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Milhares de franceses fazem manifestação pró-Israel
Manifestantes saem às ruas de Paris nesta quinta-feira (31) para manifestar apoio a Israel no conflito com a Faixa de Gaza (Foto: AFP PHOTO / DOMINIQUE FAGET)
Manifestação pró-Israel reúne milhares de pessoas em Paris. Mais de 4.500  pessoas participaram de protesto em frente à embaixada, diz polícia. Dezenas de pró-palestinos se reuniram no norte da capital.Aos gritos de "Israel legítima defesa", milhares de pessoas se reuniram nesta quinta-feira (31) em Paris para apoiar Israel em sua ofensiva na Faixa de Gaza.

De acordo com a polícia, 4.500 manifestantes participaram do primeiro protesto pró-Israel organizado na capital francesa desde o início do conflito, em 8 de julho.

Não foram registrados incidentes durante a manifestação em frente à embaixada de Israel, no centro de Paris, convocada por todas as grandes organizações judaicas da França.

Milhares de franceses fazem manifestação pró-Israel
Manifestantes pró-Israel saem às ruas de Paris nesta quinta-feira (31) (Foto: AP Photo/Francois Mori)
"Infelizmente, durante muitas manifestações (pró-palestinas) ouvimos o ódio a Israel e aos judeus (...) Nesta tarde, nesta manifestação, não há ódio ao povo palestino, mas ódio a um movimento terrorista que tem como objetivo a solução final ao povo judeu", declarou Joël Mergui, presidente do Consistório Israelita Central.

Paralelamente, dezenas de manifestantes pró-palestinos se reuniram no norte da capital a pedido do coletivo EuroPalestine.

"Fim à colaboração com o terrorismo do Estado israelense", podia ser lido em um cartaz com imagens de cadáveres infantis. Outros cartazes evocavam a dissolução da Liga da Defesa Judaica (LDJ), estudada pelo Ministério do Interior.

Nesta quinta-feira, o jornal Libération falou de uma possível dissolução da LDJ, um grupo de jovens radicais envolvidos em recentes confrontos com ativistas pró-palestinos.
Após 24 dias de conflito, o número de mortos entre os palestinos chegou a 1.435 e mais de 8.100 feridos, em sua grande maioria civis. Do lado israelense, 56 soldados e três civis morreram.
ONU e Kerry anunciam trégua de 72 horas entre Gaza e Israel
Repórter num túnel do Hamas em Gaza
Cessar-fogo começará às 2h (de Brasília) da sexta-feira e durará 72 horas.
Mortos palestinos são 1.435; 56 soldados e 3 civis morreram em Israel.

O secretário-geral da ONU e o secretário de Estado dos EUA anunciaram na noite desta quinta-feira (31) que uma "trégua humanitária incondicional" foi acordada entre Israel e o grupo palestino Hamas, informou a agência de notícias Reuters. O cessar-fogo começará às 2h (horário de Brasília) da sexta-feira e terá duração de 72 horas.

O comunicado assinado por Ban Ki-moon e John Kerry diz que "forças em terra permanecerão em seus lugares" durante a trégua, o que sugere que os soldados israelenses não deixarão Gaza. O porta-voz do Hamas e o gabinete do primeiro-ministro de Israel confirmaram que aceitaram a trégua.

"Pedimos às partes que ajam com cuidado até o início do cessar-fogo e que mantenham seu compromisso durante a trégua", dizia o texto. "Esse cessar-fogo é fundamental para dar aos inocentes civis um alívio tão necessário da violência".
O secretário de Estado dos EUA também disse que o ministro egípcio de Relações Exteriores convidará ambas as partes para negociações "sérias" no Cairo e que os Estados Unidos enviarão uma delegação para lá.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), deverá nomear uma delegação palestina para ir às negociações, e não estará presente.

