times that he no longer trusts his abilities to ever succeed.

Perhaps he just has never been surrounded with the nurturance and validation so vital for all of us that he has come to consider himself with utter disdain.

Or maybe he just never pushed himself to the limit, and is therefore simply unaware of how to bring out his latent potential.

The role of a true mentor is to "light up" the potential in every individual, to reveal it from its state of dormancy.

When "lighting up" another, the key is not only to light up his flame of belief, but to take him to the stage where he is no longer dependent on your outside inspiration. He is lit up--as Rashi interprets the meaning of our verse--"until the flame rises by itself, on his own accord" and is able to shine strongly by himself without the constant aid of another. He begins his trek by first taking baby steps and then gains inner confidence to take real strides in his own growth and development.

The mentor provides the keys by providing the belief, direction and confidence in his abilities and then the individual is able to soar on his own wings.

And this is achieved by raising up instead of putting down. By teaching and illuminating via uplifting and encouraging messages rather than criticism and rebuke.


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The menorah had seven branches. These branches are metaphors for the seven soul personalities.

There are some individuals who are right oriented, they are outward bound, giving, extroverted, full of love and kindness (chesed) to everyone around them. There are others who are more introverted, more restrained, more exacting and fearful (gevurah). Then there are those who beautifully (tiferet) synthesize the two, sometimes giving and other times withholding.

Some individuals surge with a swell of competitive energy (netzach); while others are masters of non-swerving, consistent devotion (hod). Some are characterized as being experts at connecting with others (yesod) by gathering and condensing their messages through effective communication skills. And others have an aura of authority, regality (malchut), confidence and self-appreciation that affects all aspects of their personality.

In all, there are seven general paths, each with its own personal and unique way and direction.

The three wicks on the right and the three wicks on the left were all directed toward the Menorah's central stem, concentrating their light toward the center. The Torah is teaching that irrespective of your personality, irrespective of your unique path or calling in life, as long as your actions are not self-serving but are directed towards a bringing more goodness into our world--you are able to shine brightly.


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In the mentor's role, it is crucial that one values these special qualities and paths of another.

All too often we try to change people. Whether as parents, spouses, friends, co-workers or teachers, we see someone's lack and we point out his errors, in the interest of "helping him improve". In doing so, we construct an artificial model of what we believe is the only true path to self-actualization. We denigrate others' differences rather than learn to appreciate the beauty of their diversity in creating a better world.

Our job, says the Torah, is to help another reach his potential by seeing the beauty in his path and qualities, rather than by becoming a carbon copy of ourselves. As long as his path is directed "inward," towards a higher calling of creating a G-dly world, his path is true.

We "light up" another not through scathing criticism aimed at crushing individuality, but through warmth, love and validation. By validating positive qualities, by discovering latent capabilities, by igniting his fire so that his own branch shines brightly, we have succeeded in enriching another life.


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So, tell your child you love him unconditionally. Find his positive qualities and show him how beautiful he is. Demonstrate to him through words and actions that you value how special he is.

Tell your spouse you love him and appreciate him for what he is—not just for what he can be. Point out his positive qualities and you have empowered him to become the best person he can be.

Lighting up another fire is not an easy task. But, in the process, you will have raised yourself to become a better, taller, more tolerant and loving individual.

"There was a step in front of the menorah, on which the kohen stood to prepare the lamps."

By seeing the beauty in another's qualities, by helping him actualize his best qualities, even when different from your own, you will have raised yourself, to now stand as a taller individual.


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Perhaps this is the connection to the conclusion of this week's Torah reading, where Miriam's mistake and punishment are recorded.

Miriam and Aaron spoke against Moses regarding the Cushite woman he had married... They said, "Has the Lord spoken only to Moses? Hasn't He spoken to us too?"

G-d called to Aaron and Miriam: "If there be prophets among you, G-d will make Myself known to him in a vision; I will speak to him in a dream. Not so is My servant Moses... With him I speak mouth to mouth; in a vision and not in riddles, and he beholds the image of G-d. So why were you not afraid to speak against My servant Moses?"

The wrath of the Lord flared against them and He left... and behold, Miriam was afflicted with tzara'ath, [as white] as snow. (Numbers 12:1-10)

Moses differed from all other prophets in that he had to be ready to hear G-d's communication at any moment. He therefore had to be ritually pure at all times, meaning he had to refrain from marital relations with his wife, Zipporah.

Miriam learned of Moses's conduct by a chance remark of Zipporah. Not realizing that G-d had instructed Moses to do so, and feeling it was unjustifiable, Miriam criticized Moses to his older brother, Aaron, in the hope of rectifying the situation. Since both Aaron and Miriam were also prophets, but were not required to withdraw from normal family life, in their understanding neither was Moses.

G-d punished Miriam for instigating this criticism.


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The driving force in Miriam's life was her championing family harmony. Ever since she was a little child in Egypt, under the cruel laws of the Egyptian taskmasters, she sought to increase familial unity.

