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Sobrenomes Sefarditas
14/04/10 Posted by Jorge Magalhães

1 – INTRODUÇÃO

Os Sefarditas (do hebraico Sefardim, no singular Sefardi) são todos os Judeus provenientes da Península Ibérica (Sefarad). Tais Povos por muitos séculos foram perseguidos durante o período da Inquisição Católica. E por este motivo, fugiram para países como Holanda e Reino Unido; além dos países do Norte da África e da América como: Brasil, Argentina, México e EUA; e desse modo, tiveram que seguir suas tradições secretamente ou até mesmo abrir mãos das Tradições do Judaísmo, tudo em busca da sobrevivência. Sendo que alguns ainda tiveram que se converter forçadamente ao Cristianismo Católico.

2 – CONTEXTO HISTÓRICO

Ao longo da História o Judaísmo sofreu inúmeras perseguições por parte de seus opositores, dos tais destacam-se os Romanos, Católicos e Nazistas. Nestas condições, muitos Judeus perderam suas identidades culturais, e assim, várias gerações surgiram sem o contato explicito com as Tradições do Judaísmo, seja ele Ortodoxo ou Messiânico.



De fato, tudo isso iniciou com a segunda Diáspora, onde o General Tito, filho do Imperador Vespasiano, sufocou a primeira rebelião no ano de 70 d.C. (tendo ela sido iniciada em 66 d.C.), o que culminou na destruição do Templo e na morte de quase 1 milhão de Judeus. Sendo que a Diáspora só se concretizou após a segunda revolta dos Judeus, iniciada em 132 d.C. e dissolvida pelo Imperador romano Adriano em 135 d.C. E assim, proibidos de entrarem em Jerusalém e sendo eles expulsos da Palestina (região da Judéia), os Judeus se espalharam pelo Mundo.

Aos poucos a Europa foi sendo habitada por Judeus refugiados da ira romana, principalmente na região da Península Ibérica. Tempos depois, os Judeus novamente passaram a ser vítimas de perseguições, desta vez, promovidas pela Igreja Católica Apostólica Romana; que instaurou a fogueira da Inquisição. Assim, um dos crimes alegados pela Igreja, era o “crime de Judaísmo”. Em que o indivíduo era proibido de exercer sua judaicidade.

Neste caso, a partir da feroz Inquisição espanhola de 1478 até 1834, em que Judeus e inúmeros outros indivíduos, foram julgados por possíveis atos contra os preceitos da Igreja. Sendo que os Judeus foram expulsos da Espanha no ano de 1492.

Perseguidos e desamparados, os Judeus espanhóis tiveram que se refugiar em Portugal. Estando lá, foram feitos escravos, embora conquistassem a liberdade em 1495, beneficiados com a Lei promulgada por D. Manoel ao subir ao trono. Mas em 1496, assinou um acordo que expulsaria todos os Judeus Sefarditas (ou Marranos) que não se sujeitassem ao batismo Católico. Sendo que no ano seguinte, as crianças Judias de até 14 anos foram obrigadas a se batizarem e em seguida adotadas por famílias Católicas.

Com a descoberta das terras brasileiras em 1500, pela a esquadra de Cabral, a sorte de muitos Judeus mudaria. Pois em 1503, o Judeu Fernando de Noronha com uma considerável lista de Judeus, apresenta o projeto de Colonização a D. Manoel. Porém, o Povo Judeu ainda passaria por mais um triste episódio, quando em 1506, milhares de Judeus foram mortos e queimados pelo Progon da capital portuguesa. Além de tais Judeus (Cristãos Novos) terem presenciado o contraditório D. Manoel estabelecer a lei que dava os liberdade e os mesmos direitos dos Católicos, em 01 de março de 1507. O mesmo D. Manoel que em 1515 solicita ao papa um sistema de Inquisição semelho semelnatede Inquisiçita ao papaqueimados triste ep por famSefarditas (ou Marranos)ante ao espanhol.

E desse modo, a solução para estes Judeus Marranos, foram a de aderirem ao movimento de Colonização do Brasil, quando em 1516, D. Manoel distribui ferramentas gratuitamente a quem quisesse tentar a vida na Colônia.

