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By Coisas Judaicas | 08/12/16 | Posted in , | With 0 comments
Coisas Judaicas ganhou uma árvore  plantada em seu nome
   *Por Thais Alessandra do Coletivo Cirandar
Em 16 de fevereiro de 2016, Coisas Judaicas publicou uma matéria sobre a campanha  “Plante Uma Árvore” na Serra do Gandarela, uma causa de iniciativa da Floricultura Ikebana Flores em parceria com o Coletivo Cirandar. Quem quiser conferir, a matéria ainda está disponível: http://www.coisasjudaicas.com/2016/02/coisas-judaicas-apoia-campanha-plante.html  
Como toda postagem em blog ou site a respeito desta campanha se converte em uma muda nativa plantada na Serra do Gandarela, Coisas Judaicas ganhou uma árvore plantada em seu nome.  Confira no álbum do último plantio:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1182791691796760&set=a.1173192829423313&type=3&theater

Desta vez, 150 mudas nativas do cerrado, com variações de tamanhos, 15 a 60 cm, foram plantadas no dia 26 de novembro, em um dos biomas peculiares dessa região. Candeia, Ipê Branco, Ipê Crioulo, Ipê Amarelo, Mogno, Jacarandá, Sucupira, Aroeira, Peroba, Jequitibá, entre outras, apropriadas para margens de riachos, foram plantadas na região de bioma característico do cerrado, distantes do leito das nascentes, para não descaracterizarem o bioma endêmico. Além de todos os blogs e sites parceiros, 18 voluntários tornaram essa causa possível. A Ikebana Flores também está doando mudas do cerrado, basta comparecer na Av. Getúlio Vargas, 1697 - Funcionários - 30.112-021, Belo Horizonte, Minas Gerais. Próximo à Savassi.
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Parlamento israelense aprova em primeiro turno projeto sobre colonização
Bandeira de Israel é vista em Jerusalém no dia 14 de novembro de 2016.
Foto: Thomas Coex/AFP Photo
Jerusalém - O Parlamento israelense aprovou nesta quarta-feira, em primeiro turno, o polêmico projeto de lei que permitirá legalizar cerca de 4 mil residências de judeus em terras na Cisjordânia.

O projeto, apoiado pelo governo de Benjamin Netanyahu, foi aprovado por 57 votos a 51.

O texto deverá ser aprovado em mais dois turnos para se transformar em lei.

O projeto é fruto de um compromisso entre Netanyahu e seu ministro da Educação, Naftali Bennett, líder do partido nacionalista religioso Lar Judeu, um fervente partidário da colonização.

Bennett tem qualificado o projeto como o "primeiro passo para uma soberania israelense na Judeia-Samaria" (nome empregado pelas autoridades israelenses para designar a Cisjordânia), em referência à anexação parcial desta região ocupada por Israel há cerca de meio século.

Se for aprovado, o texto legalizará cerca de 4 mil residências disseminadas em 55 colônias "salvagens", segundo a organização israelense "Paz Agora".

Na terça-feira, o departamento americano de Estado reafirmou sua preocupação com a iniciativa "profundamente nociva" de Israel de legalizar as 4 mil residências de colonos.

"Aprovar esta lei será profundamente nocivo na perspectiva de uma solução de dois estados" - israelense e palestino - disse Mark Toner, porta-voz do departamento de Estado.

"Também estamos preocupados por comentários que escutamos de algumas figuras políticas em Israel de que isto seria o primeiro passo para a anexação de partes da Cisjordânia". 

"Estamos profundamente preocupados com isto", declarou Toner.
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TAKA: Pre-Academic Program
 

Interessado em continuar o ensino superior em Israel? Aproveite as vantagens do nosso excepcional programa preparatório.

O programa pré-acadêmico TAKA prepara os alunos imigrantes para estudos de graduação, pós-graduação, ou certificados de estudos. Em qualquer das faculdades acadêmicas que oferecem o Taka, você vai estudar a língua hebraica e outros temas que irão ajudá-lo a obter sucesso no ambiente acadêmico israelense. Você também vai se beneficiar do aconselhamento de carreira personalizado, das oficinas, atividades culturais e viagens.
 
A mensalidade da parte acadêmica do TAKA é gratuita. Você também pode ter direito a ajuda econômica através das Autoridades Estudantis. Verifique com o seu sheliach para saber mais detalhes.
 
ELEGIBILIDADE
 
Você pode ser elegível para o TAKA se você é um novo imigrante com idade entre 18 e 30 anos e estiver em qualquer uma das seguintes categorias:
 
  • Você possui diploma do ensino médio ou equivalente, como um IB, um Abitur, ou GCSE com níveis A.
  • Você pretende cursar uma instituição de ensino superior que não requer mechinah (curso preparatório especializado) como pré-requisito, ou você já sabe que está isento de mechinah.
  • Você estudou em uma instituição reconhecida no exterior por pelo menos dois semestres e ganhou pelo menos 30 créditos.
  • Você pretende se inscrever em um programa que oferece certificados de estudos ou engenharia prática.
  • Você pretende se candidatar aos programas de pós-graduação.
 
(Nota: você não tem que ter sido aceito em um curso universitário ou programa certificado para entrar no Taka, pode apenas estar planejando se candidatar.)
 
Outros critérios de elegibilidade serão explicados mediante solicitação.
 
