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70 anos do fim de Hitler e Eva Braun
30/04/15 Posted by Coisas Judaicas

70 anos do fim de Hitler e Eva BraunCercado pelas tropas russas no seu ‘bunker’ em Berlim, Adolf Hitler se mata.

Em 30 de abril de 1945, líder nazista e sua mulher se suicidam na Chancelaria do Reich, sede do governo alemão, um dia após casamento. Em Portugal, Salazar decreta luto oficial


Dois dias após a execução do ditador italiano Benito Mussolini, o mundo recebeu a notícia que simbolizava o capítulo final da Segunda Guerra na Europa: Adolf Hitler estava morto. Em 30 de abril de 1945, com a máquina militar alemã destroçada e encurralado pelos russos em seu bunker em Berlim, Hitler se matou. O suicídio se deu seis anos depois de as tropas nazistas invadirem a Polônia e, aliadas à Itália fascista de Mussolini e ao Japão, levarem o mundo ao seu pior conflito. 

Ao fim do confronto entre as três potências do Eixo e os Aliados, liderados por Estados Unidos, União Soviética e Inglaterra, mais de 50 milhões de pessoas haviam sido mortas, boa parte exterminadas em campos de concentração da Alemanha.

Nos dias anteriores ao suicídio, uma verdadeira caçada ao ditador nazista havia se travado nas ruas de Berlim. Notícias vindas de Moscou, publicadas pelo GLOBO na edição de 27 de abril, revelavam que os soviéticos estavam na cidade “remexendo todos os escombros e todos os edifícios para encontrar o Führer (o líder nazista)”. As tropas soviéticas já se localizavam a “800 metros do QG de Hitler na capital do Reich”, com a cidade cercada por homens, tanques, canhões e aviões.

Quando as tropas russas estavam a apenas 30 metros da Chancelaria do Reich, a sede do governo alemão, por volta das 15h30m do dia 30 de abril, Hitler se matou, aos 56 anos (nascera em 20 de abril de 1889). Ele e sua mulher, Eva Braun, de 33 anos, com quem se casara na noite anterior, se retiraram para a suíte do Führer no imenso abrigo sob os jardins do prédio e se mataram. Hitler tinha se convencido de que não havia chance de reviravolta na guerra. Ele ainda ditou um testamento político, no qual, sem qualquer crise de consciência pela morte de 6 milhões de judeus, além de milhares de ciganos, homossexuais e adversários políticos, responsabilizava "os agentes do judaísmo internacional" pela guerra. No mesmo documento, nomeava chanceler o ministro da Propaganda, Joseph Goebbels, e o almirante Karl Dönitz como chefe de Estado. Goebbels seguiu o chefe e, no dia seguinte, matou os seis filhos e se suicidou, junto com a mulher. No dia 8 de maio de 1945, finalmente a Alemanha capitulava, marcando o desfecho da guerra na Europa.

Enquanto o mundo comemorava o fim do conflito em território europeu (a rendição do Japão se daria somente em setembro), em Portugal a reação oficial era diferente. A ditadura de Antônio Oliveira Salazar decretou luto oficial no país pela morte de Hitler. Em igrejas de Lisboa, missas também foram celebradas pelas almas do líder do Partido Nacional Socialista alemão e de Mussolini. O luto decretado pelo regime salazarista provocou forte indignação de líderes da resistência europeia, muitos deles abrigados em Paris e outras cidades da França.

Os momentos que antecederam a morte de Hitler também foram de deserção. 

Ao contrário de colaboradores próximos que anteviam a derrota — muitos fugiram de Berlim —, Hitler não admitia que o "Reich de mil anos" chegara ao fim. Naqueles dias, não lembrava em nada o líder enérgico que mobilizara a máquina de guerra e os alemães para a aventura megalomaníaca de arianização do mundo e antissemita: estava abatido, exausto, com olheiras profundas e doenças como labirintite e mal de Parkinson, além de um "prurido insuportável que se espalhava pelo corpo", segundo relato de seu mordomo. É dele a versão que vigorou durante décadas: Hitler teria se matado com um tiro na boca, Eva ingerido veneno. 

Outras versões falavam de tiro na cabeça e veneno, ou simplesmente de veneno para os dois. Até hoje não se sabe ao certo: horrorizado com as mortes de Mussolini e da sua amante, Clara Petacci — fuzilados pela resistência italiana, depois pendurados pelos pés e malhados numa praça de Milão —, o Führer teria mandado que seu corpo e o de Eva Braun fossem incinerados pelos seus serviçais.

Os russos disseram não ter encontrado os restos do ditador nazista. Stalin chegou a divulgar uma versão de que Hitler teria fugido, mas nos anos 90, com a abertura política, uma nova verdade saiu dos arquivos de Moscou: os asseclas de Hitler despejaram 180 litros de gasolina sobre seu corpo e o de Eva, mas estes não teriam sido totalmente consumidos. Os russos encaixotaram os restos mortais do ditador e os enterraram numa base militar em Magdeburg, no setor soviético da Alemanha. 

Stalin temia que o local virasse objeto de culto. Em 1970, o mesmo temor teria levado o chefe da KGB, o serviço secreto soviético, Yuri Andropov, a ordenar a destruição definitiva dos restos mortais de Hitler. Depois da guerra e até recentemente, surgiram outras versões, sempre contestadas, de que Hitler teria fugido para a América do Sul, se escondendo na Argentina e até no Brasil.


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1 Comentários:

  1. Acredito sinceramente na fuga de Hitler para a america do Sul, já que aqui, este possuía diversos admiradores , como o próprio Vargas que vendeu se aos americanos...prova disso é a Olga Prestes - Os Argentinos também receberam diversos nazistas... Renato Andreoli

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