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04/04/2017

A milenar sabedoria do Talmud

 A milenar sabedoria do Talmud

A necessidade de investir de forma eficiente e diversificada não é exclusiva dos nossos tempos. 

Já os antigos sábios judeus refletiam sobre quais as formas de riqueza que deviam ser detidas por qualquer pessoa.

Algumas das principais leis e tradições judaicas foram compiladas no ano 499 DC no Talmud, que reúne 63 tratados legais, éticos e históricos. O Talmud inclui o mais antigo conselho de alocação financeira de que existe registro, escrito pelo rabi Issac bar Aha:

«A riqueza pessoal deve ser dividida em três partes: um terço deve ser investido em terrenos, um terço em negócio e mercadorias e o restante terço deve ficar disponível para utilização imediata» (adaptação do original aramaico – Talmud Bavli, Baba Mezi’a, 42a).

Para os antigos sábios judeus da Babilônia, a compra de terrenos agrícolas era inquestionavelmente o mais desejável dos investimentos. A procura excedia largamente a oferta. Existia uma percepção generalizada de que qualquer pessoa só era merecedora de crédito, junto de fornecedores e das autoridades fiscais, se detivesse um conjunto de terrenos.

No final do Império Romano, o estado da agricultura havia-se deteriorado de forma significativa. Muitos terrenos foram expropriados dos seus proprietários originais, que foram feitos escravos. Pelo contrário, o comércio era visto como a chave para a segurança econômica, e foi através desta atividade que os judeus prosperaram nos séculos seguintes.

Não surpreende, assim, a preocupação de não deter toda a riqueza numa só classe de ativo. Na verdade, as regras não mudaram muito em 1.600 anos. Com as devidas adaptações ao mundo atual, o que o rabi Issac propõe é o investimento em três classes de ativo:

- imobiliário;
- ações (“negócio e mercadorias”);
- obrigações e tesouraria (“disponível para utilização imediata”).

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