Em 1524, D. João III confirma a Lei de D. Manoel (de 1507), que consolida a lei de direitos iguais aos convertidos à força. No ano de 1531, Martin Afonso de Souza (aluno do Judeu Pedro Nunes), recebe de D. João III a autorização de colonizar o Brasil sistematicamente. Em que 1533, o mesmo funda o primeiro engenho no Brasil.

Durante um bom tempo, os Judeus passaram por inúmeras revira-voltas quanto a benefícios, confiscos e até mesmo mortes. Porém, os mesmos gozaram de plena liberdade religiosa durante o domínio holandês de 1637 a 1644 (na gestão de Maurício de Nassau), quando fundaram a primeira sinagoga no Brasil, a Zur Israel. Mas, com a retomada portuguesa em 1654, os Judeus foram de fato expulsos e alguns migraram para outros países.

No período de 1770 a 1824, os Judeus passam por mais uma fase de aceitação; sendo que em 25 de maio de 1773, é estabelecida a abolição dos termos Cristãos Novos (Judeus) e Cristãos Velhos (Católicos), passando todos a terem os mesmos benefícios e sem distinções.

A partir de 1824, o movimento tais Judeus (Sefarditas ou Marranos), passa por um período de “assimilação profunda”, isto é, inicia-se uma fase de parcial esquecimento de suas Tradições, devido a séculos de repressão e pelo contato direto e extensivo com uma cultura etnocêntrica, que mesmo os aceitando perante as leis, tratavam-os com desprezo e repressão. A solução mesmo, partiu do pressuposto do esquecimento e sectarismo, o que permitiu com que várias gerações crescessem sem ter uma real noção de suas legitimas raízes.

Desse modo, estima-se que no Brasil, vivam cerca de um décimo (1/10) ou até mesmo 35 milhões de Judeus Sefarditas, entre eles os Judeus Asquenazitas (provinientes da Europa Central e Oriental).

Assim, segue-se abaixo uma lista com os principais sobrenomes Sefarditas habitantes da Peninsula Ibérica, e no decorrer do continente Americano, a exemplo do Brasil:

2.1 – Sobrenomes Judaico-Sefarditas oriundos das regiões portuguesas de Alentejo, Beira-Baixa e Trás-os-Montes:

Amorim; Azevedo; Álvares; Avelar; Almeida; Barros; Basto; Belmonte; Bravo; Cáceres; Caetano; Campos; Carneiro; Carvalho; Crespo; Cruz; Dias; Duarte; Elias; Estrela; Ferreira; Franco; Gaiola; Gonçalves; Guerreiro; Henriques; Josué; Leão; Lemos; Lobo; Lombroso; Lopes; Lousada; Macias; Machado; Martins; Mascarenhas; Mattos; Meira; Mello e Canto; Mendes da Costa; Miranda; Montesino; Morão; Moreno; Morões; Mota; Moucada; Negro; Nunes; Oliveira; Ozório; Paiva; Pardo; Pilão; Pina; Pinto; Pessoa; Preto; Pizzarro; Ribeiro; Robles; Rodrigues; Rosa; Salvador; Souza; Torres; Vaz; Viana e Vargas.

2.2 – Sobrenomes de famílias Judaico-Sefarditas na Diáspora para Holanda, Reino Unido e Américas:

Abrantes; Aguilar; Andrade; Brandão; Brito; Bueno; Cardoso; Carvalho; Castro; Costa; Coutinho; Dourado; Fonseca; Furtado; Gomes; Gouveia; Granjo; Henriques; Lara; Marques; Melo e Prado; Mesquita; Mendes; Neto; Nunes; Pereira; Pinheiro; Rodrigues; Rosa; Sarmento; Silva; Soares; Teixeira e Teles.

2.3 – Sobrenomes judaico-Sefarditas na América Latina:

Almeida; Avelar; Bravo; Carvajal; Crespo; Duarte; Ferreira; Franco; Gato; Gonçalves; Guerreiro; Léon; Leão; Lopes; Leiria; Lobo; Lousada; Machorro; Martins; Montesino; Moreno; Mota; Macias; Miranda; Oliveira; Osório; Pardo; Pina; Pinto; Pimentel; Pizzarro; Querido; Rei; Ribeiro; Robles; Salvador; Solva; Torres e Viana.

