27/03/2017

Nazista comandante de vários massacres vive como carpinteiro

Nazista comandante de vários massacres vive como carpinteiro



Nazista comandante de vários massacres vive como carpinteiroNazista comandante de vários massacres é descoberto vivendo como carpinteiro.

Ao julgar por sua aparência frágil, simples e inofensiva, ninguém imaginaria que na verdade ele foi um comandante feroz e perverso. Michael Karkoc, de 98 anos, carpinteiro e cidadão de Minneapolis, foi o comandante da Legião de Autodefesa da Ucrânia, subordinada a SS de Hitler.

A Fera de Chlaniów (Polônia), como era conhecido, matou homens, mulheres e crianças. Devastou povoados inteiros , guardava com orgulho as runas e a caveira da SS (Organização militar ligada ao partido Nazista).
Nazista comandante de vários massacres vive como carpinteiro
Apesar de tudo isso, levava uma vida pacata como carpinteiro aposentado. Mas depois de uma grande investigação jornalística, conseguiram descobrir a sua verdadeira identidade, no entanto a família nega sua relação com tudo isso.

Segundo consta em relatos, Karkoc ingressou no exército alemão em 1941, chegando rapidamente ao posto de comandante. Dentre as acusações que recebeu, a única que conta com testemunhas foi uma operação comandada  por ele em 23 de julho de 1944, contra a população de Chlaniów, de onde ganhou esse apelido de "besta".

Nazista comandante de vários massacres vive como carpinteiroApós o fim da guerra, ele conseguiu se esconder nos EUA, procurou casa, conseguiu formar uma família e assim viveu em silêncio por décadas, até agora. Com 98 anos, ele enfrentará a justiça. A promotoria polonesa, alega que vai pedir sua extradição para que ele possa pagar pelos crimes cometidos na região de Lublin, durante a Segunda Guerra Mundial.

A família de Karkoc, luta na justiça apresentando um laudo médico que supostamente afirma sua incapacidade física e mental para ser processado. Mas essa iniciativa não foi o suficiente para a promotoria, que solicitou novos exames independentes.

Os Judeus acreditam em mágica ou feitiçaria?

Os Judeus acreditam em mágica ou feitiçaria?

Os Judeus acreditam em mágica ou feitiçaria?Por Yehuda Shurpin

Pergunta:

Os Judeus Acreditam em Mágica ou Feitiçaria? Neste caso, como funcionam?

Resposta:

A resposta parece bem simples. A própria Torá refere-se à feitiçaria durante a história do Êxodus, quando os mágicos do faraó imitaram os sinais sobrenaturais de Moshê e várias das pragas.1 E alguns versículos na Torá proíbem mágica e feitiçaria: “Não permitirás que uma feiticeira viva”2; e “Não será encontrado entre vocês… um adivinho, um adivinhador de tempos [auspiciosos], um mágico ou um necromante. Pois aquele que faz essas coisas é uma abominação ao Eterno…”3
Então aparentemente, a Torá acredita no conceito de magia e feitiçaria – pois caso contrário, não haveria necessidade de proibir isso. Na verdade, a maioria das autoridades da Torá parece ser da opinião que a magia de fato existe.4Maimônides, no entanto, parece discordar. Vamos explorar a base filosófica por trás dessa discordância.

Maimônides sobre Feitiçaria

Após explicar o castigo por “fazer” mágica, Maimônides explica que, na verdade, não há nada nisso:
Todas as questões acima são falsidades e mentiras com as quais os idólatras originais enganavam as nações gentias a fim de liderá-las. Não é apropriado para os judeus que são sábios ser atraídos em tal nulidade, nem considerar que tenham qualquer valor… Todo aquele que acredita em [artes ocultas] dessa natureza e, em seu coração, pensa que são verdadeiras e palavras de sabedoria, mas são proibidas pela Torá, é tolo e ignorante… Os mestres da sabedoria e aqueles com conhecimento perfeito sabem claramente que todos aqueles feitiços que a Torá proibiu não são reflexos de sabedoria, mas sim vazio e vaidade que atraíam os tolos e os faziam abandonar todos os caminhos da verdade. Por esses motivos, quando a Torá advertiu contra todas essas questões vazias, aconselhava: “Seja de perfeita fé com D'us o seu Senhor.”56
Na opinião de Maimônides, mágica e feitiçaria são proibidas exatamente porque tudo isso é “vazio e vaidade”. Exemplos de magia na Bíblia foram realmente truques e ilusões.7