"Durante este período, os civis na Faixa de Gaza receberão ajuda humanitária de emergência e terão a oportunidade de realizar funções vitais, como enterrar os mortos, cuidar dos feridos e se reabastecer de alimentos", afirmou Kerry.
"Os reparos necessários nas infra-estruturas de abastecimento de água e energia também poderão ser realizados neste período de trégua", acrescentou.

Kerry acrescentou que Israel manterá suas operações "defensivas" contra os túneis do Hamas durante a trégua humanitária com operações "atrás de suas linhas" definidas durante o conflito, de acordo com a France Presse.
Uma autoridade palestina na Faixa de Gaza, que pediu para não ser identificada, disse à AFP que uma delegação de negociadores palestinos seguirá na manhã desta sexta-feira para o Cairo, após o início do cessar-fogo, "para discutir uma trégua e colocar as demandas de todas as facções palestinas sobre a mesa".

Ataque a campo de refugiados

Nove palestinos foram mortos nesta quinta-feira (31) em um ataque aéreo contra uma casa no campo de refugiados de Nuseirat, no centro da Faixa de Gaza, informou o porta-voz dos serviços de emergência locais, Ashraf al-Qodra. Além disso, três pessoas morreram em outros ataques no sul do enclave palestino, e um corpo foi retirado dos escombros em Khan Yunis, segundo informa a agência de notícias France Presse.

Com isso, o balanço de mortes de palestinos sobe a 1.435, sendo a maioria civis, desde o início dos conflitos, no dia 8 de julho. No mesmo período, morreram 56 soldados e 3 civis em Israel.

Nesta quinta, o Conselho de Segurança da ONU pediu novamente "pausa humanitárias" e um cessar-fogo "imediato" na Faixa de Gaza. Depois de quatro horas de reunião a portas fechadas, o corpo executivo da ONU também expressou sua "profunda decepção" de que as chamadas anteriores para o fim dos enfrentamentos não tenham tido efeito.

Os Estados Unidos consideraram "totalmente inaceitável e totalmente indefensável" o bombardeio a uma instalação da ONU em Gaza promovido nesta semana.
No mesmo dia, o exército de Israel anunciou a convocação de mais 16 mil reservistas para seguir com a ofensiva. Com esse novo chamado, a tropa israelense na região alcança o efetivo de 86 mil militares. O porta-voz do Exército disse que o objetivo dessa convocação é permitir que as tropas que já estão em combate contra os islamitas tenham um período maior de descanso.
O governo israelense também utilizou um tratado chamado “inventário de reservas de munição de guerra”, e solicitou aos Estados Unidos o envio, com urgência, de mais munição para as tropas. O custo da operação é de US$ 1 bilhão.

Israel 'intimado' a ajudar refugiados

Pela lei internacional, Israel será intimado a ajudar civis palestinos se houver mais deslocamentos de larga escala por conta do conflito na Faixa de Gaza, afirmou um enviado de alto escalão da ONU nesta quinta.

A ONU luta para acolher uma avalanche de aproximados 220 mil civis palestinos em abrigos. Eles ficaram sob fogo cruzado durante as três semanas de combates entre Israel e os militantes do grupo islâmico Hamas, que domina Gaza.

O chefe da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, na sigla em inglês), o suíço Pierre Krahenbuhl, disse que o empobrecido enclave de 1,8 milhão de palestinos está à beira do precipício e acrescentou estar alarmado por ouvir que Israel alertou mais vizinhanças em Gaza para que deixem a área antes de uma ação militar.
“Se, de fato, ocorrerem mais deslocamentos de larga escala, a potência ocupante, de acordo com a lei humanitária internacional, terá que assumir a responsabilidade direta de assistir estas pessoas”, declarou ele ao Conselho de Segurança da ONU por telefone da Cidade de Gaza.

