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16/11/2015

Alemã é presa por negar o Holocausto


Haverbeck, de 87 anos, a 10 meses de prisão por ter declarado que o Holocausto foi "a maior mentira e a mais duradoura" na história do mundo e que Auschwitz nunca foi um campo de extermínio. 
 Condenada por "incitar o ódio", ela foi apresentada pelo jornal Tageszeitung como a "grande dama" dos negacionistas alemães e já havia sido repreendida em várias ocasiões por fazer declarações semelhantes. 
 Ursula é viúva de Werner Georg Haverbeck, um militante da extrema-direita que morreu em 1999. Juntos, eles fundaram em 1963 o Collegium Humanum em Vlotho, uma instituição educacional considerada um ninho de negacionista, que foi fechada em 2008. Cerca de 1,1 milhão de pessoas, incluindo um milhão de judeus, foram mortas entre 1940 e 1945 em Auschwitz-Birkenau, o campo libertado pelas tropas soviéticas em janeiro de 1945.

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