O diário do diaboAlfred Rosenberg, figura importante do círculo íntimo de Adolf Hitler desde o começo, fez sua fama espalhando ideias criminosas sobre os judeus. 
No amanhecer do Terceiro Reich, sua obra sobre a filosofia racista se tornou um best-seller nacional e um dos pilares da ideologia nazista.
O diário de Rosenberg foi descoberto em um castelo na Baviera, no fim da guerra, e examinado por promotores durante os julgamentos de Nuremberg. Mas – com Rosenberg declarado culpado e executado – o volume misteriosamente desapareceu.
Agente do FBI e então consultor especializado em recuperar artefatos de importância histórica, Robert K. Wittman ouviu falar desses escritos pela primeira vez em 2001, quando o arquivista chefe do Museu do Holocausto dos Estados Unidos o contatou para revelar que alguém pretendia vender o diário por mais de 1 milhão de dólares. 
A ligação desencadeou uma busca de uma década que os levou a um par de secretárias octogenárias, um professor excêntrico e um catador de lixo oportunista. Do promotor de Nuremberg que o surrupiou para fora da Alemanha ao homem que finalmente o entregou, todos tinham motivos para esconder a verdade.
Com base nos registros de Rosenberg sobre sua participação no confisco de obras de arte e na brutal ocupação da União Soviética, suas conversas com Hitler, sua eterna rivalidade com Göring, Goebbels e Himmler, "O diário do diabo" revela as engrenagens do regime nazista – e a mente do homem cuja visão extremista deu origem à Solução Final.
NO FINAL DE MARÇO, EM TODAS AS LIVRARIAS.
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