“Com até 2.500 pessoas desalojadas morando em cada escola da ONU e uma média de 80 pessoas por sala de aula, excedemos os limites toleráveis que podemos acomodar.”
Nos termos da Convenção de Genebra sobre a conduta em guerra e ocupações, uma potência ocupante deve, “com a totalidade de meios disponíveis para tanto”, garantir a saúde pública, a higiene, a alimentação e os suprimentos médicos para os civis sob ocupação.

Oito funcionários da ONU morreram desde que Israel desencadeou sua ofensiva em 8 de julho, reagindo à intensificação do disparo de foguetes do Hamas a partir de Gaza. Centenas de pessoas foram mortas em ataques a escolas da ONU que abrigam civis, e esconderijos de foguetes foram encontrados em abrigos vazios em três ocasiões.
Israel e a escolha de Sofia
*Por Sheila Sacks

O Estado de Israel carrega dívidas memoriais em relação ao povo judeu traduzidas em dois mil anos de desterros trágicos advindos das sucessivas perseguições religiosas ocorridas ao longo do tempo nos quatro cantos do mundo – da Europa, Ásia, África ao continente das Américas - e que culminaram com o horror do Holocausto no início da década de 1940.

Instituída como nação pela ONU, em 1948, desde então a cada embate que o estado israelense é levado a travar com organizações ou governos extremistas instalados em suas fronteiras (que lhe negam o direito de existir e se armam com palavras e equipamentos de guerra para eliminá-lo), observa-se o recrudescimento do antissemitismo que infelizmente ainda sobrevive latente em países dos mais distintos, segundo pesquisas periódicas divulgadas pelos centros judaicos.

Abrigando 190 mil sobreviventes do Holocausto, a maioria com mais de 80 anos, Israel é o primeiro e último refúgio dos judeus de diversas nacionalidades que de alguma forma se sentem ameaçados pela face milenar do preconceito em sua própria terra natal. O estigma da rejeição e a humilhação de se ver atado a um falso e abominável estereótipo muitas vezes impõem a esses judeus o caminho de um exílio não planejado. Um fato a lamentar que infelizmente ainda persiste nesse século 21.

A cada guerra o estado de Israel vive o seu dilema de Sofia, lembrando a obra do escritor americano William Styron, falecido em 2006.  Na história, Sofia é uma jovem mãe, sobrevivente do Holocausto, forçada por um soldado nazista à época da guerra a escolher um de seus dois filhos para ser morto. A outra opção seria a morte de ambas as crianças. Uma escolha perversa que a condenaria a viver em um doloroso martírio até o fim de seus dias.

 Israel como nação tem o dever de proteger a sua população de ataques externos e atentados terroristas, respondendo com firmeza às investidas bélicas. Balancear a “proporção” de sua resposta militar, conforme advogam muitos países e a própria ONU, seria com toda a certeza a opção adotada, se isso fosse possível. Quando o adversário se utiliza de táticas de guerrilha onde as vidas humanas não contam, estocando armamentos letais em creches, escolas, hospitais e centros sociais, em meio às mulheres, crianças e pessoas idosas, a imposição de procedimentos que não ponham em risco à população civil soa como uma locução extemporânea abstraída da realidade. Uma frase de efeito moral direcionada apenas a um lado do conflito com a finalidade de criminalizar as ações de defesa de um exército que combate o terrorismo em suas fronteiras.

Conviver em paz com seus vizinhos é a maior aspiração do estado de Israel, compartilhada com os judeus de todo o mundo. A sociedade israelense lamenta que grande parte de seu orçamento esteja direcionada para a guerra ao invés de ser canalizada para a  educação, ciência, tecnologia e ações sociais. Israel não quer assistir seus jovens serem abatidos em guerras sucessivas e nem criar dificuldades e constrangimentos aos judeus de várias nacionalidades que estão adaptados socialmente aos seus países de origem.

