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By Coisas Judaicas | 29/05/16 | Posted in , , , , , | With 0 comments
Instituto Weizmann desenvolve tratamento para o câncer de próstataNo Brasil, o câncer de próstata é a segunda doença mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de portadores de câncer. Sua taxa de incidência é seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.
Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos, pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.
Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.
Os pacientes com câncer de próstata enfrentam hoje um dilema: ou partem para a cirurgia de próstata e a radiação, o que muitas vezes pode provocar a disfunção erétil ou a retenção urinária, ou optam por não fazer nada e ficar sob “vigilância ativa”, o que pode levar à metástase do câncer. Porém, uma nova terapia desenvolvida pelo Instituto Weizmann de Ciências de Israel já mudou este cenário. O tratamento desenvolvido pelos professores Yoram Salomon e Avigdor Scherz, consiste de uma injeção intravenosa do medicamento Tookad, que é aplicada durante dez minutos e não prejudica o tecido saudável circundante ao tumor. Imediatamente após a injeção, o tecido maligno é exposto à luz por meio de fibras ópticas minúsculas. A luz que brilha sobre o tumor provoca uma reação em cadeia, destruindo o tumor sem danificar o tecido interno saudável, como o trato urinário ou a genitália.
Scherz e Salomon baseiam o tratamento em 20 anos de pesquisa em seus departamentos de ciências de plantas e regulação biológica, respectivamente. Essa nova tecnologia pouco invasiva oferece uma boa alternativa para pacientes diagnosticados com câncer de próstata em estágio inicial. Os pacientes são liberados em poucas horas após o procedimento, e podem retornar as suas atividades normais dentro de poucos dias, sem nenhum dos efeitos colaterais frequentemente associados ao tratamento convencional ou a remoção da próstata.
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Os jihadistas do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia) realizam treinamentos de mulheres para realizar atentados, informou o jornal espanhol ABC.



A publicação divulgou, citando especialistas em contraterrorismo, que foram criados campos especiais na Síria destinados a treinar mulheres-soldados para fins criminosos da organização terrorista.



Esta informação também foi confirmada pelo chefe da Europol (abreviatura utilizada para designar o Serviço Europeu de Polícia) Robert Wainwright.
De acordo com dados do jornal, mulheres atraem menos atenção e é mais fácil para elas passar ou mesmo evitar verificações de segurança.



Mais cedo, o Daesh chamou os seus apoiantes no Ocidente a realizar uma série de atentados durante o mês sagrado muçulmano do Ramadã.


O líder do grupo terrorista Abu Bakr al-Baghdadi anunciou recentemente a criação de batalhões femininos, já que o grupo passa por tempos difíceis e precisa de sangue fresco.

Antes de focar a atenção em mulheres, os jihadistas utilizaram crianças e atraíram residentes menores para as zonas da sua influência. Houve mesmo casos de execução de crianças que negaram participar das atividades criminosas do grupo.


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Israel já tem sua primeira rainha da beleza transexual. Chama-se Tailin Abu Hanna, é árabe-israelense e cristã católica, nascida em Nazaré há 21 anos no seio de uma família que a aceita e apoia. Na sexta-feira foi coroada oficialmente em Tel Aviv como a vencedora da competição Miss Trans Israel. Bailarina e cantora por profissão, era a favorita desde o início das rodadas prévias, nas quais participaram 40 candidatas.
No final, para a grande noite no Teatro Nacional Habima, só restaram 12 candidatas. Entre as rivais, Aylin Ben Zaken Cohen, judia de uma família ultraortodoxa de Jerusalém, e Carolin Khoury, uma árabe muçulmana que recentemente relatou à agência Reuters como pôde escapar de sua casa com a ajuda da polícia, já que sofria maus-tratos por sua condição de transexual.
Coroada pela chilena Vanessa López – ganhadora do certame internacional do ano passado na Espanha–, Tailin Abu Hanna leva como prêmio um pacote de cirurgia estética na Clínica Kamol, da Tailândia, avaliado em 13.500 euros (54.000 reais). A árabe-cristã representará Israel no concurso Trans Star Internacional, marcado para 17 de setembro em Barcelona.
Violência familiar, rejeição social ou serem obrigadas a comprar hormônios no mercado negro são algumas das dificuldades que atravessam muitas das participantes no concurso de beleza, segundo destaca a organizadora do concurso, Israela Stephanie Lev. “Mas antes era ainda mais terrível”, ressalta. Tel Aviv é mundialmente conhecida por ser um dos destinos favoritos do coletivo Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT) por sua tolerância. É considerada por esse grupo como “cidade amiga” e por isso recebe pessoas LGBT procedentes de todo o país, sem importar a origem étnica ou a religião.
Comparado a seus vizinhos, Israel é uma ilha de tolerância no Oriente Médio, onde homossexuais e transexuais são perseguidos. Em 1998 foi o primeiro país a triunfar no Eurovision com uma representante transexual, Dana International, que se tornou um ícone do coletivo LGBT. No ano passado foi a estrela da festa com que o conservador primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, recebeu a imprensa estrangeira em um hotel de Jerusalém.
No concurso de beleza que coroou Tailin Abu Hanna e que dá a largada às celebrações do orgulho gay em Israel, a pergunta de destaque às participantes foi: onde estava quando Dana International ganhou?
Mas o Estado judaico não está livre dos ataques intolerantes. Pelo contrário, cristãos, muçulmanos e judeus conservadores religiosos rejeitam com intransigência o que consideram “condutas desviadas”. As agressões contra associações e locais de ambiente LGBT tiveram seu auge no ano passado em Jerusalém com o assassinato de Shira Banki, de 16 anos. A adolescente foi apunhalada por um extremista ultraortodoxo judeu quando participava da parada do orgulho gay na Cidade Santa.
Mas o Estado judaico não está livre dos ataques intolerantes. Pelo contrário, cristãos, muçulmanos e judeus conservadores religiosos rejeitam com intransigência o que consideram “condutas desviadas”
As contramanifestações dos ultraortodoxos no dia do orgulho gay transformam o bairro religioso de Meah Shearim, em Jerusalém, em um fervedouro no qual os ardorosos devotos judeus condenam os homossexuais e equiparam Tel Aviv às bíblicas Sodoma e Gomorra.
Para os muçulmanos, o tema simplesmente é tabu. Não há debate social e só existe no âmbito familiar. Sair do armário pode chegar a custar a vida. De tal forma que para algumas das aspirantes do concurso, como a árabe Caroline Khoury, escolher o caminho da transexualidade representou o rompimento com todo seu mundo anterior. Renascer olhando para o futuro em um lugar onde, pelo menos, os LGBTs possam mostrar-se e ser aceitos tal como são.
By Coisas Judaicas | 28/05/16 | Posted in , , , , , | With 0 comments
Mulher-Maravilha é o primeiro filme de super-herói dirigido por uma mulherA produção, estrelada por Gal Gadot e dirigida por Patty Jenkins, estreia no Brasil em 23 de junho.

