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Shabat, 25 Outubro, 2014


1 Cheshvan, 5775

Rosh Chodesh Cheshvan

Leitura da Torá:
Nôach (Genesis 6:9-11:32)

Leis e Costumes

Observâncias de Rosh Chôdesh

Hoje é o primeiro dos dois Rosh Chodesh (Cabeça do Mês), para Cheshvan (quando um mês tem 30 dias, o último dia do mês e o primeiro do mês seguinte servem como Rosh Chodesh do mês vindouro).
Porções especiais são acrescentadas às preces diárias: Halel (Tehilim 113-118) é recitado – em sua forma “parcial” – após a prece matinal Shacharit, e a prece Yaaleh V’yavo é acrescentada à Amidá e às Graças Após as Refeições; a prece adicional Mussaf é recitada (quando Rosh Chodesh é Shabat, adições especiais são feitas ao Shabat Mussaf). Tachanun (confissão dos pecados) e preces similares são omitidas.

Muitos têm o costume de marcar Rosh Chodesh com uma refeição festiva e redução na atividade de trabalho. Este costume prevalece entre as mulheres, que têm uma afinidade especial com Rosh Chodesh – o mês é o aspecto feminino do calendário judaico.

Começa o Mês de Cheshvan

O mês de Cheshvan é também chamado “Marcheshvan”. Mar significa “amargo” – uma alusão ao fato de que o mês não contém dias festivos. Mar também significa “água”, aludiindo à conexão especial do mês com as chuvas (7 de Cheshvan é o dia no qual os judeus começam a rezar pela chuva (na Terra Santa) e o Grande Dilúvio, sobre o qual lemos na porção da Torá dessa semana, começou em 17 de Cheshvan).

Festival Choref traz 800 dançarinos da América Latina a Porto Alegre

Festival Choref traz 800 dançarinos da América Latina a Porto AlegreAs recentes discussões sobre preconceito, racismo e homofobia, além da realização da Copa do Mundo em Porto Alegre, servem de inspiração temática para a 15ª edição do Choref – Festival Internacional de Dança Folclórica Israelense, que acontecerá em 1º de novembro na capital gaúcha.

O evento busca mostrar, por meio da dança, um caminho para  a comunhão a partir do aprendizado e do diálogo.

Cerca de 40 grupos de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Argentina e Uruguai, trazem coreografias inéditas, com ritmos judaicos orientais, europeus e ibéricos, entre outros.

Serão realizados também workshops com os coreógrafos israelenses Ilan Suissa e Rafi Ziv.

O festival é uma realização da Fundação de Arte e Cultura Kadima, que comemora 35 anos em 2014.
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