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28/01/2020

Morre no Rio Fabio Goldemberg

Morre no Rio Fabio Goldemberg

     


Diretor-Geral do programa The Voice Kids Brasil, Fábio Goldemberg, morreu na madrugada de hoje (28), no Rio de Janeiro. Colegas da emissora estranharam o fato dele ter faltado à gravações da atração, fato incomum, no dia de hoje. Segundo fontes da emissora, a esposa Gilda Maria Goldemberg o deixou dormindo em casa e, quando retornou à residência, o encontrou já morto. Eles tinham dois filhos.
Fábio, de família judaica, foi diretor de diversos programas na TV Globo, entre eles o recém-terminado Popstar. Ele tinha apreço pela natureza, especialmente o mar, onde pegava ondas.
O ator Eri Johnson lamentou a morte do amigo. "Flavinho era uma pessoa muito generosa. Foi uma perda muito estranha. O que eu tenho dito aos amigos é que eles aproveitem muito a vida porque a morte chega sem avisar", disse.
'Hoje perdemos um parceiro, um amigo de vida. O Flavio fazia tudo com o coração e paixão. Amava a profissão e levava a vida sorrindo. Essa felicidade transbordava para além da tela da TV. A gente sorria e se emocionava. Ele vai fazer muita falta e deixar uma legião de amigos. Vai em paz Flavio, agora tire um tempo para surfar nas ondas do paraíso', lamentou o diretor JB Oliveira, o Boninho, com quem Flavio trabalhou nos últimos anos

A TV Globo emitiu a seguinte nota: "O diretor geral do The Voice Kids, Flavio Goldemberg, morreu na madrugada desta terça-feira, dia 28 de janeiro, aos 58 anos, vítima de um infarto. Atualmente, Flavio estava à frente da direção geral de dois realities musicais da emissora: "The Voice Kids", que está no ar em sua quinta edição, e "Popstar", cuja terceira temporada terminou em dezembro de 2019. A gravação da nova fase de Batalhas do "The Voice Kids", que seria realizada hoje nos Estúdios Globo, foi adiada.
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Shin Bet expõe rede de espionagem do Hamas em Israel

Shin Bet expõe rede de espionagem do Hamas em Israel

Shin Bet expõe rede de espionagem do Hamas em Israel
    

Rami Al-Amudi Foto: Shin Bet


O grupo informou registrar locais do sistema de defesa Iron Dome e locais de pouso de foguetes do Hamas durante a operação 'Black Belt' em novembro.

A agência de segurança Shin Bet anunciou na segunda-feira que expôs e prendeu com sucesso uma rede de espionagem do Hamas que operava no território israelense.

Após uma investigação de uma semana, o Shin Bet disse que membros da ala militar do Hamas recrutaram cidadãos israelenses para reunir informações sobre questões de segurança que servirão em futuras atividades terroristas contra alvos israelenses.

Shin Bet expõe rede de espionagem do Hamas em Israel

Rajeb Daka
( Foto: Shin Bet )
O anel de espionagem registrou locais do sistema de defesa Iron Dome e locais de pouso de foguetes do Hamas durante a operação 'Black Belt' em novembro.
O tribunal indiciou os dois suspeitos, ambos cidadãos árabes israelenses.
Um dos suspeitos, Rajeb Daka, 34 anos, de Lod, foi indiciado por entrar em contato com um agente estrangeiro, ajudar o inimigo durante a guerra, participar de uma organização terrorista e ajudar uma organização terrorista.
Rami Al-Amudi
( Foto: Shin Bet )
O segundo suspeito, Rami Al-Amudi, de 30 anos, de Tel Aviv, foi indiciado sob acusação de entrar em contato com um agente estrangeiro e traição.
Amudi nasceu de mãe israelense e pai de Gazan e morou na Faixa de Gaza com a família de seu pai até novembro de 2019, quando se mudou para Tel Aviv. De acordo com o Shin Bet, Amudi restabeleceu os laços com a mãe há dois anos e vem trabalhando com ela para receber documentação israelense e morar com ela em Israel.
Daka, também nascido de uma mãe israelense de Lod, trabalha na documentação israelense desde 2017 com base na cidadania de sua mãe. Desde sua mudança para Israel, ele visitava sua esposa e cinco filhos na Faixa de Gaza a cada poucos meses.
O Shin Bet disse que o Hamas "aproveitou" o fato de que esses civis israelenses poderiam entrar na Faixa de Gaza para visitar a família e recrutá-los para a ala militar do grupo terrorista.
De acordo com o interrogatório do Shin Bet, depois de serem recrutados pelo Hamas em Gaza, eles foram solicitados a comprar telefones celulares e cartões SIM para permanecer em contato com seus operadores do Hamas.



