srael é a segunda nação mais inovadora do mundo, de acordo com o Relatório de Competitividade Global 2016-2017 do Fórum Econômico Mundial (FEM), que classifica a competitividade dos países com base em 12 categorias, incluindo inovação, preparo tecnológico, sofisticação de negócios e educação superior.
Quando o assunto é inovação, a “nação das startups” é a segunda, perdendo apenas para a Suíça, que também está classificada como primeiro lugar na lista de competitividade geral. Finlândia, E.U.A. e Alemanha fecham o top cinco da lista dos países mais inovadores, seguidos pela Suécia, Holanda, Japão, Singapura e Dinamarca.
Segundo o FEM, “a economia global ainda está em recuperação”. “Países precisam optar pela abertura, tecnologia e inovação para continuarem competitivos.”
Dentre as 138 nações avaliadas recentemente pelo Fórum Econômico Mundial para competitividade, Israel foi classificado como vigésimo quarto colocado (três posições acima, comparando-se com o ano passado), com significativos pontos fortes em inovação (segundo colocado), disponibilidade de capital de risco (segundo colocado), qualidade de instituições de pesquisa (terceiro colocado), investimento de empresas em pesquisa e desenvolvimento (terceiro colocado) e colaboração universidade-indústria em P&D (terceiro colocado).
A classificação em melhor posição na lista deste ano é resultado do momento de contínuo crescimento de Israel, que contrasta com o de alguns outros países da região. De acordo com o relatório, “apesar de a maioria dos países importadores de petróleo da região estarem lidando com declínio ou estagnação de competitividade, Israel progrediu três posições enquanto continua a estabelecer sua posição como uma das mais inovadoras economias do mundo”.
O relatório da FEM segue o trimestre de quebra de recordes para as startups israelenses: 187 startups israelenses levantaram um recorde de US$ 1,7 bilhão no segundo trimestre de 2016, um salto de 55% com relação ao US$ 1,1 bilhão levantado por 174 empresas no trimestre anterior, de acordo com o IVC Research Center e com a firma de contabilidade KPMG Somekh Chaikin.
Segundo Koby Simana, Diretor-Executivo do IVC Research Center, “2016 continuará sendo forte em levantamento de capital, com uma projeção de 20% de crescimento de um ano para o outro, ou cerca de US$ 5,3 bilhões, no total, a serem levantados até o fim do ano”.
Outra herança do forte cenário de startups de Israel é a recente aquisição da desenvolvedora de jogos sociais Playtika por um consórcio de empresas chinesas por US$ 4,4 bilhões – uma das maiores “saídas” por uma empresa israelense na história da “nação das startups”.
“Israel é a nação que santifica a inovação”
Com o maior número de startups per capita do mundo, segundo um relatório divulgado recentemente pela Autoridade de Inovação de Israel, o país é o lar de 2.000 startups que foram criadas na última década; outras 3.000 startups e empresas de alta tecnologia de pequeno e médio porte; 30 empresas em crescimento; 50 grandes empresas de tecnologia; e 300 centros de P&D de empresas multinacionais.
“Graças a duas décadas frutíferas na indústria israelense de alta tecnologia, tivemos conquistas sem precedentes”, afirmou Avi Hasson, Presidente e Cientista-Chefe da Autoridade de Inovação de Israel, em uma declaração. “Se investirmos em nossa indústria de alta tecnologia, seremos capazes de promover um crescimento mais rápido.”
Em uma declaração, o Primeiro Ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que “Israel é a nação que santifica a inovação. Atingimos ótimos patamares, mas não podemos parar agora; queremos continuar a subir”.
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