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11/05/2017

Lei da Nacionalidade aprovada no Knesst


A "Lei da Nacionalidade", que pretende definir Israel como o estado-nação do povo judeu passou hoje a sua primeira fase de aprovação no parlamento israelense
Esta legislação, que tem despertado muita controvérsia, passou com 48 votos a favor e 41 contra na sua primeira votação, indo agora para discussão no Tribunal Constitucional e na Comissão da Lei e Justiça, havendo depois a primeira votação oficial.

Durante uma sessão tumultuosa no Knesset, em que 2 parlamentares árabes tiveram de ser removidos à força por estarem constantemente a interromper o discurso
do deputado judeu Avi Dichter, ouviram-se gritos de "Isto é apartheid, apartheid, apartheid!", para além de insultos de "fascista" ao deputado judeu.

Mas não foram só os deputados árabes a manifestarem-se ruidosamente na sessão do parlamento esta manhã, na Capital Jerusalém. O líder do partido Meretz também vociferou: "Este é o estado nação do povo judeu e de todos os seus cidadãos. Por que é que 'estado democrático' não aparece na legislação?"
Outros deputados contestaram a lei, alegando que basta o que está escrito na Declaração da Independência do país.
Outros criticaram ainda esta lei, alegando que visava "prejudicar os árabes" residentes no país.
Esta legislação especifica alguns dos aspectos práticos do estado de Israel como estado-nação do povo judeu. 

A proposta de lei inclui os símbolos do estado, tais como o hino nacional, a bandeira e os símbolos, Jerusalém como capital, o hebraico como a língua oficial, o direito de retorno para os judeus, o reagrupamento dos exilados, os assentamentos judaicos, as relações com a Diáspora judaica, o calendário hebraico e os lugares sagrados.

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