Presidente Reuven Rivlin  recusa indulto a Elor AzariaO presidente israelense Reuven Rivlin negou neste domingo (19) a absolvição de um soldado franco-israelense declarado culpado e condenado por ter matado um agressor palestino ferido quando já estava no solo.
“Hoje, o presidente Reuven Rivlin tomou a decisão de recusar a demanda de absolvição apresentada por Elor Azaria (soldado)”, segundo comunicado da presidência.
No início de novembro, o ministro da Defesa Avigdor Lieberman tinha recomendado ao presidente que aceitasse a petição.
Membro de uma unidade paramédica, o soldado franco-israelense foi filmado no dia 24 de março de 2016 quando disparou em Abdel Fattah al-Sharif, atingindo-o na cabeça, em Hebron, Cisjordânia, território palestino ocupado há 50 anos por Israel.
O palestino tinha acabado de atacar soldados com uma faca. Após ser atingido por disparos, já se encontrava no chão, aparentemente indefeso, quando Azaria o matou. O vídeo foi difundido pelas redes sociais.
Durante um processo que dividiu profundamente os seus compatriotas, o soldado israelense afirmou que Abdel Fattah al-Sharif tinha um cinturão explosivo escondido debaixo das roupas, mas os juízes recusaram essa teoria, condenando-o a 18 meses de prisão por homicídio.
No final de setembro, o chefe de Estado-maior do exército, o general Gadi Eisenkot, reduziu em quatro meses a pena de Elor Azaria, que terminou em julho o seu serviço militar.
A Anistia Internacional denunciou que a pena “não refletia a gravidade” dos atos cometidos pelo soldado.
Coisas Judaicas

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