We are first introduced to Miriam as a youngster, when the new Pharaoh ascended the throne and decreed that all Hebrew baby boys born must be put to death. The young Miriam would serve at her mother's side in her role as midwife to help the Jewish women give birth. The two valiantly risked their lives by not doing what the king had commanded them and saving the Jewish babies.

As a result of Pharaoh's decree, Miriam's father divorced her mother so that no more children would be born and thus there would be no more baby boys for the Egyptians to murder. Miriam protested vehemently to her father. Though she was a child of only six, her wise words of rebuke caused her father—and all the other men of the generation who followed his example--to reunite with his wife, with the resultant birth of Moses.

Years later, during the Jewish people's forty year sojourn in the desert, the "well of Miriam", miraculously traveled with them, in Miriam's merit. This extraordinary well not only provided drinking waters for the nation, but it also provided spiritual nourishment by serving as a mikvah. Miriam's well enabled the Jewish people to uphold the laws of Family Purity, allowing husbands and wives to live in marital harmony.


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Throughout her life, the focus and essence of Miriam's life was a determined objective of increasing family unity and harmony. This drive was part of her quintessential self and path of Divine service.

When Miriam witnessed her younger brother willfully separating from his wife, she could not stand by but voiced her protest to correct what to her was a reprehensible situation.

Miriam's intentions were pure and upright, but she erred in her basic evaluation of Moses. She applied her own path--and the correct path for every other Jew--to Moses. Moses, on the other hand, was a unique individual, a prophet like no other. Being such a supreme prophet, standing head and shoulders above others, he was not to be judged by the same yardstick and the same parameters as any other individual--even another prophet as great as Miriam or Aaron.

Miriam was punished for her criticism, despite her proper intentions. Because ultimately in helping to rectify another individual, we have to view him in light of his own individualized path in serving G-d, even if it is diametrically different from our own.

As great as Miriam was, she erred in her calculation. Her judgment was ultimately blurred by her own positive and altruistic path in creating more marital harmony in our world. Her challenge was too see Moses shining brightly through his own, unusual path.


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We learn from Miriam that despite our best intentions in helping to create a better world, we can only do so by realizing that there are several "branches on the menorah"--several different paths. We can only succeed to "light up" another if we are able to see the other for their own self, without being colored by our own personal biases--even when these are positive, altruistic ones.

If we can appreciate another person for what he is, for what he represents, for what he ultimately can contribute to our world through his unique talents and personality--we will have lit up our world as a brighter, more tolerant and more loving place.
Aniversário

Aniversário

Chegou o dia. Mais um ano, mais um aniversário, mais presentes, mais algumas expectativas, sonhos ao fechar os olhos e fazer seus pedidos... Quer continuar comemorando assim o seu aniversário ou está aberto a mudanças?

O Talmud nos diz que na data do aniversário judaico o mazal, sorte, da pessoa é dominante. É certamente mais que uma ocasião para receber presentes; é uma chance de festejar, agradecer e refletir sobre o que está realizando atualmente em sua vida. Este é o dia em que você nasceu, em que a sua vida começou e é também o dia em que sua vida pode mudar.

O aniversário ensina o conceito de renascer. Festeja-lo é celebrar um novo começo. Não importa como as coisas transcorreram ontem, ou ano passado, temos sempre a capacidade de tentar de novo. Nossos sábios explicam que no dia do aniversário, com nossa sorte aumentada, torna-se o momento oportuno para fazer um balanço de nossas realizações passadas e assumir novas decisões.

O aniversário é mais um estágio em nosso desenvolvimento e a ocasião propícia para uma introspecção. Aproveite para pensar sobre o papel que a Torá ocupa em sua vida. Pergunte para si mesmo qual a distância dos atos que você praticou daqueles que você ainda pode praticar e adicionar.

Investigue francamente: "Estou utilizando meu tempo apropriadamente ou o desperdiçando em coisas fúteis e passageiras? Como posso aproximar o caminho que conecta minha vida exterior à minha vida interior?"

A mesma energia que D'us investiu no instante de sua concepção está presente a cada ano mais uma vez. Aproveite a chance. Comece com a introdução de pequenos atos. É muito fácil declarar que você está simplesmente agradecido; torna-se muito mais significativo, no entanto, demonstra-lo através de uma boa ação, algo que não fez ontem. Não porque alguém lhe está convencendo a fazê-lo ou forçando-o, mas simplesmente porque a voz de sua alma quer expressar a gratidão que sente por ter nascido e estar viva.

É simples, planeje uma festa! Convide sua família e reuna seus melhores amigos. Alimente e nutra bem seus amigos. Além dos comes e bebes casher que os farão sair da dieta habitual, prepare uma comida espiritual. Fale um assunto de Torá (descole um rabino ortodoxo moderno, mente ampla e cuca fresca, mas profundamente engajado em temor a D'us e cumprimento de mitsvot - ações quentíssimas da Torá - praticadas com amor e sabedoria). Recite no Tehilim, Livro dos Salmos, o capítulo correspondente ao ano que completará em sua próxima data de aniversário.

