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07/05/2017

Bancada evangélica contesta voto do Brasil contra Israel

Bancada evangélica contesta voto do Brasil contra Israel
Deputados evangélicos contestam voto do Brasil contra Israel acerca de Jerusalém Encontro na embaixada de Israel em Brasília teve o propósito de demonstrar o apoio de parlamentares ao Estado Judeu.
As relações conturbadas entre o governo de #Israel com os seus vizinhos palestinos e países árabes são tão expressivos que acabam inclusive afetando a política de um país que está a milhares de quilômetros da região do Oriente Médio. Que país é esse? O Brasil. Sim, no último dia 3 de maio, quarta-feira, um grupo de políticos brasileiros foi convidado especial para um almoço na embaixada israelense localizada no Distrito Federal. A maior parte dos parlamentares fazia parte das bancadas evangélica (os mesmos políticos religiosos que defenderam e apoiaram o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff) e até católica, e ainda existiam os representantes da denominada Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família.
 O almoço foi prestigiado pela presença do anfitrião maior no evento, a saber, Yossi Avraham Shelley, que é mais novo embaixador do Estado judeu no país.

O assunto primordial que norteou o encontro em si foi o anseio dos deputados de demonstrar o repúdio e aversão de cada um em relação ao comportamento do presidente Michel Temer e a trupe que o assessora, os quais ainda tenderam pelo povo da #Palestina em prejuízo do Estado de Israel, dizem os parlamentares brasileiros presentes no congraçamento em questão.
Tudo isso porque em 2 de maio último, o Brasil renovou o voto em favor da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), cujo conteúdo era negar a primazia ou soberania somente por parte de Israel em relação à emblemática cidade de Jerusalém.
Vale frisar que a escrita do documento foi feita por países de maioria islâmica, como, por exemplo, Sudão, Argélia, Líbano, Egito, Marrocos, Qatar e Omã..
Obviamente que todos os convidados à embaixada de Israel, que eram os políticos de direita do Brasil e organizações judaicas em geral, esboçaram com veemência a ojeriza pela forma como votou o governo federal brasileiro; tanto é assim, que a Conib (Confederação Israelita do Brasil) falou que a referida resolução é mais um ensaio triste e também uma forma de perseguição de nações que fomentaram a decisão da Unesco, por visar arrebentar os laços dos israelenses com a cidade histórica de Jerusalém.
O pastor protestante Sóstenes Cavalcante, que pertence ao DEM/RJ, fez questão de tomar as palavras da Conib como dele e acrescentou que a posição do Brasil traz o ranço do governo que sofreu o impeachment e “ofende a memória de Osvaldo Aranha e dos heróis do Itamaraty”, que segundo o deputado Sóstenes, combateram as práticas criminosas do holocausto judeu.
Eis a questão!
Por sua vez Victório Galli, que é o atual vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica e pertencenete ao plantel político do PSC/MT, destacou que a quase boca livre teve o intuito de “reforçar nosso apoio a Israel”.
Por outro lado, ficam algumas perguntas flutuando, que carecem de respostas embasadas em real conteúdo histórico e não em interesses escusos e por patrocínios de governos que oprimem os seus vizinhos. Não se deve esquecer que já havia palestinos ou descendentes dos mesmos vivendo na região oriental de Jerusalém quando esta foi conquistada e logo depois anexada por Israel, em função da Guerra dos Seis Dias em 1967.

Os parlamentares brasileiros, principalmente os representantes da questionável cristandade, favoráveis ao impeachment e defensores ferozes das reformas da Previdência e leis trabalhistas, de fato, entendem de leis internacionais e #Relações Exteriores ou não passam de meros oportunistas fanfarrões? Qual a sua opinião?
Fonte:http://br.blastingnews.com/
Max Goniadis

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