2.4 – Principais exemplos de Sobrenomes extraídos do Dicionário Sefarad:

A – Abreu; Abrunhosa; Affonseca; Affonso; Aguiar; Ayres; Alam; Alberto; Albuquerque; Alfaro; Almeida; Alonso; Alvade; Alvarado; Alvarenga; Álvares/Alvarez; Alvelos; Alveres; Alves; Alvim; Alvorada; Alvres; Amado; Amaral; Andrada; Andrade; Anta; Antonio; Antunes; Araújo; Arrabaca; Arroyo; Arroja; Aspalhão; Assumção; Athayde; Ávila; Avis; Azeda; Azeitado; Azeredo; Azevedo; B – Bacelar; Balão; Balboa; Balieyro; Baltiero; Bandes; Baptista; Barata; Barbalha; Barboza/Barbosa; Bareda; Barrajas; Barreira; Baretta; Baretto; Barros; Bastos; Bautista; Beirão; Belinque; Belmonte; Bello; Bentes; Bernal; Bernardes; Bezzera; Bicudo; Bispo; Bivar; Boccoro; Boned; Bonsucesso; Borges; Borralho; Botelho; Bragança; Brandão; Bravo; Brites; Brito; Brum; Bueno; Bulhão; C – Cabaço; Cabral; Cabreira; Cáceres; Caetano; Calassa; Caldas; Caldeira; Caldeyrão; Callado; Camacho; Câmara; Camejo; Caminha; Campo; Campos; Candeas; Capote; Cárceres; Cardozo/Cardoso; Carlos; Carneiro; Carranca; Carnide; Carreira; Carrilho; Carrollo; Carvalho; Casado; Casqueiro; Casseres; Castenheda; Castanho; Castelo; Castelo Branco; Castelhano; Castilho; Castro; Cazado; Cazales; Ceya; Céspedes; Chacla; Chacon; Chaves; Chito; Cid; Cobilhos; Coche; Coelho; Collaco; Contreiras; Cordeiro; Corgenaga; Coronel; Correa; Cortez; Corujo; Costa; Coutinho; Couto; Covilha; Crasto; Cruz; Cunha; D – Damas; Daniel; Datto; Delgado; Devet; Diamante; Dias; Diniz; Dionísio; Dique; Doria; Dorta; Dourado; Drago; Duarte; Duraes; E – Eliate; Escobar; Espadilha; Espinhosa; Espinoza; Esteves; Évora; F – Faísca; Falcão; Faria; Farinha; Faro; Farto; Fatexa; Febos; Feijão; Feijó; Fernandes; Ferrão; Ferraz; Ferreira; Ferro; Fialho; Fidalgo; Figueira; Figueiredo; Figueiro; Figueiroa; Flores; Fogaca; Fonseca; Fontes; Forro; Fraga; Fragozo; Franca; Francês; Francisco; Franco; Freire; Freitas; Froes/Frois; Furtado; G – Gabriel; Gago; Galante; Galego; Galeno; Gallo; Galvão; Gama; Gamboa; Gancoso; Ganso; Garcia; Gasto; Gavilao; Gil; Godinho; Godins; Góes; Gomes; Gonçalves; Gouvêa; Gracia; Gradis; Gramacho; Guadalupe; Guedes; Gueybara; Gueiros; Guerra; Guerreiro; Gusmão; Guterres; H – Henriques; Homem; I – Idanha; Iscol; Isidro; J – Jordão; Jorge; Jubim; Julião; L – Lafaia; Lago; Laguna; Lamy; Lara; Lassa; Leal; Leão; Ledesma; Leitão; Leite; Lemos; Lima; Liz; Lobo; Lopes; Loução; Loureiro; Lourenço; Louzada; Lucena; Luiz; Luna; Luzarte; M –Macedo; Machado; Machuca; Madeira; Madureira; Magalhães; Maia; Maioral; Maj; Maldonado; Malheiro; Manem; Manganês; Manhanas; Manoel; Manzona; Marca; Marques; Martins; Mascarenhas; Mattos; Matoso; Medalha; Medeiros; Medina; Melão; Mello; Mendanha; Mendes; Mendonça; Menezes; Mesquita; Mezas; Milão; Miles; Miranda; Moeda; Mogadouro; Mogo; Molina; Monforte; Monguinho; Moniz; Monsanto; Montearroyo; Monteiro; Montes; Montezinhos; Moraes; Morales; Morão; Morato; Moreas; Moreira; Moreno; Motta; Moura; Mouzinho; Munhoz; N – Nabo; Nagera; Navarro; Negrão; Neves; Nicolao; Nobre; Nogueira; Noronha; Novaes; Nunes; O – Oliva; Olivares; Oliveira; Oróbio; P – Pacham/Pachão/Paixão; Pacheco; Paes; Paiva; Palancho; Palhano; Pantoja; Pardo; Paredes; Parra; Páscoa; Passos; Paz; Pedrozo; Pegado; Peinado; Penalvo; Penha; Penso; Penteado; Peralta; Perdigão; Pereira; Peres; Pessoa; Pestana; Picanço; Pilar; Pimentel; Pina; Pineda; Pinhão; Pinheiro; Pinto; Pires; Pisco; Pissarro; Piteyra; Pizarro; Pombeiro; Ponte; Porto; Pouzado; Prado; Preto; Proença; Q – Quadros; Quaresma; Queiroz; Quental; R – Rabelo; Rabocha; Raphael; Ramalho; Ramires; Ramos; Rangel; Raposo; Rasquete; Rebello; Rego; Reis; Rezende; Ribeiro; Rios; Robles; Rocha; Rodriguez; Roldão; Romão; Romeiro; Rosário; Rosa; Rosas; Rozado; Ruivo; Ruiz; S – Sá; Salvador; Samora; Sampaio; Samuda; Sanches; Sandoval; Santarém; Santiago; Santos; Saraiva; Sarilho; Saro; Sarzedas; Seixas; Sena; Semedo; Sequeira; Seralvo; Serpa; Serqueira; Serra; Serrano; Serrão; Serveira; Silva; Silveira; Simão; Simões; Soares; Siqueira; Sodenha; Sodré; Soeyro; Sueyro; Soeiro; Sola; Solis; Sondo; Soutto; Souza; T – Tagarro; Tareu; Tavares; Taveira; Teixeira; Telles; Thomas; Toloza; Torres; Torrones; Tota; Tourinho; Tovar; Trigillos; Trigueiros; Tridade; U – Uchoa; V – Valladolid; Vale; Valle; Valença; Valente; Vareda; Vargas; Vasconcellos; Vasques; Vaz; Veiga; Veyga; Velasco; Vélez; Vellez; Velho; Veloso; Vergueiro; Viana; Vicente; Viegas; Vieyra; Viera; Vigo; Vilhalva; Vilhegas; Vilhena; Villa; Villalao; Villa-Lobos; Villanova; Villar; Villa Real; Villella; Vilela; Vizeu; X – Xavier; Ximinez; Z – Zuriaga.