Deixe exposta uma caixinha de Tsedacá (caridade) e coloque um valor que ficará a seu critério. Incentive seus amigos a fazerem o mesmo, explicando que não se trata de nenhuma poupança ou fundo de investimento pessoal, mas universal - para ser posteriormente doada aos pobres e instituições beneficentes. Se o seu aniversário cair em um Shabat ou Yom Tov, dê tsedacá na véspera, antes do horário do acendimento das velas.

Quer aumentar suas ações positivas nesta data? Então se possível, adquira uma fruta que ainda não tenha provado este ano para recitar a bênção de Shehecheyánu:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiánu lizman hazê.

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D'us, Rei do Universo, que nos deu vida, nos manteve e nos fez chegar até a presente época.

No caso de homens, é costume ser chamado à Torá no Shabat precedente ao aniversário.

Não é simples? Faça um l'chayim (isto sou eu quem aconselho!) e tenha uma vida longa e plena, com Torá e mitsvot. Qualquer mitsvá dá uma grande satisfação a D'us, porque ele vê que a criança na qual Ele investiu está vivendo conforme seu potencial.

Esta é a verdadeira experiência do nascimento, o começo verdadeiro para uma vida significativa.

Não se esqueça de agradecer a Ele, o primeiro a entrar em sua vida, seu convidado permanente, o maior amigo desde o dia de seu nascimento:
aquele que certamente nunca lhe abandonará: D'us.

14 de jun. de 2006

Nascimento e falecimento de Yehuda

Nascimento e falecimento de Yehuda

Domingo 15 de sivan (11 de junho)

Nesta data:

Nascimento e falecimento de Yehuda(1565 e 1466 AEC).
Yehuda, o 4º filho de Yaacov e Leah, nasceu em Charan a 15 de Sivan de 2196 (1565 AEC). Ele faleceu na mesma data 119 anos depois, no Egito. Yehuda aceitou a liderança tanto na venda de Yossef como escravo quanto nas tentativas posteriores dos irmãos para encontrá-lo e libertá-lo. Yaacov entregou a liderança de Israel a Yehuda, proclamando: “O cetro não se afastará de Yehuda, nem o legislador de entre seus pés, até que Shiloh (Mashiach) venha…” A casa real de David, assim como muitos dos grandes Sábios e líderes de Israel no decorrer das gerações da história judaica, traçam sua linhagem até Yehuda.
Yehuda teve cinco filhos: Er e Onan, que faleceram sem deixar filhos; Shelá: e os gêmeos que teve com Tamar, Peretz e Zerach;. Seus descendentes formaram a Tribo de Yehudá, a mais populosa e prestigiosa das Doze Tribos de Israel.

11 de jun. de 2006

Hamas anuncia "terremoto" contra Israel

Hamas anuncia "terremoto" contra Israel

JERUSALÉM - A ala militar do Hamas anunciou que não mais honrará uma trégua estabelecida com Israel depois que o Estado judeu fez disparos de artilharia ontem contra uma praia da Faixa de Gaza matando civis. "O terremoto nas cidades sionistas vai recomeçar", anunciou um panfleto distribuído por militantes em uma manifestação do Hamas ontem.

Plebiscito
O terrorista egípcio Ayman al-Zawahiri pediu ontem à população palestina que rejeite o plebiscito que o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, pode convocar neste fim de semana, que incluiria um reconhecimento implícito do direito de existir do Estado de Israel.

Em vídeo divulgado ontem pela rede catariana al-Jazeera, Zawahiri, que apareceu diante de um fundo negro e com uma arma automática apoiada atrás, criticou os líderes árabes e muçulmanos por não respaldar os palestinos nos duros momentos pelos quais estes estão passando. "Peço aos muçulmanos de todo o mundo que ajudem seus irmãos palestinos, que sofrem um assédio", disse Zawahiri.

Cessar-fogo
O chefe das Forças Armadas de Israel, general Dan Halutz, ordenou o fim dos bombardeios contra a Faixa de Gaza, após as informações de que vários civis morreram devido ao ataque no litoral norte da faixa. Fontes militares israelenses disseram que o Exército está investigando as circunstâncias do fato, que segundo diversas fontes teria deixado entre 9 e 12 vítimas fatais, entre elas várias crianças, e dezenas de feridos. Fontes palestinas aumentam para 15 o número de mortos e quase 50 o de feridos.

Ao longo do dia, tanto a aviação israelense como a frota naval e unidades de artilharia terrestres fizeram bombardeios contra diferentes pontos do norte e do sul da Faixa de Gaza.

