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23/05/2017

50 anos de plenitude

General Moshe Dayan - Coisas Judaicas

"Nós voltamos a tudo o que é santo em nossa terra. Voltamos para nunca mais nos separarmos dela.”   
General Moshe Dayan 
​​​​​​                                                                                 

Neste ano de 2017 celebramos os 50 anos da reunificação de Ierushalaim, que foi liberada para o povo judeu em 1967. 

A cidade de Jerusalém, aquela que foi objeto dos sonhos e anseios de um povo, aquela que faz parte das preces do povo judeu desde sempre, aquela que foi testemunha da alegria e do sofrimento de nossa gente durante 3 mil anos, foi enfim reunificada. 

Durante dezenove anos após a fundação do Estado de Israel, Jerusalém estava dividida por muralhas e não havia possibilidade de se aproximar de nossos locais sagrados. A Jordânia tinha posse da metade da cidade e não permitia que os judeus tivessem acesso ao local mais sagrado para nosso povo. 

Entretanto em 26 de Iyar de 1967 eclodiu a Guerra dos Seis Dias entre Israel e os países árabes, Jordânia, Síria e Egito. 

Dois dias depois, 28 de Iyar, uma unidade de paraquedistas do exército israelense chegou, depois de duros combates, ao Muro das Lamentações. Após uma luta corpo a corpo, a Cidade Velha de Jerusalém, que havia permanecido nas mãos dos árabes desde 1948 sob domínio jordaniano, foi liberada. 

O rabino do exército israelense Shlomo Goren, junto a seus soldados, fez soar o shofar em um histórico e sagrado sinal de libertação. 

A alegria voltaria às ruas de Jerusalém, essa cidade mágica que, com suas ruelas estreitas, suas construções e ruínas do passado, carrega uma história tão rica que emociona seus habitantes e os judeus do mundo afora Jerusalém, Cidade Santa, venerada por seus lugares sagrados não apenas para nós, judeus, mas também por pessoas de distintos credos; onde vivem judeus, católicos, muçulmanos, armênios, druzos e assim por diante. Em cujas ruas misturam-se homens seculares com religiosos, cada um influenciando a vida do outro com seu comportamento, foi crescendo e se modificando. 

Hoje, Ierushalaim é um mosaico de culturas e nacionalidades que confluem a partir de diferentes países e histórias; de povos cuja identidade e tradições permanecem intactas ao invés de fundirem-se em um cadinho de amálgama; de bairros que refletem os costumes e estilos de vida de seus habitantes, que vivem e trabalham juntos em uma coexistência rara. 

Jerusalém é uma cidade cujas pedras estão vivas e nos falam, onde seus aromas nos fazem viajar no tempo e ao redor do mundo por países onde as comunidades judaicas já existiram ou ainda existem, mas que aqui acabam por se unificarem todas. 
Pelas vielas da antiguidade ou pelas modernas avenidas, hotéis e shopping centers, Jerusalém nos brinda com o passado, o presente e o futuro. 
Os salmos já indicavam a sacralidade deste lugar: 

“Junto dos rios de Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião... Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que minha mão direita definhe. Se não me lembrar de ti, que se cole a língua ao céu da boca; se eu não preferir Jerusalém sobre minha maior alegria. (Salmos 137:1,5,6) 
Hoje Jerusalém é parte da nossa Medinat Israel; queira Deus que neste dia de "Iom Ierushalaim" possa sua luz, suas Escrituras e suas colinas nos iluminar para que ela se transforme na Cidade da Paz, berço fundamental do povo judeu. 

Como certa vez declarou o general Shlomo Goren, capelão de Exército de Israel: 

“A visão de todas as gerações está sendo realizada diante de nossos olhos: a cidade de Deus, o local do Templo, o Monte do Templo e o Muro das Lamentações, símbolos da redenção da nação, foram redimidos hoje por vocês, heróis das Forças de Defesa de Israel. Ao fazer isso, vocês cumpriram o juramento das gerações” 
​​​ 
Floriano Pesaro 
Secretário de Estado de Desenvolvimento Social 
Deputado Federal

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