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12/03/2017

Gal Gadot entra em ação como a Mulher-Maravilha

O novo trailer de Mulher-Maravilha, suposta

mente a última prévia antes da estreia do filme em junho, não traz absolutamente nenhuma novidade que deixe a plateia intrigada com a aventura solo da princesa amazona. 

É, basicamente, uma versão esticada das mesmas imagens mostradas nos dois teasers anteriores. Talvez a estratégia seja justamente mostrar pouco e guardar as surpresas para o filme. Pode funcionar. Com breve histórico do Universo Expandido DC, porém, é uma aposta arriscada.

Antes de mais nada, o trailer. Como os outros filmes da DC, Mulher-Maravilha parece ter um visual mega caprichado, com tratamento de cor para dar ao filme uma aparência distinta, “moderna”. O pouco do plot revelado até agora mostra a princesa Diana (Gal Gadot), da ilha que abriga as amazonas, treinando na arte do combate desde criança e descobrindo, aos poucos, os “presentes” conferidos pelos deuses às guerreiras. 

As cenas de seu treinamento são basicamente a única novidade do novo trailer. A partir daí, é tudo igual. Estamos no auge da Primeira Guerra Mundial, e o coronel Steve Trevor (Chris Pine) tem seu avião derrubado na costa da ilha. Resgatado por Diana, ele fala sobre o conflito, impelindo a guerreira a abraçar sua herança e lutar pela justiça no “Mundo do Patriarcado”.

A diretora Patty Jenkins, com tanta personalidade ao conduzir o drama Monster (que em 2003 deu o Oscar de melhor atriz a Charlize Theron), parece ter mergulhado no modo “super-herói genérico”, alternando cenas de ação eletrizantes com alguns momentos de leveza. 
O que, no fim das contas, é justamente o que os filmes da DC precisam. Ainda assim, não há nenhuma pista sobre o antagonista da aventura (Danny Huston e Elena Anaya parecem ocupar a vaga), e sua ligação com as amazonas permanece tênue – Ares, deus da guerra, é o elo mais óbvio, mas ele não foi colocado sob o holofote até agora. É muito provável que Mulher-Maravilha ganhe mais uma prévia antes de sua estreia, de preferência um trailer que aborde mais a trama e faça com que o público entenda que existe algo em jogo além de imagens bonitas.
Mulher-Maravilha é, afinal, o quarto filme do UEDC, seguindo O Homem de Aço (2013), Batman vs Superman e Esquadrão Suicida (ambos do ano passado). Nenhum deles incendiou as bilheterias, nenhum deles criou o tipo de entusiasmo que justifique o investimento do estúdio neste universo – a Warner parece muito mais confortável em seu “universo de monstros” criado com Godzilla (2014) e estendido com Kong: A Ilha da Caveira, que acabou de entrar em cartaz. Falta planejamento, falta uma visão que unifique o projeto – que não veio de Zack Snyder, ou de Geoff Johns, ou de Ben Affleck. 

A essa altura, eu duvido que Flash ou Cyborg saiam do papel. Só um milagre pode fazer com que Liga da Justiça seja a aventura eletrizante que a reunião da equipe promete.

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