"O Chefe do Estado-Maior ordenou o fim de todos os ataques, e continuamos investigando o ocorrido", acrescentaram as fontes, que destacaram que o "Exército israelense lamenta qualquer dano causado a civis inocentes". As Forças Armadas israelenses ofereceram também assistência às vítimas do ataque contra a praia de Gaza, e estenderam a colaboração para que os feridos possam ser atendidos em centros hospitalares de Israel.

Enterro
Milhares de pessoas participaram ontem dos funerais de Jamal abu Samhadana, líder dos Comitês de Resistência Popular, morto na noite de quinta-feira em um bombardeio israelense, enquanto seus homens prometeram vingar sua morte com atentados suicidas.

Desde o início da manhã as estradas de Gaza mostravam um forte aumento no tráfego rumo ao sul. Os acessos à cidade de Rafah, onde o corpo será enterrado, estão congestionados, informaram testemunhas. Abu Samhadana foi enterrado em sua cidade natal. Em seguida, no estádio local, foi feita uma oração por ele. O chefe dos Comitês Populares da Resistência, que há dois meses era também inspetor-chefe dos órgãos de segurança do Ministério do Interior da ANP, morreu num bombardeio da Força Aérea de Israel a uma base de treino entre as localidades de Rafah e Khan Yunes.

10 de jun. de 2006

Israel ameaça atacar líderes do Hamas

Israel ameaça atacar líderes do Hamas

O ministro israelense da Defesa, Amir Peretz, elevou as chances neste sábado de novos ataques contra líderes do Hamas, após o grupo militante islâmico anunciar o fim de uma trégua que durava 16 meses.
Perguntado por jornalistas em uma base ao sul de Israel sobre ataques a autoridades do Hamas, ele respondeu: "Nós definitivamente vamos agir contra qualquer operação ou elemento que esteja planejando operações... Ninguém que coloque os israelenses em risco pode colocar seu nome em uma apólice de seguros."
O Hamas, que chefia o governo palestino, voltou a fazer ataques com foguetes depois de sete pessoas serem mortas em uma praia de Gaza na sexta-feira em uma ação israelense. Peretz disse que uma investigação do Exército sobre o incidente será concluída em um ou dois dias.
Militantes afirmam ter sequestrado israelense

Militantes afirmam ter sequestrado israelense

Militantes da Cisjordânia afirmaram no sábado ter seqüestrado um israelense. Segundo disse a suposta vítima numa declaração gravada em vídeo, os captores disseram que o matariam se Israel não libertasse prisioneiros palestinos.

As Brigadas dos Mártires Al-Aqsa, que divulgaram uma cópia da fita gravada, disseram que o homem foi seqüestrado perto da cidade de Nablus, na Cisjordânia. O grupo disse que ele é israelense.

O seqüestro não foi confirmado por enquanto e o exército israelense estava verificando a informação. Militantes já fizeram afirmações falsas sobre seqüestros, mas nunca apresentaram vídeos com os seqüestrados. O homem na fita parece ter entre 20 e 29 anos e exibia um cartão de identidade da Universidade Hebraica de Jerusalém, com o nome de Benjamin Bright-Fishbein. Ele usava o solidéu dos judeus religiosos.

"Se os prisioneiros não forem libertados, eles vão me executar", disse ele em árabe.
As Brigadas dos Mártires Al-Aqsa faz parte do movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas.
Bíblia Hebraica

Bíblia Hebraica


Tradução para o português da Bíblia - de Gênesis a Crônicas - diretamente do hebraico e à luz do Talmud e das fontes judaicas.880 páginas em papel Scritta creme 44 gr. (o que dá uma espessura de apenas 3 cm), capa dura de luxo.

* * * Inédito, um Tanach em português!


por Bernardo Lerer Jairo Fridlin, da Editora Sêfer, já pode respirar aliviado: dois anos depois de iniciada, até o final deste mês estará pronta a primeira edição completa do Tanach , isto é, a Bíblia judaica, em português.

Ele realiza "um sonho antigo, pois os judeus falam português há pelo menos mil anos e a única versão do Tanach numa língua próxima da nossa é de 1553, editada em Ferrara, na Itália, mas em ladino. Os judeus não tinham autorização para traduzi-la para o português", conta Jairo, que editou dezenas de livros de oração, de reflexão, para crianças, leis sobre cashrut, etc.

A versão em português do Tanach terá 880 páginas, capa dura de luxo e uma lombada de apenas dois centímetros e meio, porque empregou-se o chamado papel bíblia, cuja folha pesa apenas 44 gramas.

O livro é uma obra coletiva. Ele o traduziu junto com David Gorodovis, do Rio, e teve a revisão técnico-religiosa dos rabinos Marcelo Borer, Daniel Touitou e Saul Paves, e dos professores Norma e Ruben Rosenberg, Daniel Presman e Marcel Berditchevsky.O livro vai se destinar aos alunos das escolas judaicas e ao público em geral. A seguir, entrevista com Jairo Fridlin: Quais as novidades desta edição? A maior, sem dúvida, é seu "jeito" judaico, baseado e influenciado pela visão do sábios do Talmud e nas demais fontes judaicas dos últimos 2.000 anos.

