Resultado de imagem para Facebook entra na briga para apagar incêndios online no conflito israelo-palestino
Nitsana Darshan-Leitner, fundadora do Shurat HaDin Israel Law Center,
em Nova York
O Facebook, que se tornou campo de batalha no conflito israelo-palestino e de incitamento ao ódio contra Israel, e outras empresas de mídias sociais anunciaram esta semana que vão se unir para rastrear de forma mais eficiente mensagens de incitamento à violência e impedir propagandas terroristas online. 

"Nós temos conversas parecidas no mundo inteiro a respeito do problema do discurso de ódio online", diz Simon Milner, diretor de políticas do Facebook para o Reino Unido, o Oriente Médio e a África. "Mas nós vemos em Israel e no território palestino que essa é uma das questões centrais na sociedade, até mais nesta região do que em qualquer outro lugar”. Líderes europeus têm reclamado que as empresas de mídias sociais têm demorado para analisar e excluir postagens de ódio, e pressionaram por uma ação mais incisiva. 

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Quando incêndios atingiram florestas de Israel no mês passado, Anas Abudaabes se pôs a digitar em seu laptop. O que resultou disso o colocou atrás das grades e deu início a um debate sobre se ele havia tentado atiçar as chamas do ódio, literalmente nesse caso. 

Em sua página do Facebook, Abudaabes escreveu que "deveríamos chamar nossos homens para fazer o que é necessário", observando que "a grama seca queima mais rápido". 
“Os árabes deveriam rezar por raios e ventos fortes, ao passo que aqueles que estão em Jerusalém e Haifa, onde as labaredas eram mais intensas, deveriam jogar gasolina", disse ele, chamando os incêndios de ‘intifada do fogo’. Abudaabes, um empresário de 29 anos, insistiu que tudo não passou de uma brincadeira e foi solto depois de quase quatro dias.

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