Desafiar a ONU ou o conjunto de nações democráticas não são procedimentos que se inserem na agenda diplomática de Israel. Ao contrário, ser alvo de caretas e puxões de orelha públicos maltrata e ofende profundamente um país em guerra contra o terror, revelando um desconhecimento da história que ignora o real cerne da questão: o agudo ódio e a total beligerância alimentados continuamente por grupos extremistas em sua ideologia de intolerância e exclusão contra a nação judaica.

 Israel é um estado acuado e militarizado por força de uma posição geopolítica adversa, já expressa à época de sua fundação pela atitude belicosa de seus vizinhos árabes que logo nos primeiros dias de sua independência se lançaram à batalha para inviabilizar a independência da nova nação que surgia. Grupos como o Hamas, Hezbollah e Al-Qaeda (agora presente na vizinha Síria) rondam sinistramente Israel e seus líderes vociferam discursos de aniquilação. A requentada e insana ideia de varrer Israel do mapa, disseminada no boca a boca diário, nas escolas, mesquitas, imprensa, rádio e tevês, permanece como a principal propulsora dos sonhos e ilusões desses extremistas que infelizmente controlam e orientam suas comunidades.

Ainda que se multipliquem as perdas humanas de ambos os lados, as guerras e tréguas que se alternam nessa funesta gangorra têm sido usadas por esses grupos como estratégia de marketing para encurralar o estado de Israel e empurrá-lo para um beco sem saída no cenário internacional. Nesses termos, Israel seria o Golias forte e poderoso lutando contra um David fraco e impotente. Uma imagem primária acerca dos conflitos na região que exclui a premeditação dessas guerras e a imensa cota de responsabilidades dos agressores para com as suas próprias populações, as mais atingidas e as que mais sofrem com a insensatez dessas lideranças.

*Sheila Sacks é jornalista


Em 31 de julho de 2014 
O Hamas divulgou, esta quarta-feira, o vídeo de um ataque realizado por membros desta organização a forças israelitas através de um túnel subterrâneo, revela o Daily Mail. Nas imagens que hoje foram divulgadas podem ver-se cinco operacionais israelitas a serem atacados enquanto guardam uma torre de vigia israelita. O vídeo que agora mostramos tem imagens explícitas de violência.

Num vídeo de propaganda divulgado pelo Hamas pode ver-se membros desta organização a atacar um posto de guarda israelita, depois de passarem por um túnel subterrâneo sem serem detetados.

As imagens, passadas na televisão do Hamas, permitem ver militantes a passar pelo túnel armados com metralhadoras e lançadores de rockets, surpreendendo depois os soldados das forças armadas opostas.

Num momento em que os ataques de Israel à faixa de Gaza já vitimaram mais milhares de  pessoas, estas cenas acrescentarão mais ‘lenha à fogueira’ de um conflito que se tem vindo a agravar e que não dá sinais de poder terminar brevemente. 
Israel reforça ofensiva contra a Faixa de Gaza com mais 16 mil reservistas
Soldado israelense em túnel construído pelo Hamas para atacar Israel
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse nesta quinta-feira (31) que não vai parar a ofensiva em Gaza até que todos os túneis construídos pelo Hamas para atacar Israel sejam destruídos.
Apesar do alto contingente de mortos nos ataques - quase 1.400 mil do lado palestino, a maioria civis -, o premiê disse que Israel está determinado a destruir os túneis "com ou sem cessar-fogo".
"Já neutralizamos vários túneis do terror, e estamos determinados a completar esta missão com ou sem cessar-fogo", declarou o premiê israelense. "Portanto, não vou concordar com nenhuma proposta que não permita às Forças Armadas israelenses concluir esta importante tarefa, pelo bem da segurança de Israel."
Israel anunciou nesta quinta-feira a convocação de 16 mil reservistas para reforçar o contingente de suas forças militares - aumentando o total de convocados para 86 mil.
As Forças Armadas do país deram início a uma operação terrestre para destruir os túneis no dia 17 de julho. O país insiste que qualquer acordo de cessar-fogo inclua o direito de continuar esta tarefa. Nesta semana, Netanyahu já havia dado indicações de que previa um "longo conflito" pela frente.
                       