O uso dos nomes hebraicos - tanto dos personagens como dos lugares - torna o conjunto da obra mais interessante, porque usamos o "ben" para indicar a filiação (ex.: Avner, filho de Ner, virou Avner ben Ner).

Quanto aos lugares, é possível entender onde que se passa pois esses pontos são visíveis no mapa hoje. Na grafia, usamos o H sublinhado para representar as letras Chet e Chaf, ao invés do tradicional CH. Acredito que o resultado seja bom. O público vai decidir. Embora seja apresentada convencionalmente, em capítulos e versículos - cuja origem não é judaica, mas teve que ser "oficializada" devidos aos recorrentes debates inter-religiosos da Idade Média -, tentamos demonstrar como é a divisão judaica para evita desmembramentos e descontextualizações de alguns textos.
Apresentamos também aquelas "aberturas" que aparecem no textos hebraicos. Ficamos devendo a inclusão de todo o texto em hebraico. Isso fica para a próxima.Agora, em relação às outras traduções em português, o que mais a distingue é que nenhuma delas foi feita diretamente do hebraico, idioma original da Bíblia. O que ninguém discute e é um fato.
Quais as grandes dificuldades encontradas para a tradução?
Ao não inserir notas de rodapé, tivemos de decidir entre as diferentes opções de tradução de algumas palavras, bem como optar por um dos tantos e ricos caminhos exegéticos. Às vezes, seguimos a opinião de Rashi, outras a de Nachmânides, outras de um terceiro, e assim sucessivamente. Mas sempre apoiados em alguma opinião rabínica, e de preferência, a que melhor se articulava com o texto em si, a que damos o nome de "peshuto shel hamicrá".

Que cuidados tiveram com a tradução?

Em primeiro lugar, a clareza - para os jovens estudantes entenderem o que o texto diz. Nesse ponto, sacrificamos várias palavras - por si só corretas e precisas - por outras mais conhecidas e compreensíveis. Educadores constituíam o grupo de trabalho para dar uma forte conotação educativa à obra.Segundo, tentamos inserir no texto algo aparentemente abstrato mas cuja ausência é possível sentir em outras traduções: o olhar judaico, o gosto judaico, o som judaico; o estilo judaico, enfim.Além disso, tentamos extrair do texto certas influências externas que se incorporaram a ele, às vezes intencionalmente, o que o distanciava do original. Um exemplo é traduzir Shabat por "dia de descanso", que amanhã poderia vir a ser o domingo... ou traduzir a palavra Toráh apenas como Lei, quando sabemos que ela é muito, muito mais que isso.
Raramente, e entre parênteses, inserimos palavras que complementam o texto, ou que o comentam, ou que identificam determinados personagens a que o texto faz referência. Isso poderá evitar que certas passagens sejam relacionadas a quem não de direito. Nos Profetas maiores e particularmente em alguns dos Escritos, não nos prendemos mais do que o necessário à letra do texto mas tentamos captar e transmitir sua mensagem de forma bem clara, como anteriormente na edição do livro dos Salmos. Nossa intenção é que o leitor se emocione com o texto, vibre e se envolva com a leitura. Neste caso, a tradução literal e "burocrática" seria um erro.

De que fontes se valeram para a tradução?

Primeiro, baseamo-nos na versão em hebraico do Tanach conhecida como "Kéter Aram Tsová" (ou Alepo), reconhecida como a mais fiel e autêntica, e que remonta à época de Maimônides.Consultamos traduções para o inglês, espanhol, francês - e mesmo português - como fontes de comparação e apoio, mas no apoiamos principalmente nos comentaristas clássicos do Tanach , conforme relacionado no livro, mencionando até a época em que viveram.

Por que uma tradução para o português?

Porque havia essa carência e, em algum momento, alguém teria de fazê-la. O Tanach é a base de todo o "edifício" do judaísmo. Todos os demais livros se relacionam a ele. E é triste e doloroso constatar que poucos de nós tivemos a oportunidade de conhecê-lo. Eu mesmo, no início de meus estudos, sofri para entender muitas passagens. Talvez agora, disponível uma tradução judaica para o português, mais pessoas se interessem em conhecer e estudá-lo com a profundidade que ele merece!

Qual o significado desta obra?

Para mim, é a maior de todas e tantas contribuições judaicas para a Humanidade. Ela é a ponte que poderá tornar o mundo uma grande família de povos e, à luz de seus ensinamentos, aprenderá, um dia, a se respeitar e a viver de forma harmônica e em paz, como nos ensina aquela famosa profecia do lobo e do cordeiro, de Isaías. Ela é o livro mais importante da cultura judaica e o que mais profundamente influenciou a civilização ocidental. Graças a ela, nos deram, aos judeus, o título honorífico e o devido respeito por sermos "o povo do livro". Pois devemos assumir esta condição, também em português.

