Matemática pode ser o pesadelo de muitas crianças e adolescentes. Fórmulas complicadas, uma infinidade de regras e contas que não acabam mais. Estudar essa matéria parece ser algo chato, principalmente quando você tem um videogame em casa. Mas, e se você pudesse fazer as duas coisas ao mesmo tempo?
De acordo com uma pesquisa da Universidade de Sydney, na Austrália, o uso de games educativos no ensino da matemática melhora em 34% o desempenho dos alunos nesta área. Além disso, o estudo ainda mostra que o engajamento dos estudantes também é beneficiado pelos jogos.
E essa ideia de usar games para educar não está somente lá no outro lado do mundo. Em São Paulo, por exemplo, mais de 100 escolas públicas já utilizam a prática para ajudar no ensino da disciplina. Já são mais de 33 mil alunos de escolas estaduais cadastrados no sistema de aprendizado do Matific.
Desenvolvedora do software que conta com mais de 320 mil jogos, a empresa israelense atua em parceria com a Diretoria de Ensino Centro Oeste e a ONG Parceiros da Educação.
O Matific tem uma abordagem única para o ensino de matemática da Educação Infantil ao 6º ano usando minijogos interativos e atividades práticas, chamados de episódios. Esses pequenos aplicativos imersivos para tablets e computadores pessoais são baseados em um sistema de aprendizado espiral modular e progressivo.
Progredindo de objetivos básicos da matemática para atividades cada vez mais desafiadoras, o sistema de aprendizagem Matific incentiva as crianças a internalizar conhecimentos e regras matemáticas. Um processo de autodescoberta guiada que aprofunda a compreensão cognitiva do aluno, além de proporcionar um sentimento de conquista individual.
Fonte: Olhar Digital
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1 comments:

  1. "Pesadelo" porque o ensino no Brasil é um dos piores do mundo, só mesmo comparado com países africanos e outras aberrações.É por isso que quando chegamos em Israel não passamos de garçom ou lavadores de pratos. É triste, mas é a verdade: e nas universidades "os alunos fingem que aprendem e os professores fingem que ensinam" (Darcy Ribeiro).

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