Mágica e a Unidade de D'us

Outros, mais notavelmente Nachmanides (Rabi Moshe ben Nachman), são da opinião oposta de que é proibido exatamente porque funciona:
E agora, saber e entender que a respeito de mágica, que o Criador (que Ele seja abençoado) criou tudo a partir do nada e fez dos reinos superiores os guias daquilo que está abaixo deles; e Ele colocou o poder da terra e tudo que nela existe nas estrelas e constelações segundo seu movimento e direção, como foi demonstrado na ciência da astrologia… No entanto, foi uma das Suas grandes maravilhas que Ele colocou nos âmbitos superiores maneiras alternadas e forças pelas quais alguém pode mudar o governo das constelações que o Criador (bendito seja) deseja, que Ele colocou nelas para começar, e isso seria o oposto. Este é o segredo da magia e seu poder, algo que os rabinos disseram sobre práticas mágicas que elas “contradizem o Conselho Acima”; em outras palavras, subvertem as forças simples da natureza, o que é uma contradição aos âmbitos superiores até certo ponto. Portanto, é correto que a Torá as proíba para que o mundo seja deixado à sua função normal e seu estado natural, que é o desejo do Criador…8
Segundo Nachmanides, junto com o mundo físico, natural, D'us criou forças “espirituais”, ou uma “camada espiritual” através das quais o mundo natural pode ser manipulado. Porém, nem tudo que é espiritual é necessariamente “Divino” ou “sagrado”. Às vezes é o contrário. D’us criou a natureza com suas leis, e é Sua vontade que o mundo siga e funcione dentro dessas leis. Portanto, se alguém subverte o sistema da natureza usando este mundo sobrenatural, ele está indo contra a vontade de D'us.
Quando você percebe que há uma força espiritual que tem impacto sobre este mundo e começa a usá-la, o perigo é que você irá pensar que há uma força separada e energia, independentes de D'us, através das quais o mundo pode ser manipulado. Isso é idolatria.

Obliterando Mágica e Feitiçaria

Os Judeus acreditam em mágica ou feitiçaria?
Essas duas opiniões diametralmente opostas são ambas aceitáveis. Porém, à luz dos muitos exemplos de feitiçaria e mágica discutidos na Bíblia e no Talmud, alguns tentam reconciliar a opinião de Maimônides com a de Nachmanides.
Eles explicam que, apesar de suas próprias declarações ao contrário, Maimônides dizia que a magia pode funcionar. Então por que ele tomou uma atitude tão forte advogando o oposto? Para distanciar as pessoas de praticar magia, seja porque a) a mágica vem das forças da impureza9; ou b) porque a magia funciona quando alguém acredita nela, dando-lhe existência em sua própria mente. Porém, no que diz respeito ao olho do mal e outras coisas daquela natureza, o Talmud declara que se alguém não acredita nelas e não lhes dá espaço para existir, então elas realmente deixam de existir.
Portanto, ao distanciar pessoas da crença de que a magia funciona, isso por si mesmo faz com que não funcione.10
Mas independentemente da opinião de alguém sobre magia, todos concordam que não há contradição na unidade de D’us, e por si mesma (se é que existe) é uma criação de D'us. Embora na época atual, às vezes é um desafio reconhecer a verdadeira unidade de D'us, no natural e no espiritual, esperamos pelo dia em que Sua unidade será proclamada por todos. Como diz o versiculo11; “E o Eterno se tornará Rei sobre toda a terra, naquele dia o Eterno será um, e Seu nome um.”

NOTAS
1.
Veja Êxodus 7:11,22.
2.
Êxodus 22:17
3.
Deuteronômio 18:9-12
4.
Nachmanides sobre Deuteronômio 18:13; Rabeinu Nissim, Derashot HaRan, nº 4; Rabi Yosef Ibn Chabib, Nimukei Yosef, Sanhedrin 16 b, s.v. Tanu Rabanan; Biur HaGra, Shulchan Aruch, Yoreh Deiah 179:13.
5.
Deuteronômio 18:13
6.
Mishnê Torá, Leis da Idolatria, 11:16
7.
Mishnê Torá, Leis da Idolatria,11:16; Comentário sobre a Mishná.
8.
Nachmanides sobre Deuteronômio 18:9
9.
Ma’ase Rokeach sobre Maimônides, Leis da Idolatria 11:16
10.
Minchat Elazar em Divrei Torá, Mahadurah 6:54.
11.
Zechariah 14:9.

26/03/2017

Por que colocar tefilin todos os dias?

Por que colocar tefilin todos os dias?