O texto foi traduzido na ordem direta, ou tal como se lê no original?

Onde possível, tentamos colocar na ordem direta. Ao invés de "E falou o Eterno a Moisés", adotamos o "E o Eterno falou a Moisés". Mas em trechos dos Profetas e dos Escritos, o estilo do texto exigia que mantivéssemos a forma indireta.Quem já se mostrou interessado nela?Primeiramente, as escolas judaicas; creio que logo as famílias judaicas também se interessarão por uma obra tão importante e fundamental para a identidade judaica. O público não-judaico também está ansioso por conhecer a forma como nós, judeus, lemos e entendemos a Bíblia.

Existe a possibilidade de ela vir a ser distribuída nos países de fala portuguesa?Existe, e vamos tentar fazer isso o mais breve possível.A edição inclui a exegese do texto bíblico?Apenas parcialmente, pois não existe tradução sem exegese. Em outras palavras, a própria tradução é, em certa medida, uma exegese.

9 de jun. de 2006

Abbas condena "massacre" israelense na Faixa de Gaza

Abbas condena "massacre" israelense na Faixa de Gaza

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, condenou a ofensiva que Israel lançou hoje por terra, mar e ar contra a Faixa de Gaza, que deixou mais de dez mortos e mais de 40 feridos de diversas gravidades.

"Não há lugar para dúvidas de que o ocorrido em Gaza é um sangrento massacre contra nosso povo, nossos civis, sem nenhum tipo de discriminação", disse Abbas.

Além disso, o presidente da ANP pediu "à comunidade internacional, ao Conselho de Segurança da ONU e ao Quarteto para colocar fim à política de assassinatos de Israel".
O chefe das Forças Armadas de Israel, general Dan Halutz, ordenou o fim dos bombardeios contra a Faixa de Gaza e a abertura de uma investigação, após os bombardeios de artilharia israelense no litoral norte da Faixa de Gaza.

Nesse ataque, morreram entre 10 e 15 pessoas - segundo as fontes - e várias dezenas de pessoas ficaram feridas, na maioria civis e crianças.

8 de jun. de 2006

Líder da Al Qaeda no Iraque é morto, diz premiê

Líder da Al Qaeda no Iraque é morto, diz premiê


Zarqawi esteve preso na Jordânia entre 93 e 99

A morte de Abu Musab al-Zarqawi, considerado o líder da rede Al Qaeda no Iraque, foi anunciada pelo primeiro-ministro do país, Nuri Al-Maliki, em uma entrevista coletiva nesta quinta-feira.
"Zarqawi foi morto", declarou o premiê, acrescentando que o militante teria morrido em um ataque aéreo na capital do país, Bagdá.

Maliki fez o anúncio acompanhado da maior autoridade militar dos Estados Unidos no Iraque, o general George Casey.

Nascido na Jordânia, Zarqawi era o homem mais procurado do Iraque por ser considerado o responsável por um grande número de ataques, assassinatos e seqüestros no país.

Importância

Várias das vítimas dos seqüestros foram decapitadas e os vídeos das execuções veiculados na internet e em DVDs pelo Iraque.

Ele teria sido nomeado por Osama Bin Laden em 2004 como o seu representante para o Iraque.

Acredita-se também que Zarqawi estaria por trás de ataques a muçulmanos xiitas – a Al Qaeda é uma rede ligada a um ramo do islamismo sunita – incluindo ataques a mesquitas.

O ataque na sede da ONU que matou o representante especial da entidade no Iraque, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, também é atribuído a ele.

Zarqawi também é responsabilizado por ataques diários a soldados das tropas da coalizão que ocupa o país.

O embaixador americano para o Iraque, Zalmay Khalilzad, disse que o assassinato de Zarqawi representa um "grande sucesso" na chamada "guerra contra o terror".

O diplomata classificou o jordaniano de "o 'Poderoso Chefão' da matança sectária no Iraque" e, "embora sua morte não signifique o fim da violência no país, ela representa um passo importante e um sinal positivo para o Iraque".

O correspondente da BBC em Bagdá, Andrew North, diz que a morte de Zarqawi significaria um momento significativo na luta contra a insurgência sunita, especialmente por acontecer no início do mandato de Maliki.
Al-Zarqawi killed in U.S. strike north of Baghdad

Al-Zarqawi killed in U.S. strike north of Baghdad

The Jordanian-born Abu Musab al-Zarqawi led a bloody campaign of suicide bombings, kidnappings and hostage beheadings in Iraq. (AP)

