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By Coisas Judaicas | 25/08/16 | Posted in , , , | With 0 comments

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No capítulo 10, versículo 16, nos deparamos com um mandamento especial: “Você deve circuncidar o prepúcio de vosso coração.”

Já conhecemos o mandamento da circuncisão, que o Criador ordenou a nosso patriarca Abraão, no capítulo 17 do livro de Bereshit (Gênesis). O comando é repetido no capítulo 12 do livro de Vaicrá (Levítico), após a entrega da Torá ao povo de Israel, fortalecendo e dando um novo valor ao comando.No capítulo 10, versículo 16, nos deparamos com um mandamento especial: “Você deve circuncidar o prepúcio de vosso coração.”

Já conhecemos o mandamento da circuncisão, que o Criador ordenou a nosso patriarca Abraão, no capítulo 17 do livro de Bereshit (Gênesis). O comando é repetido no capítulo 12 do livro de Vaicrá (Levítico), após a entrega da Torá ao povo de Israel, fortalecendo e dando um novo valor ao comando.No capítulo 10, versículo 16, nos deparamos com um mandamento especial: “Você deve circuncidar o prepúcio de vosso coração.”

Já conhecemos o mandamento da circuncisão, que o Criador ordenou a nosso patriarca Abraão, no capítulo 17 do livro de Bereshit (Gênesis). O comando é repetido no capítulo 12 do livro de Vaicrá (Levítico), após a entrega da Torá ao povo de Israel, fortalecendo e dando um novo valor ao comando.
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 Magda Goebbels era filha de pai judeuQuando Magda Goebbels, a esposa do fanático ministro de Propaganda de Adolf Hitler, nasceu em 11 de novembro de 1901, foi registrada como Johanna Maria Magdalena e com o sobrenome de solteira de sua mãe, Behrendt. Essa circunstância não chamou a atenção de ninguém, mas, quando sua mãe se casou novamente neste mesmo ano com o industrial alemão Oskar Ritschel, a menina ainda manteve o sobrenome materno, porque seu padrasto se recusou a adotá-la, algo incomum nos costumes da época. Ficaram casados por apenas quatro anos, até 1905, quando se divorciaram.
O pai biológico de Magda era o comerciante judeu Richard Friedländer, que se casou com sua mãe em 1908, nove anos após o início do relacionamento em Berlim e do qual, provavelmente, nasceu Magda. Mas, agora, graças a uma descoberta fortuita do historiador Oliver Hilmes nos arquivos de Berlim, a Alemanha soube que Friedländer, o pai da esposa de um dos mais importantes líderes nazistas do Terceiro Reich, era judeu.
Durante anos, a imprensa alemã suspeitou que, aquela que se tornou a esposa de Joseph Goebbels, havia escondido durante toda vida um segredo que a teria condenado à morte no país da bandeira da suástica. Há 15 anos, a revista Der Spiegel alimentou rumores e sugeriu que, pelas veias da mulher que no seu auge foi apelidada de “mãe-modelo do Terceiro Reich”, corria sangue judeu.
Antes de Goebbels, Magda esteve casada com Herbert Quandt, um dos industriais mais poderosos na Alemanha, e cuja família ficou rica quando Hitler chegou ao poder. O casal teve um filho, Harald.
Agora, a nova biografia de Magda é confirmada com a descoberta de Hilmes, que foi publicada no jornal Bild. Magda Goebbels ficou casada com o líder nazista entre janeiro de 1932 e 30 de abril de 1945, quando ela envenenou os seis filhos do casal e depois se suicidou com o marido no bunker que possuíam em Berlim.
Já o pai de Magda foi preso em Bruxelas e enviado para o campo de concentração de Buchenwald, onde morreu em 1938. A filha, que tinha os meios para livrá-lo da morte, nunca tentou. O segredo de Magda Goebbels foi mencionado por seu marido em diários. Em 1934, Goebbels escreveu que a esposa havia descoberto algo “horrível” relacionado à sua biografia, um comentário surpreendente para um líder do nazismo. No entanto, não se soube mais nada além daquilo. Até hoje.
Será que Joseph Goebbels realmente sabia do segredo da esposa? A pergunta não tem resposta, mas as revelações sobre a paternidade de Magda tornam ridícula, com várias décadas de atraso, a poderosa propaganda nazista que idealizou o casal Goebbels como a “família ariana ideal” e Magda como um modelo a ser imitado por mulheres de seu país.
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Exército de Israel reage e mata palestino na CisjordâniaJerusalém - Um palestino foi morto nesta quarta-feira por forças de segurança de Israel após atacar com uma faca um soldado israelense no assentamento judaico de Yitzhar, na Cisjordânia , informou a rádio pública de Israel.
Segundo a emissora, o fato ocorreu nas imediações de Yitzhar, após uma perseguição das forças de segurança israelenses a um veículo, do qual saiu o palestino que atacou o soldado com uma faca.
O militar sofreu apenas ferimentos leves, enquanto o autor da agressão foi alvejado e morreu no local.
O exército israelense havia informado preliminarmente que um ataque com arma branca tinha ocorrido perto do assentamento judaico na Cisjordânia.
Este fato ocorre em meio a uma onda de violência que começou em outubro de 2015 e na qual morreram 225 palestinos, a maioria deles agressores ou supostos agressores, segundo as autoridades de Israel, e 36 israelenses. 
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O subtítulo do livro diz:


