Portela deixará sua mensagem humanitária contra a discriminação, a perseguição religiosa e toda sorte de ataque à diversidade dos povos”, afirma a escola
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Luís Carlos Magalhães, presidente da Portela, e a carnavalesca Rosa Magalhães.
Foto: Fábio Fabato.
A Portela anunciou que, no Carnaval de 2018, vai contar a saga dos judeus que deixaram a Europa durante a Inquisição, se estabeleceram no nordeste do Brasil e, depois da expulsão dos holandeses, em 1654, foram para a América do Norte, especificamente para Nova York, chamada na época de Nova Amsterdã.
A atual campeã quer mostrar a importância dos judeus, sobretudo pernambucanos, na formação da cidade norte-americana. A ideia é falar de xenofobia e intolerância. “A partir dessa aventura, a Portela deixará sua mensagem humanitária contra a discriminação, a perseguição religiosa e toda sorte de ataque à diversidade dos povos”, afirma a escola
O enredo já tem nome: “De repente de lá pra cá e de repente daqui pra lá”. O desfile será assinado pela carnavalesca Rosa Magalhães. A saga narrada no enredo portelense é contada no livro “Caminhos cruzados: a vitoriosa saga dos judeus do Recife no século XVII: da expulsão da Espanha à fundação de Nova York”, de Paulo Carneiro. 
Colaboração: Romulo Tesi.
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