Abu Musab al-Zarqawi, al-Qaida's leader in Iraq who led a bloody campaign of suicide bombings and kidnappings, has been killed in an air raid north of Baghdad - a major victory in the U.S.-led war in Iraq and the broader war on terror. Iraq's prime minister and U.S. officials said his identity was confirmed by fingerprints and a first-hand look at his face.The announcement came six days after the Jordanian-born terror leader appeared in a videotape, railing against Shiites in Iraq and saying militias are raping women and killing Sunnis and the community must fight back.
Prime Minister Nouri al-Maliki said al-Zarqawi was killed along with seven aides Wednesday evening in a house 50 kilometers (30 miles) northeast of Baghdad, in the volatile province of Diyala, just east of the provincial capital of Baqouba, al-Maliki said."Today, al-Zarqawi was eliminated," Al-Maliki told a news conference, drawing loud applause from reporters in the hall where he made the announcement, flanked by U.S. Ambassador Zalmay Khalilzad and U.S. General George Casey, the top American commander in Iraq.He said the air strike was the result of intelligence reports provided to Iraqi security forces by residents in the area, and U.S. forces acted on the information."Those who disrupt the course of life, like al-Zarqawi, will have a tragic end," he said.He also warned those who would follow the militant's lead that "whenever there is a new al-Zarqawi, we will kill him.""This is a message for all those who embrace violence, killing and destruction to stop and to [retreat] before it's too late," he said. "It is an open battle with all those who incite sectarianism."Khalilzad added "the death of Abu Musab al-Zarqawi is a huge success for Iraq and the international war on terror." He also gave a thumbs up and said it was a good day for America.Casey said the hunt for al-Zarqawi began in the area two weeks ago, and al-Zarqawi's body was identified by fingerprints and facial recognition.The Jordanian-born militant, who is believed to have personally beheaded at least two American hostages, became Iraq's most wanted militant, as notorious as Osama bin Laden, to whom he swore allegiance in 2004. The United States put a $25 million bounty on al-Zarqawi, the same as bin Laden.In the past year, al-Zarqawi had moved his campaign beyond Iraq's borders, claiming to have carried out a November 9, 2005 triple suicide bombing against hotels in Amman that killed 60 people, as well as other attacks in Jordan and even a rocket attack from Lebanon into northern Israel.U.S. forces and their allies had come close to capturing al-Zarqawi several times since his campaign began in mid-2003.His closest brush may have come in late 2004. Deputy Interior Ministry Major General Hussein Kamal said Iraqi security forces caught al-Zarqawi near the insurgent stronghold of Fallujah but then released him because they didn't realize who he was.In May 2005, Web statements by his group said al-Zarqawi had been wounded in fighting with Americans and was being treated in a hospital abroad - raising speculation over a successor among his lieutenants. But days later, a statement said al-Zarqawi was fine and had returned to Iraq. There was never any independent confirmation of the reports of his wounding.U.S. forces believe they also just missed capturing al-Zarqawi in a February 20, 2005, raid in which troops closed in on his vehicle west of Baghdad near the Euphrates River. His driver and another associate were captured and al-Zarqawi's computer was seized along with pistols and ammunition.U.S. troops twice launched massive invasions of Fallujah, the stronghold used by al-Qaida in Iraq fighters and other insurgents west of Baghdad. An April 2004 offensive left the city still in insurgent hands, but the October 2004 assault wrested it from them. However, al-Zarqawi - if he was in the city - escaped.

4 de jun. de 2006

Mysticism and Modern Physics

Mysticism and Modern Physics

Mysticism and Modern Physics


by Gedaliah Shaffer


The reciprocal transformation of matter and energy is a major theme of both modern physics and Jewish Mysticism. These thought-provoking parallels give us a holistic picture of ourselves as Jews participating in the greater universe.


Parallels of Mysticism and Science

The secularization of Western man's world viewed during the course of the 'scientific revolution' of the past three centuries has engendered a profound dichotomy between man's religious/mystical beliefs and his intellectual/scientific perspective. The dramatic discoveries in the physical sciences during this century have not as yet profoundly affected this aspect of modern man's basic weltanschauung. However, if one explores the philosophical ramifications of some of these discoveries, what emerges from this analysis is a scientific perception of the universe which has, to a great extent, converged on that of the traditional mystical viewpoint that is central to religious thought.

Matter-Energy Duality and the Underlying Unity of Physical Reality

In classical mechanics, a basic distinction was maintained between matter and energy. The various manifestations of energy (electrical, chemical, thermal, gravitational, etc.) may be transformed into one another as may the various states of matter. However, the realms of matter and energy remain entirely disjointed -- each realm retains its own integrity and is subject to its own conservation law. This kind of duality of the physical (matter) as separate from the analogue of the spiritual (energy) is central to classical physics. In contrast, a cardinal tenet of modern physics is the complete unity of the universe. Matter and energy are just different manifestations of the same underlying physical reality. As predicted by Einstein's Special Theory of Relativity, matter can be transformed into energy and vice versa.
" Matter and energy are both manifestations of the Divine Will and can be freely interchanged and transformed"

This synthesis is even more dramatically demonstrated by the theory of Quantum Electrodynamics. The picture which Quantum Electrodynamics portrays of the underlying ground of reality -- of the very nature of space itself -- is profoundly different from the static conception of classical theory. The universe is seen as continuously involved in transformations in which matter and energy are spontaneously created and destroyed. Matter in the form of particle -- antiparticle pairs instantaneously comes into being and disappears. Although this fundamental dialectic is not directly observable, its manifestations become apparent in such phenomena [1] as vacuum polarization, Zitterbewegung (extremely high frequency oscillations in the expected value of the velocity), and the Lamb Shift -- phenomena which make Quantum Electrodynamics one of the most precisely verified theories in all of physics from an experimental standpoint.

