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Facebook permitiu que anunciantes direcionassem posts para grupos antissemitas

O Facebook permitiu que anunciantes pudessem dirigir seu conteúdo para público exclusivamente antissemita. A descoberta foi da ProPublica, uma agência norte-americana de jornalismo independente. Depois da revelação, o Facebook retirou as tags mais polêmicas do ar.

Ao anunciar na rede social, a empresa que está pagando pelo patrocínio de seu post pode escolher quem pretende atingir prioritariamente. Pode selecionar um país, região, uma cidade, por exemplo. Pode escolher sexo, idade etc. E também pode escolher perfis.


Os usuários da rede são classificados por seus gostos e preferências. Assim, se uma empresa quer encontrar gente que come chocolate ou que vota em determinado partido, o Facebook faz o que pode para achar essas pessoas. O anúncio é dirigido para elas e, em tese, é mais eficiente.

Facebook permitiu que anunciantes direcionassem posts para grupos antissemitasO que a ProPublica descobriu é que algumas dessas “tags” eram claramente direcionadas a grupos de antissemitas. Em tradução aproximada, as tags previam direcionamento a “pessoas que odeiam judeus”, “como queimar judeus” e “História de ‘Por que os judeus destroem o mundo'”.

A ProPublica afirma que, para comprovar que as tags de fato existiam, comprou três patrocínios de post, que foram aprovados pelo Facebook, selecionando esses critérios. Só mais tarde a agência informou a rede social sobre o fato, causando o desaparecimento das tags.

Em uma reportagem anterior, a ProPublica também denunciou o Facebook por permitir que em um anúncio imobiliário houvesse a possibilidade de proibir que o post fosse direcionado a negros e hispânicos, por exemplo.


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Crise em Gaza faz Hamas entregar administração
O movimento se desfez sua administração no enclave palestino e disse que é uma "decisão grave'.

Azedín Brigadas Al Qasem é o braço armado do Hamas em Gaza, que ainda tem de esclarecer como ele vai entregar os ministérios.

O movimento islâmico palestino Hamas anunciou no domingo que seu governo dissolvido em Gaza em um grande passo para entregar o enclave de um governo de unidade palestino após uma década de rivalidade com o movimento Fatah do presidente Mahmoud Abbas. Este poderia ser o começo do fim de uma década de divisão política.

O Hamas, que governa Gaza desde uma breve guerra civil em 2007, disse que ele tomou "decisão séria e patriótico para dissolver o comité de gestão", que corre o território em que cerca de dois milhões de pessoas vivem, e entregar o poder a um governo de unidade.

Reunificação de uma década de batalhas entre Hamas e Fatah Pode depender de alcançar um acordo sobre como dividir o poder, algo que impedia a reconciliação em tentativas anteriores.

Numerosas tentativas desde 2011 em Gaza e na Cisjordânia até agora não conseguiram.

Hamas e Fatah concordaram em 2014 para formar um governo de reconciliação nacional, mas apesar do acordo, o grupo islâmico permaneceu no poder na Faixa de Gaza. Por sua parte, o presidente palestino, saudou a decisão do Hamas e disse que as negociações poderiam então começar sua passagem pela Assembleia Geral da ONU.

O grupo Fatah disse que o Hamas ainda precisa esclarecer como vai estar entregando ministérios em Gaza e controle dos postos de fronteira enclave com Israel e Egito.

Algumas pesquisas sugerem que se as eleições parlamentares foram realizadas agora, o Hamas ganharia tanto em Gaza como na Cisjordânia ocupada por Israel, que tem sede da Autoridade Palestina, de Abbas.

Enquanto isso, os dois palestinos e israelenses observar cuidadosamente o anúncio do Hamas, como Não é a primeira vez que ambos os lados estrelado por uma abordagem que finalmente fez águas, como aconteceu em 2007, em Meca, em 2011, no Cairo, em 2012, em Doha e em 2014 em Gaza.

Todos os processos incompletos que acabaram quebrando por diferenças nas partes sobre questões tão fundamentais como a realização de eleições gerais (o último presidencial foram em 2005 e legislativo, em 2006) ou que deve assumir o controle da segurança em Gaza .

O ex-diretor do Bureau palestino do Ministério israelense de Assuntos Estratégicos Kobi Michael acredita que Hamas deu-lhe "uma jogada política inteligente", porque "ele chuta a bola para a Autoridade Palestina e Abbas", disse em uma teleconferência.
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EUA instalam 1ª base militar permanente em IsraelJerusalém – O Exército israelense revelou nesta segunda-feira que foi estabelecida pela primeira vez uma base militar americana em Israel, como parte da cooperação entre ambos os países.
De acordo com o comandante da defesa aérea israelense, Tzvika Haimovich, a nova base militar não contradiz o empenho israelense em demonstrar autossuficiência para se defender dos inimigos.

“Não é contraditório com as nossas capacidades. Cooperamos com Estados Unidos, mas não a qualquer preço”, declarou. A mensagem que Israel pretende transmitir à região é que trabalha “junto com o maior exército do mundo”, disse.
Segundo Haimovich, dezenas de soldados americanos estarão de modo permanente na base e operarão sistemas dos Estados Unidos, não israelenses.
O comandante não quis falar sobre a possibilidade de os soldados americanos participarem de operações de combate, mas afirmou que “é muito mais significativo que isso”. “Há uma presença americana aqui, uma força militar, não civil”, explicou.
A construção da base, no sul do país, demorou dois anos e o processo “foi fluido porque a relação entre as aeronáuticas de ambos os países, entre os comandantes de ambos os exércitos, é mais forte que a relação entre os líderes políticos e os governos”, nas palavras do comandante.
A defesa aérea de Israel conta com o sistema Cúpula de Ferro, criado para derrubar mísseis de curto alcance, e o sistema Arrow, capaz de interceptar mísseis balísticos fora da atmosfera terrestre.

Estados Unidos e Israel já cooperaram no desenvolvimento de vários sistemas de defesa de mísseis, incluindo a Cúpula de Ferro.

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Alimentos que trazem sorte no Ano Novo JudaicoRosh Hashaná, o Ano Novo Judaico, está chegando. São dias muito alegres, de oração e refeições festivas com a família e os amigos. 

Como todo feriado judaico, Rosh Hashaná tem suas peculiaridades. Nesta festa, temos o costume de nos envolver de objetos e alimentos que tragam sorte para este novo ano que está se iniciando. Nos jantares de Rosh Hashaná, começamos a refeição com comidas cujos nomes, em hebraico, remetem a bênçãos que desejamos uns aos outros. 

O mais conhecido destes alimentos é a maçã com mel, através da qual desejamos que este próximo ano seja bom e doce. Por este mesmo motivo, temos o costume de comer todo tipo de comida doce, como carnes e frangos temperados com frutas, compotas e sobremesas caprichadas. É bem conhecida, também, a figura da romã na mesa de Rosh Hashaná – antes de nos deliciar com a fruta, pedimos que tenhamos tantos méritos quanto os caroços da romã. Isso vale também para as ervilhas e o feijão de corda. 

Ao comer a tâmara, a acelga, a cebola ou o alho-poró, por exemplo, pedimos que Deus nos proteja daqueles que não nos querem bem. Antes de comer a cenoura, oramos para que Ele cancele os maus decretos que existem contra nós no momento do Julgamento Divino. 

São diversos costumes relacionados a variados alimentos, cada um mais significativo, que contribuem para que a celebração do Ano Novo seja ainda mais especial!