A BÍBLIA DE FERRARA


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Ladinar e Aliamiar

Parece que durante séculos os judeus espanhóis trataram de “ladinar” os textos sagrados originais em hebraico para o castelhano. O verbo “ladinar” significa – traduzir em ladino, ou língua românica falada nos países ibéricos. Para isso se poderia utilizar de duas possibilidades: o aljamiado, ou seja, escrever a tradução espanhola em letras hebraicas ou árabes (do árabe “Achami” – estrangeiro) ou escrevendo diretamente no alfabeto latino.

Tudo isso sugere que, embora o interesse nos textos judaicos sagrados fosse grande, já há muito tempo o hebraico original não era acessível, pelo menos não no nível popular (a maioria dos judeus de Castela não falavam hebraico).

Estes mesmos judeus após terem sido expulsos pelos Reis Católicos, em 1492, continuaram falando o castelhano e sentiam a necessidade de estudar os textos sagrados neste mesmo idioma.

‘ESPANHÓIS E PORTUGUESES’

Aqueles que chegam em Portugal na esperança de encontrar um novo lar onde pudessem praticar sua fé ancestral, são forçados pelo rei D. Manuel a se converter ao cristianismo. Muitos conseguem fugir para a Holanda aonde, embora chamados de ‘Portugueses’, continuaram falando o castelhano, inclusive, por várias décadas.

a1Contudo, o neto dos Reis Católicos, Carlos, torna-se regente dos Países Baixos, antes mesmo de se tornar rei de Castela e imperador da Áustria, e os exilados ‘Portugueses’ começaram a sentir a perseguição religiosa. Muitos destes continuaram sua jornada rumo a Itália continental e de lá ao Império Otomano para a segurança que Suleiman, o Magnífico, lhes conferia.

FERRARA

a1Uma das cidades italianas que abriram suas portas para estes fugitivos foi Ferrara, a primeira cidade moderna da Europa, às margens do Rio Pó. Esta tinha uma reputação como protetora dos expulsos da Espanha, já que em 1498 o Duque Hércules I d’Este, havia publicado um privilégio para os judeus espanhóis. Também chegou a esta cidade a família Abravanel e muitos outros judeus que tinham sido expulsos do reino de Nápoles, quando Charles I, em 1541, procede com a expulsão definitiva dos judeus, assinada por seu avô Fernando, o Católico. A partir de 1534, quem governou Ferrara foi o Duque Ercole II (ou Hércules) d’Este, filho de Alfonso I e da maquiavélica valenciana Lucrécia Bórgia (ou Borgia, em italiano).

Mais de cem anos após a invenção da imprensa por Johannes Gutenberg, por volta de 1450, já haviam centenas de bimpressoras em toda a Europa. Em 1553, dois exilados que haviam chegado em Ferrara, o “espanhol” Jeronimo de Vargas e o ‘Português’ Duarte Pinhel, de acordo com seus nomes “cristãos”, ou Yomtov Atías e Abraão Usque, em seus nomes hebraicos, imprimiram um Tanach (a Bíblia judaica), tão necessário para os fugitivos, na nova impressora hebraica que Usque tinha acabado de adquirir.