Desse modo, vemos claramente que os Judeus fazem parte de uma enorme frente de formação da Península Ibérica, Norte da África e América. O que nos coloca em contato direto com um contexto cripto-judaico.

2.5 – Como confirmar a descendência judaica?

Evidentemente que, nem sempre aqui no Brasil, ter o sobrenome judaico lhe dá a condição de Judeu descendente. Pois, havemos de concordar, que o país passou por inúmeros casos concernentes a erros de sobrenomes, no que diz respeito a grandes falhas nos cartórios responsáveis pelo registro de nomes e sobrenomes.

Assim, a melhor opção para quem se identifica com um sobrenome Judeu, é observar os seguintes fatores:

• Os casamentos entre familiares (pois era uma forma de manter os bens entre as famílias judias e os pontos de vista em comum);

• Tradições de cunho ligado à cultura hebraica em relação ao Cristianismo (considerando que o Cristianismo para esses era seguido por aparências, pois ambos foram convertidos forçadamente à religião Cristã Católica);

• E por último, o levantamento histórico-genealógico (para confirmar se houve ou não alterações nos sobrenomes ao longo das gerações).



3 – CONCLUSÃO

Portanto, fica evidente a existência de uma grandiosa cripto-Comunidade Judaica na Península Ibérica (Portugal e Espanha), assim como nos países do continente americano (a exemplo do Brasil) e africano. E com isso, percebemos o quanto à segregação e o etnocentrismo promovem a destruição de princípios, gerando um “câncer” na liberdade individual e conjunta, como também, na tradição religiosa. O que aglutina ainda mais a odiosidade entre as Religiões e os Povos, que se distanciam ainda mais de possíveis e saudáveis diálogos baseados no bom senso.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS DESCENDENTES DE JUDEUS DA INQUISIÇÃO.