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27/01/2020

      Lembrar de Auschwitz

Lembrar de Auschwitz

      Lembrar de Auschwitz


Há 75 anos, as tropas da União Soviética chegavam a Auschwitz, campo de concentração onde mais de um milhão de judeus foram exterminados pela Alemanha nazista durante a 2ª Guerra Mundial (1939-1945). 
A libertação do principal centro genocida de Adolf Hitler, considerado um símbolo do Holocausto, é relembrada mundialmente neste 27 de janeiro - data que marca o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

Localizado na Polônia ocupada pelo Terceiro Reich, o local onde judeus chegavam amontoados em trens, trabalhavam até a exaustão, eram mortos por experimentos médicos e assassinados em câmaras de gás, se tornou o Museu Estatal Auschwitz-Birkenau em 1947.

Lembrar de Auschwitz é lembrar da enorme dívida de gratidão que os judeus e a humanidade tem com com os povos da antiga União Soviética. e seu exército vermelho. 

Meses antes da libertação do maior campo de concentração nazista, na qual um milhão de judeus morreu em câmara de gás, as tropas soviéticas tinham libertado o campo de Maideck, também na Polônia. Os soldados do exército vermelho ficaram horrorizados com as cenas de horror e revelaram, pela primeira vez o extermínio em massa de judeus, em campo de concentração.
      Lembrar de Auschwitz As cenas eram tão dantescas que os governos de Churchill e de Roosevelt acharam que aquilo era pura propaganda de Stalin. Só quando Auschwitz confirmou o quanto a máquina de extermínio dos nazistas tinha sido capaz, os aliados finalmente deram o braço a torcer. E só foram se convencer mesmo que Maideck e Auschwitz não eram invenção dos soviéticos quando o general Eisenhower libertou um campo de concentração perto do Rio Elba e constatou as mesmas cenas encontradas pelos soviéticos nos campos que suas tropas libertaram.
Para por um fim à barbárie nazista, 20 milhões de soviéticos perderam a vida em campos de concentração, em batalhas, nas guerrilhas e em territórios ocupados por tropas alemãs. Muitas deles eram civis.
Dos seis milhões de judeus exterminados em campo na Segunda Guerrq 1,5 milhão eram da então União Soviética, principalmente na Ucrânia, região em que antissemitismo era secular e motivo para vários pogroms (massacres de judeus) ocorridos na Rússia czarista. O mestre Sérgio Vaz, cinéfilo de primeira qualidade deve conhecer o filme "O Homem de Kiev", que mostra o quanto o antissemitismo era arraigado na Ucrânia.
Em uma aldeia próximo de Kiev, Babi Iar, cerca de cem mil judeus foram fuzilados à beira de valas, onde depois os nazistas jogavam terra por cima.
O historiador inglês Alexander Werth conta, em seu livro A Rússia na Guerra, que em Maideck camponeses poloneses entregavam aos nazistas judeus que conseguiam fugir desse campo de concentração. Poucos poloneses se sensibilizaram com o drama dos judeus no gueto de Varsóvia.

Na maioria dos campos de concentração situados na Polônia e no leste da Alemanha os capos (guardas e comandantes de galpões e responsáveis pela disciplina) eram ucranianos.
Essa é uma ferida que a Polônia e a Ucrânia não querem mexer. Provoca tanto incômodo quanto o tema do colaboracionismo na França durante a ocupação nazista. O livro Combatentes en La Sombra, de Robert Gildea, dá bem uma dimensão do quanto o colaboracionismo adquiriu caráter de massas, até 1942. Judeus franceses eram denunciados por colaboracionistas franceses e no exército francês o Regime de Vichy do general colaboracionista Petain tinha forte apoio na oficialidade. Até o final de 1942 setores expressivos da França eram hostis a De Gaule.
Outro tema sensível é a utilização de judeus, russos e de prisioneiros de Auschwitz Maideck, Treblinka e outros campos de concentração como mão de obra por grandes empresas, que estão aí até hoje.
Não se pode diluir a responsabilidade dos nazistas no extermínio dos judeus, ciganos, homossexuais, comunistas, socialdemocratas e pessoas com deficiência. Mas não se deve jogar para debaixo do tapete a responsabilidade de quem, de uma forma ou de outra, contribuiu para que a besta nazista cometesse a maior barbárie da história.
O acerto com a história ainda está para ser feito. Muitas coisas ainda estão para serem esclarecidas, Cobra-se muito de Stalin o acordo Motov-Ribentropp, mas absolve-se Chamberlain no nefasto Tratado de Munique, que de mãos beijadas entregou a Tchecoslováquia a Hitler.



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Homem  da suástica no braço em MG vira réu por apologia ao nazismo.

Homem da suástica no braço em MG vira réu por apologia ao nazismo.

