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Manifestantes protestam próximos ao tribunal militar onde o caso foi julgado
A polícia israelense anunciou neste domingo a prisão de nove pessoas em um país dividido após o julgamento de um soldado reconhecido culpado de matar um palestino ferido.
O sargento Elor Azaria, de 20 anos, foi considerado culpado na quarta-feira por um tribunal militar de homicídio voluntário.
O veredicto divide Israel.
Sete pessoas foram presas e acusadas de perturbar a ordem pública, depois de organizarem no sábado uma manifestação em apoio ao soldado, que "não estava autorizada" pela polícia em frente à residência do presidente de Israel, Reuven Rivlin, em Jerusalém.
Outro protesto, desta vez para afirmar a unidade de Israel, tinha sido organizado em Tel Aviv respondendo ao chamado de um veterano do exército. Uma pessoa que tentou perturbar a manifestação foi detida, segundo a polícia.
A nona pessoa detida no sábado é suspeita de ter participado na campanha "de ódio" contra o chefe de Estado-Maior, o general Gadi Eisenkot, que apoiou a organização do julgamento do sargento.
Na sexta-feira, o procurador-geral de Israel autorizou uma investigação sobre as ameaças contra o chefe de Estado-Maior por parte de extremistas de direita partidários do sargento que na quarta-feira entraram em confronto com as forças de segurança perto do quartel-general militar em Tel Aviv, onde o veredicto foi anunciado.
"Gadi, cuidado, Rabin procura um amigo", gritaram alguns deles, referindo-se ao ex-primeiro-ministro Yitzhak Rabin, que assinou os acordos de paz de Oslo com os palestinos e foi assassinado em 1995 por um extremista judeu em Tel Aviv.
O tribunal ainda deve pronunciar sua sentença. Elor Azaria pode ser condenado a 20 anos de prisão.
Axact

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