CRUZ, Carla & RIBEIRO, Uirá. Metodologia cientifica: teoria e prática. 2ª ed. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil, 2004.

LAMECH144. Judeus Anussins

Jorge Magalhães

Obrigado por sua visita..!

18 comentários:

Anônimo disse...

Gostei muito da matéria, mas eu gostaria de saber como poderei ter a certeza de ser ou não descendente de judeus; O meu nome de solteira é Adriana de Lima Moura. Minha mãe "LIMA" meu pai "FERREIRA MOURA" meu avô paterno "RODRIGUES MOURA" minha avó paterna "FERREIRA". E eles davam muita importância a ir na igreja todo o domingo fazer 1ª comunhão e crisma na igreja católica e etc... Isso é muito importante para mim porque eu me convertí ao verdadeiro cristianismo evangélico que segue a verdade que NOSSO SENHOR JESUS CRISTO nos ensinou ou seja a "VERDADE DO EVANGELHO". Gostaria de uma resposta. Obrigada. E que Deus os abençoe!!!

Anônimo disse...

Gostei muito da matéria, mas eu gostaria de saber como poderei ter a certeza de ser ou não descendente de judeus; O meu nome de solteira é Adriana de Lima Moura. Minha mãe "LIMA" meu pai "FERREIRA MOURA" meu avô paterno "RODRIGUES MOURA" minha avó paterna "FERREIRA". E eles davam muita importância a ir na igreja todo o domingo fazer 1ª comunhão e crisma na igreja católica e etc... Isso é muito importante para mim porque eu me convertí ao verdadeiro cristianismo evangélico que segue a verdade que NOSSO SENHOR JESUS CRISTO nos ensinou ou seja a "VERDADE DO EVANGELHO". Gostaria de uma resposta. Obrigada. E que Deus os abençoe!!!

Anônimo disse...

Tomar conhecimento das minhas raízes sempre foi algo muito forte em mim.Talvez nunca tenha certeza se sou ou não judia, mas só o fato de ter meu sobrenome citado na lista de "Sobrenomes de famílias Judaico-Sefarditas na Diáspora para Holanda, Reino Unido e Américas", bem como no Dicionário Sefarad, me faz sentir muito próxima dessa história. Na verdade me faz sentir judia, e estou de coração aberto para aprender e professar essa fé!

Fábio Franco disse...

Bom dia , sempre estive muito ligado no que diz sobre Israel
Sou da familia Franco, gostaria de tirar uma duvida, vi na relação de sebrenomes judaicos, vi na relação dos sefaraditas, mas tenho uma duvida, meu primo disse que, nossa linhagem é a dos asquenazi, e não sefaraditas, como posso tger certeza disso,caso alguem saiba, favor enviar algum endereço, onde posso pesquisar melhor e tirar essa duvida. favor enviar para o meu emai que ´biofranco2@hotmail.com, obrigad¨" toda raba

Anônimo disse...

tenho por parte do meu pai e da minha mae sobrenomes que podem ser judaicos e meu pai me disse que quando ele era pequeno a sua familia nao tinha costumes cristaos como por exemplo celebrar o natal o sobre nome do meu avo era souza e da minha avó é costa,eu gostaria muito de ser descendente de judeus pois pra mim seria uma grande honra pois procuro ja seguir as leis de noah e tenho um desejo enorme de estudar a torah

Rsa disse...

Tem testes de DNA disponiveis para quem tem condições de pagar....Veja no sitio http://nameyourroots.com/ para mais informações......

Anônimo disse...

Dias virão em que não haverá um só humano que não tenha o DNA de Abraão. Seja o conj. "A"= a descendência de Abraão, a qual não se pode contar, e "B"= a população da Terra, (7 bilhões, parte contabilizada),conclusâo: "B" está contido em "A". Genesis: 12:2, 15:5, 16:10, 22:15 a 18.

Anônimo disse...

