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07/12/2016

Livro desmistifica “Os Protocolos dos Sábios de Sião”

Livro desmistifica “Os Protocolos dos Sábios de Sião”
Hadassa Ben-Itto e Miriam Sanger
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Miriam Sanger
A jornalista brasileira Miriam Sanger, que desde 2012 vive em Israel, lançou uma campanha de financiamento coletivo para a publicação de “A força da mentira” (“The Lie That Wouldn´t Die”), escrito por Hadassa Ben-Itto, ex-juíza da Suprema Corte de Israel, que investigou durante seis anos as origens de “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. “Para combater a mentira, é preciso apenas contar a verdade”, afirma ela. Já Miriam, enfatiza: “não faz o menor sentido que o livro ainda não esteja disponível no Brasil, um dos países que mais republicou “Os Protocolos”.
O livro foi publicado em inglês em 1998 e, em seguida, em hebraico. Foi traduzido também para o alemão, russo, holandês, espanhol, húngaro, búlgaro, romeno, árabe e pársi. A obra tem prefácios elogiosos do chefe do Supremo Tribunal da Inglaterra, lorde Harry Woolf, e do Juiz Edward R. Korman, desembargador do Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Leste de Nova York.
A edição em inglês conta com 390 páginas. Em português, o livro terá aproximadamente 480 páginas. Miriam explica: “Quando “A força da mentira” chegou em minhas mãos, eu tinha pouco conhecimento a respeito do conteúdo e do alcance de “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Essa obra absurda permanece até hoje como uma sombra entre as nações, sendo reeditada e publicada livremente, servindo como uma torpe referência ideológica para organismos de extrema direita, tanto políticos quanto civis”.
A autora Juíza Hadassa Ben-Itto

Nascida na Polônia em 1926, Hadassa Ben-Itto é advogada especializada em lei criminal. Atuou por 31 anos como juíza (desde 1970) e aposentou-se precocemente em 1991 de seu posto na Suprema Corte de Israel, comprometida com a investigação e a publicação do “The Lie That Wouldn´t Die”. Atuou como membro da delegação israelense na ONU em 1965 e 1975. Representou Israel nos mais importantes eventos internacionais, como a Conferência de Direitos Humanos da Unesco, em Paris em 1982. Foi presidente da Associação Internacional de Advogados e Juristas Judeus (IAJLJ) de 1988 a 2004; nesse ano, foi eleita como Presidente Honorária e coordenadora do comitê de combate do antissemitismo. Hadassa Ben-Ito dedicou-se por seis anos à pesquisa e redação dessa obra.

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