Homem  da suástica no braço em MG vira réu por apologia ao nazismo.
José Eugênio Adjuto
     A Justiça de Minas Gerais aceitou hoje a denúncia do MP (Ministério Público) contra o fazendeiro José Eugênio Adjuto, 57, por apologia ao nazismo. O juiz da Vara Criminal de Unaí, Rafael Lopes Lorenzoni, marcou a primeira audiência do caso para 13 de maio. Adjuto foi flagrado em um bar de Unaí (605 km de Belo Horizonte), e filmado, usando uma braçadeira com a suástica nazista em dezembro do ano passado.O fazendeiro, agora, é réu e vai responder por apologia ao nazismo. O crime prevê pena de até cinco anos de prisão em regime fechado. A braçadeira foi fabricada artesanalmente pelo fazendeiro. De acordo com a Vara de Unaí, o fazendeiro não nomeou ainda advogado para a sua defesa. 
Adjuto foi apontado na peça de acusação como conhecedor profundo da história da Segunda Guerra Mundial e por possuir posições extremistas. Em depoimento à polícia, ele alegou que "usou o símbolo religioso antigo de felicidade", e não teria feito alusão ao nazismo.
 Os promotores citam uma lei de 1989 que diz que é crime "fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo". 
As acusações do MP contra Adjuto mostram que o denunciado "produziu artesanalmente a braçadeira contendo o símbolo em seu braço esquerdo, acima do cotovelo, como tradicionalmente utilizavam os nazistas". 

"Ainda assim, e mesmo advertido pelas pessoas presentes ao local, indignados e incomodados com o fato, o denunciado recusou-se, por duas vezes, a retirar o adorno, com evidente intenção de propagar ideias nazistas", dizem os promotores na acusação.




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Gantz pretende implementar o plano de Trump imediatamente após as eleições

Gantz pretende implementar o plano de Trump imediatamente após as eleições

בני גנץ ב בית הלבן ב פגישה עם נשיא ארצות הברית דונלד טראמפO ex-chefe da IDF pede um diálogo compartilhado com palestinos e países vizinhos; sugere que a libertação de cativos israelenses em Gaza deve ser incluída no plano de paz

O presidente da Blue & White, Benny Gantz, disse na segunda-feira que trabalhará para implementar o plano de paz de Trump para o Oriente Médio imediatamente após as eleições de março.
O plano de paz do presidente é um marco significativo e histórico, de fato", disse Gantz a repórteres em seu hotel em Washington após seu encontro com Trump. "Imediatamente após as eleições, trabalharei para implementá-lo de dentro de um governo israelense de funcionamento estável, em conjunto com outros países de nossa região".

Benny Gantz, presidente da Blue & White e Donald Trump, presidente dos EUA
( Foto: Elad Malka )
Gantz disse que ele e Trump discutiram "assuntos da maior importância para o futuro e a segurança de Israel", mas ele não divulgou mais detalhes no momento.

בני גנץ ב בית הלבן לאחר ה פגישה עם נשיא ארצות הברית דונלד טראמפ
Benny Gantz dirigindo-se a repórteres após encontro com Trump
( Foto: Alexi Rosenfeld )
"Durante a reunião, conversamos sobre a importância de um diálogo compartilhado com os palestinos, os outros países da região e o rei jordaniano Abdullah II", disse Gantz.
Gantz agradeceu a Trump por seu "profundo apoio e pelos cidadãos e segurança de Israel, especialmente com a assistência dos EUA contra a ameaça iraniana e seus representantes, reconhecendo a soberania israelense sobre as colinas de Golã e transferindo a embaixada americana para Jerusalém".
O ex-chefe da IDF disse que enfatizou a questão dos israelenses mantidos em cativeiro no Hamas na Faixa de Gaza, enfatizando que sua libertação deve ser incluída no plano.

הבית הלבן פגישה בנימין נתניהו e דונלנד טראמפ נשיא ארצות הברית
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, antes da reunião na segunda-feira
( Foto: Reuters )
Gantz também abordou a tentativa de Netanyahu de obter imunidade parlamentar das acusações de corrupção que ele enfrenta, que será discutido na terça-feira no plenário do Knesset.
"Ninguém tem o direito de liderar um país inteiro em momentos tão complexos, tanto em termos políticos quanto de segurança, enquanto ele é completamente dedicado aos seus interesses pessoais".
O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, e o conselheiro de segurança nacional dos EUA, Robert O'Brien, também estiveram presentes na reunião.
Depois de se encontrar com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na segunda-feira, Trump anunciou que publicará oficialmente os detalhes do plano na terça-feira.



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25/01/2020

Benny Gantz: Eu irei a Washington e falarei com Trump

Benny Gantz: Eu irei a Washington e falarei com Trump

Benny Gantz: Eu irei a Washington e falarei com Trump      O líder azul e branco Benny Gantz falou na noite de sábado antes do lançamento esperado do "Acordo do Século" do presidente dos EUA, Donald Trump.
Ele anunciou que responderá ao convite de Trump e irá a Washington, DC, para se encontrar com ele.






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