Meu sobrenome paterno não consta entre os indicados, para indicar descendência judaica. No entanto, como me disse um dia om Rabino, a descendência tem seu valor no vínculo, mas o que conta de fato é a vontade expressa de QUERER VIVER DE ACORDO COM OS PRINCÍPIOS DA TORÁ (LEI DE DEUS) POIS É O QUE PRODUZ RESULTADOS. Concordo plenamente com ele. Oxalá algum dia DEUS abra as porta de Israel para mim. Daniel Paes Cavalcante

Anônimo disse...

Daniel a Biblia dis que todas as p. que crerem e forem batizadas como CRISTO foi serao perdoados os seus pecados,apartir dai tudo voc~e fazer de bom e mau ,vai ser julgado depois da morte da sua carne ,corpo, leia todo o novo testamento da bíblia. ok.

Rui da Fonseca e Castro disse...

Entrou recentemente em vigor a alteração ao Regulamento da Nacionalidade Portuguesa, que abre a possibilidade de aquisição da nacionalidade portuguesa a descendentes de judeus sefarditas portugueses. No entanto, para fazer a prova da ascendência sefardita, não basta possuir determinado nome. Em alguns casos, as famílias possuem prova suficiente da tradição de pertença a comunidades sefarditas de origem portuguesa. Em outros, será necessário proceder a investigação genealógica prévia. Fico à disposição para o esclarecimento de quaisquer dúvidas.

Rui da Fonseca e Castro disse...

Entrou recentemente em vigor a alteração ao Regulamento da Nacionalidade Portuguesa, que abre a possibilidade de aquisição da nacionalidade portuguesa a descendentes de judeus sefarditas portugueses. No entanto, para fazer a prova da ascendência sefardita, não basta possuir determinado nome. Em alguns casos, as famílias possuem prova suficiente da tradição de pertença a comunidades sefarditas de origem portuguesa. Em outros, será necessário proceder a investigação genealógica prévia. Fico à disposição para o esclarecimento de quaisquer dúvidas.

Rui da Fonseca e Castro disse...

Prezado Fábio,
Existe forma de esclarecer essa dúvida. Irei enviar-lhe um email.
Fico à disposição para o esclarecimento de quaisquer dúvidas.
Att.

Francisca Silva disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Francisca Silva disse...

Poderiam responder a duas perguntas colocadas no final deste comentário, obrigada.
Um dos meus apelidos é Trigo e este não aparece em nenhuma das listas. Sei que o meu bisavô era judeu de raça e religião, mas converteu-se ao catolicismo, quer por provas genealógicas, quer porque fazia parte de uma "pequena aldeia", agora abandonada, em Trás-os-montes chamada Gavião, que acredito ser a consequência da instalação de uma família judaica antiga em Portugal fugida de Espanha
Por questões familiares não sei muito sobre as minhas ascendências judaicas e, ultimamente, tenho sentido uma grande ligação com as minhas origens, contudo pouco sei sobre elas.
As minhas questões são: como poderei saber mais sobre as minhas origens judaicas e por que razão não se encontra o meu apelido (Trigo) nas listas?

Coisas Judaicas disse...

Francisca Silva, entre neste site e faça uma busca mais apurada:
http://www.sephardim.com/

Francisca Silva disse...

obrigada

Anônimo disse...

Ola.tenhi lido e lido tudo ha um ano atras.acerca dos cristaos novos.eu tenho duas vezes o nome sefardita.antunes e castro..e tambem minha mae nao sabe nem nunva soube explicar quem eramos e donde a nossa familia veio antes fa minha avo.alem disso ela sempre me disse que os casamentos na beira baira eram 70 POR cento entre primos.outra coisa eta que a minha avo transmitiu a minha mar algumas tradicoes e partes da biblia que nao eram catolicas....eram digamos mais profundas.como por exemplo.vetsiculos biblicos de memoria.tambem muitos canticos e vetsos em que galava de um deus unico Adonai. E claro que entre o dizer e o ser nao ha muito que possa comprovar.mas...................nao vou descandar enquanto nao desvobrir a verdade e entao ai entender a razao e porque de muitas coisas na minha familia.......aprender a lingua judaica...e mesmo motando aqui na polonia.gostava que entao os meus filhos tambem aprendessem o torah..mas como posso fazer o teste de adn? Abraco lurdes antunes dr castro portugal/ polonia

Coisas Judaicas disse...

Para o teste de DNA, segue os links:

https://www.igenea.com/pt/judeus

https://www.familytreedna.com/landing/jewish-ancestry.aspx

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