ACOMODAÇÕES
 
Você pode optar por se hospedar em Centros de Absorção em Jerusalém e Ashkelon para reduzir os seus custos com aluguel.

Fale Conosco:
Escritório Regional de Tel Aviv:
t: +972-3-520-9155/81/87
6 Esther Hamalka Street
 
Escritório Regional de Haifa:
t: +972-4-863-1141/9
15 Pal-Yam Blvd
 
Escritório Regional Be'er Sheva:
t: +972.8.626.1230/1
31 Shazar Street, Beit Oshira

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A AliyáPrecisa de uma carona?
Quando a Torá é lida publicamente na sinagoga (no Shabat, nas manhãs de segunda e quinta-feira, feriados e dias de jejum), os congregantes são chamados para uma aliyá. Originalmente, a pessoa convocada (o olê) lia uma seção da leitura, uma das porções. Porém como muitos não têm o treinamento nececssário para entoar a leitura, há um “ledor” designado que lê a seção em voz alta, enquanto o olê acompanha baixinho (ou escuta).
Aliyá significa “subida”, referindo-se não exatamente a subir à plataforma da mesa de leitura, mas também a uma elevação espiritual. Nossos Sábios explicam que D'us fala constantemente as palavras da Torá; quando o olê sobe à Torá, D'us fala através dele.
Aliyá significa subida… A elevação espiritual do olê.
Quando:
Tente conseguir uma aliyá nessas ocasiões: a) No Shabat anterior ao seu casamento. b) Durante ou após seu bar mitsvá. c) Durante ou antes do dia de seu aniversário judaico, o yahrtzeit de um pai (aniversário de falecimento), e a circuncisão de um filho.
Como:
O gabai anuncia em hebraico: “Levanta, fulano filho de sicrano!” Se houver um Cohen presente, ele é honrado com a primeira aliyá, e um Levita recita a segunda aliyá. Em muitas sinagogas o olê usa um talit.
De pé à direita do leitor, que apontará o início e o final da leitura. Toque-os com a ponta de seu talit (ou a faixa da Torá) e beije-o. Feche a Torá, segure as duas alças e recite a primeira bênção.
Segure a alça da Torá enquanto o leitor lê sua seção. Se possível, acompanhe as palavras hebraicas dentro do Rolo de Torá e leia junto em silêncio.
Quando terminar a leitura, beije o final e o início com seu talit, feche a Torá e recite a segunda bênção.
Clique aqui para ver o texto das bênçãos.
Após sua aliyá, fique de pé à direita da mesa de leitura até depois da aliyá seguinte.
Nota: Não tem prática? Não se preocupe. O gabai o guiará através do processo!
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Muitos de nós, neste início de milênio, professamos um "lado espiritual", um "eu religioso" ou seja qual for o nome que damos àquela parte de nós mesmos que está em sintonia com Algo Mais Elevado. Portanto, a questão não é realmente se temos um lado espiritual, mas do que se trata, exatamente. Tem a ver com o auto-aperfeiçoamento, como uma aula de trabalhos manuais, ou uma sessão de terapia? Seria um dever, como obedecer à lei do país e sair para trabalhar pela manhã? Ou simplesmente trata-se daquilo que você é?
O Talmud, voltado para esta questão há mais de 1500 anos, colocou-a nestes termos: como você chama o lugar que D'us ocupa em sua vida - uma montanha, um campo, ou uma casa?
Ele representou algo mais para cada um dos Patriarcas fundadores do povo judeu. Há um local - o Monte do Templo em Jerusalém - que a Torá considera o ponto chave da presença de D'us neste mundo. Quando Avraham lá esteve, foi chamada de "a montanha da revelação de D'us." Para Yitschac, o lugar foi "um campo." Yaacov passou lá uma noite e o proclamou "a casa de D'us."
Os Cabalistas englobaram a vida dos três Patriarcas deste modo: Avraham foi a personificação do amor, Yitschac a reverência, e Yaacov foi a essência da verdade.
O problema com o amor é que ele pode ir longe demais, sobrepujado até o limite entre o "eu" e o outro, até tornar-se asfixiado e decadente. Avraham foi a perfeição do amor, mas seu filho, Yishmael, foi um exemplo do amor descontrolado. O problema com a humildade, comprometimento e auto-disciplina, é que podem se transformar em crueldade - Essav (Esaú) é um exemplo do que seria Yitschac se tivesse se corrompido.
A verdade, por outro lado, é aquilo que é; não porque está tentando atingir algo ou porque está recuando. Verdade é o amor que respeita os limites; a verdade é o comprometimento mesclado com a compaixão. A verdade não é uma montanha, em pedaço de terra tentando ser o céu; também não é um campo, aplainando-se até o chão para submeter-se ao arado e à enxada. A verdade é um lar: um local que abriga a vida, providencia suas necessidades e lhe permite ser ela mesma.
É claro que o lar não pode existir sem a montanha e o campo. A verdade sem paixão está morta; a verdade sem o comprometimento é infundada. Para que nos tornemos nós mesmos, devemos escalar nossas montanhas e arar nossos campos. Porém devemo-nos lembrar que a vida realmente vivida não é conquistar ou submeter-se, mas habitar nossas conquistas e comprometimentos. Ou, como expressa o Midrash: fazer do mundo uma morada para D'us.
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