Quem está acompanhando as novidades sobre o universo cinematográfico da DC Comics pela Warner já deve ter reparado que a produtora está investindo no poder feminino. 

Depois de anunciar que Arlequina, de Esquadrão Suicida, terá filme solo com outras heroínas e vilãs do universo, mais uma novidade: o filme da Mulher-Maravilha, dirigido por Patty Jenkins, é o primeiro longa de super-heróis dirigido por uma mulher que será orçado em mais de US$ 100 milhões. 

Quem passou as informações foram a diretora do Festival de Cinema de Atenas, Melissa Silverstein, e a líder da Rede Europeia Audiovisual das Mulheres, Francine Raveney, durante uma palestra no Festival de Cannes, na França. Melissa, no entanto, havia dito que o filme seria a primeira produção dirigida por uma mulher a ter tal orçamento.
Mulher-Maravilha é o primeiro filme de super-herói dirigido por uma mulher

Posteriormente, ela teve que faz uma retificação. "Estava errada. A primeira mulher a ter um orçamento de US$ 100 milhões para um filme de live action foi Kathryn Bigelow, em 2002, para K-19. 

Patty Jenkins é a primeira mulher a dirigir um filme grande de super-heróis. Ela também é a primeira mulher a dirigir um filme de super-herói com uma protagonista feminina."

O filme já terminou de ser gravado e está na fase de pós produção. A data de estreia aqui no Brasil é em 23 de junho.
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Durante a mais profunda crise econômica da sua história e em um cenário de instabilidade política, o Brasil tem sido um enigma para a comunidade empresarial internacional nos últimos anos. Apesar da turbulência da enorme investigação de corrupção denominada Lava Jato, que atingiu figuras de nível sênior nas comunidades políticas e de negócios do Brasil, o país ainda foi capaz de atrair mais de US $ 50 bilhões de dólares de investimentos estrangeiros em 2015.
come-to-brasilO seminário acontecerá, em inglês, no dia 8 de junho na Herzog Fox & Neeman, em Tel Aviv, e é aberto a todos os interessados em compreender melhor sobre o tema e responder a estas perguntas. O painel contará com a participação do Cônsul para Assuntos Econômicos de Israel, Daniel Kolbar, do presidente da Câmara de Comércio e Indústria, Roy Rosenblatt-Nir, entre outros.
Como as empresas estrangeiras podem sobreviver à crise atual e como usá-la como uma oportunidade e como é possível fazer negócios no Brasil hoje são algumas questões que serão levantadas no Seminário Making Caipirinhas from Lemons: Doing Business in Brazil, organizado pela Missão Econômica de Israel no Rio de Janeiro em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Israel-Brasil, a Herzog Fox & Neeman e em colaboração com a Hogan Lovells e que tem como objetivo promover a cooperação comercial e debater a atual situação do Brasil.
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Cônsul para Assuntos Econômicos de Israel, Daniel Kolbar
Após a discussão do programa haverá espaço para perguntas e respostas e networking. Estarão presentes no seminário uma delegação do estado de Minas Gerais, em visita à Israel para participação da Conferência TAU Innovation e para se encontrar com os principais atores do ecossistema de inovação israelense. Representantes da ASHR’A, seguradora de Riscos de Comércio Exterior de Israel, também estarão no networking.
Inscrições podem ser realizadas pelo site do evento
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