Por que colocar tefilin todos os dias?
Ao longo do dia temos desafios que nos confrontam e estamos constantemente procurando força extra para enfrentá-los. Tefilin dá para a pessoa uma força extra. Shabat e Yom Tov dão essa força extra. Então, se você tem a chance de colocar tefilin aproveite-a, e veja como seu dia será diferente.

Algumas horas atrás, visitei um indivíduo em seu escritório e colocamos tefilin. Depois ele me perguntou por que se coloca tefilin todos os dias? Diz na Torá para usar tefilin, mas onde está o mandamento de fazê-lo diariamente?
Tipos diferentes de Mitzvot
Algumas mitzvot são designadas para certos períodos como Pessach e Shabat; enquanto outros mandamentos se aplicam continuamente, como por exemplo: acreditar em um D-us. Algumas mitzvot são designadas para determinado tipo de pessoa como Cohen ou apenas homens; enquanto que outras mitzvot como kasher e modéstia se aplicam a todos igualmente. Algumas mitsvot podem ser cumpridas somente em Israel ou enquanto o Templo está funcionando, já oração sempre se aplica. Em qual categoria a mitzvá de tefilin se enquadra?
O mandamento de Tefilin na Torá é para ser usado durante todo o dia (e mesmo à noite de acordo com algumas opiniões), exceto no Shabat e Yom Tov. A Torá refere-se ao tefilin como um “sinal”, que devemos usar. Sendo que Shabat e Yom Tov também são chamados de “sinal”, nos isenta de usar o “sinal” do tefilin naqueles dias. Então por que não usamos tefilin o dia inteiro, exceto em Shabat e Yom Tov?
Em tempos anteriores e ainda hoje em dia há quem usa tefilin o dia todo. No entanto, os rabinos instruíram o público em geral para usá-lo apenas durante a oração da manhã. Eles determinaram à pessoa capaz de ter pensamentos adequados e manter o corpo limpo, a fim de usar o sagrado tefilin durante a oração da manhã. Esta é também a razão pela qual tefilin é usado por homens apenas se aproximando de seu bar-mitzva, quando ele tem inteligência suficiente para entender a grandeza desta mitzvá.
Conexão Espiritual
A Torá chama isso de “sinal” em sua mão ou caixas em sua cabeça, mas nós chamamos isso de tefilin. Em hebraico a palavra tofel (palavra-raiz de tefilin) ​​significa anexada, pois é a nossa ligação pela qual nos ligamos a D-us. Quem no mundo pegaria um couro de vaca e colocaria em si? Somente porque é um mandamento de D-us que nós assim fazemos.
Ao longo do dia temos desafios que nos confrontam e estamos constantemente procurando força extra para enfrentá-los. Tefilin dá para a pessoa uma força extra. Shabat e Yom Tov dão essa força extra. Então, se você tem a chance de colocar tefilin aproveite-a, e veja como seu dia será diferente.
Shalom!

Rabino Arieh Raichman – Nasceu em Houston, Texas, e estudou em várias Yeshivot da Argentina, Brasil e Estados Unidos. Recebeu sua Smicha- Certificado de Rabino da Rabbinical College of America, e também é formado em Mohel. Desde 2009, juntamente com sua esposa e quatro filhos, é o emissário de Chabad em Manaus, Amazonas.
 Mentir é permitido?

Mentir é permitido?



Gostaria de compartilhar com vocês, queridos leitores, as regras sobre quando é permitido se falar uma inverdade.