Este Tanach é conhecido como “A Bíblia de Ferrara”.


b“Bíblia em Língua Espanhola traduzida palavra por palavra do Hebraico verdadeiro por muitos excelentes estudiosos, Vista e examinada pelo Santo Ofício da Inquisição. Com o ilustríssimo privilégio do Senhor Duque de Ferrara”.

Pouco tempo depois, em 1569, o cristão Casiodoro de Reina a usou como um importante recurso para a tradução chamada de a “Bíblia do Urso” ou “Bíblia Reina-Valera”. E assim afirma Reina em seu prefácio, onde ele diz:

“Da velha tradução espanhola do Antigo Testamento, impressa em Ferrara, que nos ajudou com tais necessidades mais do que qualquer outra que vimos até agora, não somente porque ela se mostrou mais bem sucedida do que outras em casos semelhantes, mas por nos dar o significado original e natural das palavras em hebreu, e as diferenças dos tempos verbais, como estão no mesmo texto,uma obra digna de maior valor (à juízo de todos os que a entendem) dentre as quais existem hoje: e por este apoio tão singular, do qual as outras traduções não gozaram, esperamos que a nossa não seja, pelo menos, inferior à qualquer uma delas”.

A BÍBLIA ANUSSIM

A edição foi impressa com pouco mais de 400 páginas de 4°, com duas colunas cada página e tipo de letra gótica, que era a mais popular na época.
c1
Em sua introdução, Abraham Usque e Yomtov Atías expõem que, a tradução é feita ‘verbo por verbo’, ou seja, palavra por palavra, ‘e sem trocar uma palavra por duas, o que é muito difícil (para o leitor). Também buscam preservar a ordem das palavras do texto hebraico “nem antecipar e nem postergar umas as outras… mesmo que, para alguns, a linguagem possa parecer estranha e bárbaro, muito diferente da polida que se usa em nosso tempo”. Eles afirmam também que nela usaram “a linguagem utilizada pelos antigos hebreus espanhóis: que, apesar de algo parecer estranho mesmo para o hebraico, tem suas bases na antiguidade”.

A edição saiu duplicada pois alguns livros foram assinados por Jeronimo de Vargas e Duarte Pinhel e dedicados ao Duque Ercole, e outros os nomes eram Abraham Usque e Yomtov Atías e dedicados a Doña Gracia Nací (Nasi), o que demonstra a dupla personalidade dos infelizes exilados. Por um lado, sua lealdade ao duque e a identidade falsa de novos cristãos, e po outro, o agradecimento a princesa judia pelo apoio e suas verdadeiras identidades de judeus observantes.

Usque continuou publicando até 1558, livros de oração e de judaísmo em castelhano para Cristãos Novos que passavam por Ferrara, Veneza e outras cidades italianas em suas jornadas ao Império Otomano, onde podiam retornar à sua fé ancestral abertamente. Para ele, estes necessitavam destes livros para instruí-los no judaísmo, uma vez que os que tinham haviam perdido ou tinha sido danificados.d

Esta mesma Bíblia de Ferrara oferecia em seu prefácio para ‘o leitor’ uma lista dos livros que compõem a Bíblia com a tradução hebraica, a especificação de cada capítulo desde o livro de Bereshit até Neemias (situado após Divre Hayamim), a lista do Salmos em ordem alfabética em castelhano, os eventos e festas no ano de acordo com o livro “Seder Olam”, e muitos outros detalhes da história do povo de Israel incluídos no Tanach e mesmo de após ‘la desolación de la Casa’ (A Destruição do Segundo Templo de Jerusalém). Ao falar sobre os mais recentes eventos, a data se referia como ‘la desolación de la Casa’, ou seguindo a “criação do mundo”, para não seguir o calendário cristão. Ele também incluiu a lista de ‘Haftarot’ (Hafṭarot – trechos de livros dos Profetas que se lê aos sábados na sinagoga após a leitura da porção semanal da Torá). Indica as conclusões ‘petuchá’ (ponto) e ‘setumá’ (ponto que segue) tradicionais judaicas, com um C maiúsculo, e no lugar do Tetragrama escreve um A maiúsculo pontilhado (letra inicial do tradicional nome usado pelos judeus para se referir ao Criador: A’donay). Usa também a expressão judaica ‘Dio’ (Deu) sem o ‘s’ no final, para assim não escrever o nome inteiro.

