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15/01/2016

Facebook é parcial contra Israel

Facebook é parcial contra Israel
ONG israelense comprova: Facebook é parcial contra Israel

Em dezembro de 2015, a Shurat HaDin, organização israelense de direitos civis, decidiu testar se o Facebook mantém padrões duplos quando se trata de Israel. A ONG lançou "The Big Facebook Experiment", que procurou expor a realidade do sentimento anti-Israel por meio do lançamento simultâneo de duas páginas quase idênticas na rede social: "Pare os palestinos!" e "Pare os israelenses!" (vídeo: acesse). 

Após o lançamento, em 28 de dezembro, a ONG publicou conteúdo de ódio simultaneamente em ambas as páginas. Um post na página anti-Israel diz: "Os sionistas mordem a Palestina pedaço por pedaço, e o mundo está em silêncio. Nós vamos impedi-los de qualquer maneira!”. Já um post na página pró-Israel dizia: "O Grande Israel deve sair em breve das mãos do inimigo muçulmano, de volta à soberania judaica. Nós vamos fazer isso de qualquer maneira, nós podemos!".

A página pró-palestina promete "destruir o invasor sionista", e pede vingança contra o "inimigo sionista que ameaça al-Aqsa". Enquanto isso, na página pró-Israel, um post conclamava a guerra contra o "inimigo palestino" e afirmava que "mais e mais soldados das IDF sabem que há necessidade de destruir o inimigo árabe". Foram também postados cartuns incitando o ódio, nas duas páginas. O próximo passo no experimento foi denunciar ambas ao Facebook para ver se seriam removidas por causa de seu conteúdo agressivo. Apesar de apresentarem conteúdo idêntico, apenas uma delas foi removida. 

A página que incitava o ódio contra os palestinos foi fechada pelo Facebook (no mesmo dia em que foi denunciada) por causa de "ameaça crível de violência", que "viola os padrões da nossa comunidade". A página de incitamento contra os israelenses, no entanto, não foi fechada, apesar do conteúdo idêntico. A rede social alegou que a página não está "em violação das regras do Facebook". E ela continua no ar... 

Em novembro de 2015, a Shurat HaDin já havia entrado com um processo na Suprema Corte do Estado de Nova York, depois que o Facebook rejeitou um pedido do Ministério das Relações Exteriores de Israel para remover todas as mensagens de violência contra israelenses, na onda de esfaqueamentos por parte dos palestinos, no segundo semestre de 2015.

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