Quando nos é permitido mentir? Quando meu filho mais velho, Avraham, tinha 6 anos, seu coleguinha de classe veio em casa e pediu-lhe que fosse brincar em sua casa: “Venha à minha casa. Vou lhe dar leite e biscoitos!” Meu filho ficou muito chateado – não porque não gostasse do incentivo, mas porque seu amigo já havia usado a tática do ‘leite com biscoito’ antes, mas não cumprira sua promessa.
Então ele disse ao amiguinho: “Jorge, você é um mentiroso! Você sempre promete e nunca cumpre. Vou chamar a polícia por causa de suas mentiras e eles vão colocá-lo na cadeia!” Ele então discou para a polícia e perguntou: “Vocês prendem pessoas que mentem?” Depois o ouvi dizendo: “Aha, aha, tá bom, obrigado, tchau”.
Enquanto isto, Jorge tremia de medo. “Eles estão vindo para me prender? Será que vão me por na cadeia?” Meu filho respondeu: “Não. O policial disse que é errado mentir e que você não deve fazer isto novamente!”
Aonde, na Torá, reside a proibição de mentir? No livro de Shemót (Êxodus), o Todo-Poderoso nos diz: “Mantenha-se distante das palavras mentirosas (23:7)”. O Talmud, no Tratado Sanedrin (92a), explica que mentir é extremamente grave, algo comparado pela Torá à idolatria. A idolatria se define como alguém pensar que qualquer outra coisa ou entidade além de D’us tem o poder de efetuar ou dirigir os fatos do mundo (tanto os acontecimentos grandes, como os pequenos). Colocar fé em suas próprias mentiras é comparável à idolatria. Em outro Tratado Talmúdico, Sotá (42a), os mentirosos são listados entre aqueles que não desfrutarão da Presença Divina no Mundo Vindouro. Isto se baseia no Salmo 101:7: “Aquele que espalha falsidades não permanecerá perante Meus olhos”.
Porém, vemos que há vezes em que não apenas é permitido enganar, como também é algo louvável. Na história dos espiões, Calev tenta sufocar a crescente revolta do Povo contra sua entrada na Terra de Israel, fingindo estar do lado dos espiões que estavam instigando a multidão. De acordo com o Talmud (Sotá 35a), Calev gritou: “Isto é tudo que o filho de Amram (uma maneira depreciativa de se referir a Moshe) fez conosco?” A multidão se calou para ouvir as esperadas calúnias contra Moshe, mas Calev então tentou dissuadi-los de seus sentimentos negativos falando: “Ele nos tirou do Egito, abriu o mar, trouxe-nos o Maná e a carne. Ele sempre nos ajudou!”
Meu amigo, o Rabino Zelig Pliskin, fez uma bela compilação das leis básicas sobre a mentira em seu livro Love Your Neighbor (disponível em http://www.judaism.com/display.asp?etn=DABAB). Gostaria de compartilhar com vocês, queridos leitores, as regras sobre quando é permitido se falar uma inverdade:
1. É permitido dizer uma mentira para fazer as pazes entre duas pessoas que estão tendo uma discussão, ou para salvar alguém de um prejuízo. Por exemplo: podemos dizer a alguém que aquela pessoa com quem ele(a) brigou está arrependida de seu comportamento, mesmo que não seja verdade, visando criar um bom sentimento entre elas, para que se reconciliem. Porém nossas palavras devem permanecer o mais próximo da verdade que for possível.
2. Se seu anfitrião foi muito hospitaleiro, você não deve contar a uma pessoa inescrupulosa sobre a hospitalidade que lhe foi estendida, uma vez que ele pode querer obter vantagens do anfitrião.
3. Podemos falar uma mentira por humildade, para não chamar atenção sobre nós.
4. Podemos enganar alguém que está tentando nos enganar, para nos protegermos de algum ‘golpe’. Entretanto, não podemos enganar alguém para nos vingarmos de algo que ele(a) cometeu contra nós no passado.
5. Podemos louvar algo que alguém comprou, apesar de esta coisa não merecer nosso elogio. Por exemplo: se alguém comprou uma camisa de uma cor que nunca usaríamos, podemos lhe dizer que ela é muito bonita, para que ele se sinta bem com esta camisa, apesar do fato de que nunca usaríamos uma cor como aquela.
6. Podemos mentir para salvar a vida de alguém.
7. Não é considerada mentira se fizermos uma afirmação que todos sabem que é exagerada. Por exemplo: “Eu já lhe falei 1.000 vezes sobre isto!”
8. Um professor pode fazer uma afirmação incorreta para ver se seus alunos estão prestando atenção ou se lembram da matéria.
9. Quando alguém nos pede uma informação e ao respondermos a verdade isto constitui rehilut (fofoca – desnecessariamente dizer a alguém o que outra pessoa falou ou fez contra ele), então devemos mentir e não relatar a informação.
A propósito, a ligação do meu filho para a polícia a respeito de seu amigo, funcionou. Eu encontrei o rapaz 20 anos depois e ele tornou-se um jovem muito fino e educado!
Shalom!

Pensamento:
Uma palavra descuidada pode iniciar discussões;
Uma palavra cruel pode destruir uma vida;
Uma palavra dura pode instilar odiar;
Uma palavra brutal pode ferir e matar;
Uma palavra gentil pode suavizar o caminho;
Uma palavra alegre pode iluminar o dia;
Uma palavra na hora certa pode diminuir o estresse;
Uma palavra de amor pode curar e abençoar!