Ratzo V'shov

This picture strikingly parallels the Torah perspective. In Jewish mysticism the ultimate dialectic of the physical universe is described as a continuous process of Ratzo and Shov[2] The Ratzo signifies the mystical union of the finite with G-d -- the loss of identity, sense of self and ultimately the voiding of the physical which accompanies a spontaneous plunge into the Infinite Transcendent Source of the universe. Shov signifies the return to physical reality, the coming back down into the material universe as a differentiated entity brought into being by the dictates of the Divine Will. Although the Torah perspective provides a far deeper insight into the dynamics of the process described (Divine purpose as opposed to spontaneous inexplicable fluctuations), at the phenomenological level the descriptions of this ultimate dialectic are remarkably close.

Of course, the ultimate unity of all things as manifestations of Divine Will is the central image of Jewish mysticism. Just as the potential for the infinite, the abstract, the amorphous -- the spiritual and its physical analogue -- energy emanates from Him, so also does the potential for the finite, the limited, the categorized -- the material. Thus the physical and spiritual, matter and energy, are both manifestations of the Divine Will underlying reality and hence can be freely interchanged and transformed. Here also, we have an almost exact parallel to the matter-energy duality of Special Relativity.

Subject-Object Duality

A further instance of duality which pervaded classical physics is the sharp differentiation made between the observing subject and the observed object. To classical mechanics, man -- the subjective observer -- can be idealized as being wholly apart form the object of his observation. His interactions with this object are incidental to the observing process. Man's internal, subjective life is disparate from the external, objective reality of the universe around him. This is in direct opposition to the Quantum Mechanical view. In this view such a duality no longer obtains. The observer (subject) and observed (object) can only be described as parts of a total all-encompassing system. The process of observation itself alters the state of the system -- the conditions of the very thing to be observed. Internal life and the external universe, man and his environment constitute one indissoluble entity. Any idealized separation, any duality so distorts the actual situation as to make the resulting system meaningless.
" Internal life & the external universe, man & his environment constitute one indissoluble entity"


In Jewish Mystical Philosophy there is a similar profoundly holistic image of man as part of the plenum of reality. To some extent this is expressed by the microcosm-macrocosm apposition in which the universe -- the macrocosm -- is regarded as a reflection and manifestation of the archetype -- man -- while simultaneously man reflects and manifests the structure of the universe.[3] The theory underlying this reciprocal relationship is that every aspect of the universe is a revelation of Divine creative energies. Hence at every level of the cosmogenic process there is expressed the pattern of the same primal Divine creative energies -- a "homoeomorphism" -- at the level of the individual, human society and the totality of the universe.

Outer and Inner Environment: A Reflexive Relationship

Another major way in which Jewish mysticism vitiates the artificial subject-object distinctions is in its representation of man as the one who internalizes his environment.[4] Man cannot remain a separate, objective observer. He internalizes all external experiences to which he is exposed and incorporates them into his very being.
" Man's actions profoundly affect on a physical as well as metaphysical level the very nature of the world around him"

When exposed to the potential for evil in the world man does not remain aloof. He assimilates part of that evil within himself, thus making his efforts to overcome his grosser nature that much more difficult. The nature of the environment within which man lives profoundly affects his perception and understanding of the world around him. On the other hand, man's actions -- the manner in which he comports himself in his world -- profoundly affect on a physical as well as metaphysical level the very nature of the world around him.

In marked contrast to most mystical systems, Jewish mysticism is profoundly action oriented. The most exalted flights of metaphysical speculation, the most sublime states of ecstatic mystical union are a valueless perversion of mans purpose if they are not coupled with a B'chein -- a constructive, practical consequence with respect to man's life and relationships in the here and now -- the material world around him. Whether it is to sensitize him in his relationships with his fellow man or to re-inspire him to higher devotion to his Creator through his actions (mitzvot) on this world, some positive behavioral modification is of crucial importance. Man, the internal subject, and his universe, the external object, must become a synthesized whole.

Conclusion

How can we utilize these insights to inspire and perfect ourselves and the world around us? How can we utilize this Divine manifestation through the natural order to bring ourselves closer to G-d through prayer, learning Torah, and performance of the Commandments? This question must in the final analysis be answered by each of us.

Condensed from the original article and reprinted with kind permission from B'Or HaTorah vol. I (1982), pp. 35-40