Chega até a indicar um calendário que mostra se as Parashiot (Trechos semanais da Torá) se leem em conjunto ou separadamente, desde o ano 5313 (1553) até 5380 (1620), sendo assim, um período de 67 anos, talvez mais do que suficiente, em sua opinião, para voltar a aprender hebraico e voltar a vida judaica plenamente.

Encontramos, portanto, nesta Bíblia, não apenas um enorme tesouro de traduções precisas das palavras hebraicas para o castelhano, algumas tão frequentes nesta mas tão raras hoje em dia, como ‘Barragán’, que significa “forte”, ou o verbo ‘muchiguarse’ que significa ‘multiplicar-se’ e muitas outras expressões de museu, mas também, encontramos aqui uma fonte abundante de água para saciar a sede dos que procuram ver a perspectiva judaica das passagens bíblicas. Uma vez que, muitas vezes, como indicado no póprio prólogo, acrescenta-se uma ou duas palavras entre parênteses para dar a interpretação correta sobre a passagem, sempre partindo do ponto de vista rabínico e, geralmente, de acordo com a tradução do aramaico feita pelo sábio Onkelos.

Deveríamos nos dedicar, acredito eu, em publicar este preciosa Bíblia, agora com letras mais confortáveis para a leitura do que as letras góticas que permitem confundir o ‘s’ com o ‘f” e vice- versa e, onde o ‘u’ e ‘v ‘ estão escritas da mesma forma, para assim, disponibilizar ao público os tesouros escondidos nesta jóia dos Sefaradim Anussim.

Você pode conferir a versão facsimile no seguinte link: http://www.larramendi.es/i18n/catalogo_imagenes/grupo.cmd?path=1001869&posicion=1
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O Amor no Judaísmo

Como você define o amor pela Torá? Vejamos, o primeiro caso em que é mencionado o amor de uma pessoa pela outra é quando D’us ordena a Abraão sacrificar o filho que ele ama. O que, na verdade, isso nos ensina? O amor de um pai para o filho é o protótipo de todos os amores. Ou seja, é o amar incondicionalmente, apenas por este ser seu filho. Este é o tipo de amor que deve existir também, com as outras pessoas.
O caso seguinte de amor na Torá, é o de um homem por sua mulher: nosso antepassado Isaac amou sua esposa Rivka (note que está escrito isso depois de Isaac haver casado com ela, não durante um longo período de namoro).
O amor é criado e manifestado através de doação. A palavra hebraica para amor é “ahava”, que vem da raíz “hav” – dar. Aprendemos do caso em que Rachel diz ao marido Yaacov, “hava li banim…”, “Dá-me filhos”. Isso nos mostra o por que de que geralmente os pais amam a seus filhos mais do que estes amam seu progenitores. Quando a pessoa pode dar e dar torna-se como um pai que dá e não espera nada em troca.
Assim deve ser assim com o cônjuge também. Da mesma maneira que nunca vimos alguém se divorciar de seus filhos, o homem não deveria se divorciar-se de sua esposa. Nunca escutamos um caso em que alguém diga ao seu filho, “desculpe, mas conheci o filho do vizinho e me apaixonei”. Claro que na Torá é contemplado o divórcio. Mas, apenas, como um último recurso, o menos desejado. Caso todas as outras opções tenham se esgotado – sob o aconselhamento de um sábio – pode-se então pedir o divórcio. No entanto, aquele que casa tem que fazê-lo com a mentalidade de que é para a vida toda. Não se trata de um copo descartável, ao contrário do que algumas pessoas pensam em outros lugares. Se exige esforço e uma entrega total.
Em seguida, vem o amor ao próximo (obviamente, se não houver amor próprio não existe amor a ninguém mais, pois não se pode dar o que não se tem). Depois segue-se o amor ao convertido, que é algo mais elevado, pois eu o amo, já que compartilhamos o mesmo D’s. Pode não ser da minha raça, nem compartilharmos o mesmo sangue, só a nossa crença nos une. Finalmente, a Torá ordena o amor ao Criador, com todo o teu coração, com toda tua alma e com todas as posses. Quer dizer, se alguém diz que ser judeu sai caro, é verdade, mas têmos que fazê-lo pois como lemos no Shema Israel, para amá-lo, mesmo que seja com toda tuas posses!
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