RABINO KALMAN PACKOUZ – Do Aish Hatorá, é o criador do Meór Hashabat, boletim semanal com prédicas
Governo sírio faz advertência a Israel

Governo sírio faz advertência a Israel

Governo sírio faz advertência a Israel
Chega de 'jogos': Governo sírio faz advertência a Israel, prometendo retaliação forte.

O governo sírio anunciou que vai retaliar caso Israel continue efetuando ataques aéreos contra o território desse país árabe.

Quaisquer futuros ataques contra o território sírio receberão uma resposta com força letal e ataques de retaliação em profundidade do território israelense, comunicou o governo sírio.
De acordo com o comunicado, enviado através dos mediadores russos, os ataques contra objetivos militares sírios irão ter como resposta o lançamento de mísseis Scud (míssil balístico móvel, de origem soviética, de curto alcance) contra bases militares de Israel.
Se Israel atacar infraestruturas civis sírias, os mísseis sírios serão disparados contra o porto israelense e instalação petroquímica de Haifa. Os mísseis serão lançados sem qualquer notificação prévia, diz a nota.

Esse aviso surgiu depois de o presidente do país, Bashar Assad, ter feito uma declaração, em 20 de março, afirmando que proteger suas próprias fronteiras é um direito e obrigação de todas as nações.

"A resposta forçada da Síria aos ataques israelenses mudou as regras do jogo", disse o embaixador sírio na ONU, Bashar al-Jaafari. Ele acrescentou que tal resposta à ameaça é "apropriada e vai em conformidade com a operação terrorista de Israel" e que "a partir de agora, Israel vai considerar mil vezes [antes de bombardear de novo]".

Em 17 de março, os militares israelenses efetuaram vários ataques aéreos contra o território sírio, sendo que estes foram seguidos pelo lançamento de vários mísseis antiaéreos contra os aviões militares israelenses que sobrevoavam o território da Síria.
Um dos mísseis teria sido alegadamente interceptado pelo sistema da defesa antimísseis israelense Arrow. Porém, as autoridades sírias afirmam que eles abateram com sucesso um avião israelense nas cercanias de Damasco.

Após os incidentes mencionados, Israel ameaçou conduzir ataques especificamente para destruir as baterias antiaéreas sírias.

De acordo com as autoridades israelenses, os ataques aéreos visam combater as armas avançadas contrabandeadas para o Hezbollah no Líbano através do território sírio.

"Nossa política é muito coerente", disse o premiê israelense na sequência dos ataques. "Quando estamos a par de uma tentativa de contrabandear armas para o Hezbollah, fazemos qualquer coisa para prevenir isso, sendo que temos dados e capacidades suficientes para reagir."
De acordo com a mídia, durante seu encontro com o presidente russo, Netanyahu prometeu continuar tentando lutar contra as tentativas de contrabandear as armas para o Hezbollah através da Síria. Netanyahu negou as informações de que lhe tivesse sido pedido para cessar as operações militares na Síria.

Israel e a Síria não estiveram envolvidos em qualquer tipo de uma confrontação militar séria desde que começou a guerra civil na Síria seis anos atrás.

Fonte:https://br.sputniknews.com
Irã anuncia sanções a 15 empresas americanas

Irã anuncia sanções a 15 empresas americanas

Irã anuncia sanções a 15 empresas americanas
Protestos no Irã contra Israel - Arquivo Coisas Judaicas

O Irã anunciou neste domingo sanções contra 15 empresas americanas por seu apoio a Israel e às “ações terroristas deste regime”, informou a agência oficial Irna.
A decisão, sobretudo simbólica porque estas empresas não possuem negócios no Irã, foi anunciada dois dias depois do governo dos Estados Unidos ter divulgado sanções a 30 empresas e indivíduos de 10 países, acusados de colaboração com o programa armamentista do Irã.
De acordo com o comunicado, “fica proibida qualquer transação com estas empresas, seus bens serão apreendidos e seus diretores não receberão visto do Irã”.
O anúncio é mais um elemento da tensão crescente entre Irã e Estados Unidos desde a chegada à Casa Branca de Donald Trump, um crítico do acordo entre Teerã e as grandes potências sobre o programa nuclear iraniano.
A decisão também é uma “reação” às sanções americanas impostas em fevereiro após um teste de mísseis do Irã, indica o comunicado.
Entre as empresas afetadas pelas sanções estão a United Technologies, cuja filial de Defesa teria vendido helicópteros a Israel, a IIT Corporation, especializada em componentes industriais, ou a Bushmaster Firearms International, que fabrica armas de fogo.