Bolsas de estudo do projjeto GaussUma das ideias dos associados do Projeto Gauss para ajudar a bancar as bolsas de estudo para 2018 é recorrer a uma plataforma de crowdfunding, ou seja, ao financiamento coletivo. Para tanto, eles criaram uma campanha (no site https://partio.com.br/projeto/gauss-2018) que pretende conseguir pelo menos R$ 50 mil – a arrecadação começa quarta e vai até o início de dezembro.

“Esperamos investir mais de R$ 200 mil no ano que vem no projeto. Mas essa quantia já será uma boa ajuda”, conta um dos fundadores, Samuel Guimarães Filho. Evidentemente que todos os associados pretendem continuar contribuindo mensalmente com seus próprios recursos.
Comunidade judaica. E esse não é um caso isolado de campanha de financiamento coletivo para bancar educação. Mantido por quatro famílias – Horn, Safra, Nigri e Klein -, um projeto que concede bolsas para que crianças da comunidade estudem em colégios judaicos de São Paulo lança um crowdfunding, também na próxima quarta, com o objetivo de conseguir R$ 4 milhões em 24 horas. Para cada real doado, empresas parceiras depositarão outro três – quadruplicando assim o total. (Mais informações em www.fundodebolsas.com.br).
Atualmente, o fundo já banca 393 crianças em 15 escolas da capital. “A ideia é conseguir ajudar 622 alunos”, vislumbra Yael Sandberg, diretora do Instituto Samuel Klein e integrante do comitê gestor do Fundo de Bolsas.
O programa tem como proposta manter em escolas judaicas o maior número de crianças e jovens da comunidade em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Os bolsistas são mantidos em anonimato e têm seus desempenhos acompanhados pela fundação. “Esta campanha é inovadora porque vamos unir toda coletividade. Acreditamos na força colaborativa”, diz a empresária Natalie Klein. “Vamos atrair mais doadores e os valores serão multiplicados em nome do benefício comum.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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