Meriam e sua família deixam Itália rumo aos EUAA jovem sudanesa condenada à morte em seu país por "deserção da fé", Meriam Isha deixou Roma nesta quinta-feira (31) rumo aos Estados Unidos (EUA) com a família, informou a presidente do ONG Italians for Darfur, Antonella Napoli.

A sudanesa partiu hoje do aeroporto de Fiumicino para Filadélfia junto com o marido Daniel Wani, cidadão sudanês e norte-americano, os filhos Martin de um ano e meio e Maya, que nasceu em 27 de maio deste ano na prisão quando Meriam estava detida.

Meriam e sua família deixam Itália rumo aos EUACom a pequena filha nos braços, a jovem foi escoltada elos agentes da polícia de fronteira italiana e embarcou no voo US719 da US Airways.

A mulher e sua família chegaram em Roma em 24 de julho, em um voo da Aeronáutica Militar italiana, acompanhada pelo vice-ministro italiano das Relações Exteriores Lapo Pistelli, que conduziu a negociação com o governo sudanês pela saída deles do país depois que Meriam foi liberada da prisão após sua condenação ser anulada.
Camuflagem para lutar Soldados israelenses camuflam  seus rostos em uma área de preparação militar ao longo da fronteira de Israel com a Faixa de Gaza se preparando para entrar na Faixa de Gaza. 

Israel concordou em observar um cessar-fogo em Gaza quatro horas várias horas depois de um ataque mortal em uma escola que matou 16 pessoas, provocando uma resposta furiosa de uma agência da ONU para refugiados. 

Argentina convoca embaixadora em Israel por ataques em Gaza
Padre argentino faz trabalho assistencial na Faixa de Gaza.
Governo argentino diz que Israel é responsável por sua integridade física.

A Chancelaria argentina convocou nesta quarta-feira (30) a embaixadora de Israel, Dorit Shavit, e exigiu garantias pela vida de um padre argentino que faz um trabalho assistencial com crianças e idosos na Faixa de Gaza, informa a agência France Presse.
Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores advertiu Israel que "o torna responsável pela integridade física do cidadão argentino e das pessoas assistidas pelo sacerdote" na Paróquia Sagrada Família, indicou em um comunicado.
"O agravamento da situação dessas pessoas terá sérias consequências nas relações bilaterais", indicou o ministério em Buenos Aires.
O padre Jorge Hernández e nove freiras auxiliam 30 crianças com deficiência e um grupo de nove idosos em Gaza.
O chanceler argentino Héctor Timerman manifestou a Dorit que "o atual nível das relações diplomáticas deve se traduzir na solução imediata de situações como a do padre Jorge Hernández"
A postura argentina diante do conflito em Gaza tem sido duramente criticada pela comunidade judaica local, a maior da América Latina, com cerca de 300 mil membros. Os judeus argentinos consideram que o governo de Cristina Kirchner trata da mesma forma o Estado de Israel e o Hamas, movimento radical palestino que governa a Faixa de Gaza.
Os conflitos na região, que começaram no dia 8 de julho, já deixaram 1.360 palestinos mortos, segundo informa a agência Associated Press. No mesmo período, morreram 56 soldados e 3 civis de Israel.
Outros países
Nesta terça (29), os governos de Chile e Peru também chamaram os seus respectivos embaixadores em Israel para consultas.

Os dois países sul-americanos reiteraram o apelo para o fim das hostilidades, apoiando o pedido do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban ki-moon.
Na semana passada, o Brasil também chamou seu embaixador em Israel, considerando "inaceitável" a escalada da violência em Gaza e condenando "energicamente o uso desproporcional da força por Israel" no conflito. Depois disso, de acordo com a publicação "The Jerusalem Post", o porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Yigal Palmor, afirmou que a medida "era uma demonstração lamentável de como o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático".