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26/06/2017

Encontro de duas famílias judias Gal Gadot e Vin Diesel

Encontro de duas famílias judias Gal Gadot e Vin Diesel


O ator Vin Diesel se encontrou com a estrela de Mulher-Maravilha, Gal Gadot na última sexta-feira (23) e foram fotografados juntos com seus filhos na mansão de Gadot.


O ator levou sua filha de 9 anos, Hania, para conhecer sua nova bebê de Gadot, Maya, que nasceu há apenas três meses, fruto de seu casamento com o israelense Yaron Versano.

“Quando não estamos interpretando super-heróis… Todo amor”, escreveu Vin Diesel no Facebook.
Encontro de duas famílias judias Gal Gadot e Vin Diesel Vale lembrar que Gal estava grávida de 5 meses quando filmou algumas cenas para Mulher-Maravilha. Atriz também já atuou ao lado de Vin Diesel, em três filmes da franquia Velozes e Furiosos.

Autoridades judaicas cancelam jantar com Netanyahu em protesto

Coisas Judaicas
Kotel - Coisas Judaicas
Governo israelense decidiu anular a criação de uma área mista de oração no Muro das Lamentações em Jerusalém
Um grupo de individualidades judaicas cancelou hoje um evento com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em protesto contra a decisão do Governo israelense anular a criação de uma área mista de oração no Muro das Lamentações em Jerusalém.
A decisão reflete a clivagem crescente entre Israel e a diáspora judaica, sobretudo a norte-americana, sobre como o judaísmo deve ser praticado em Israel. A maior parte dos judeus norte-americanos faz parte da corrente mais liberal do judaísmo e sente-se alienada pelas autoridades israelenses ultra-ortodoxas, que questionam a sua fé e práticas.
O conselho de governadores da Agência Judaica para a Terra de Israel, uma poderosa instituição sem fins lucrativos que trabalha em conjunto com o Governo israelense para servir as comunidades judaicas em todo o mundo, anunciou que cancelou um jantar com o Netanyahu e alterou a agenda dos seus encontros anuais em resposta à crise.


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A decisão do Governo, tomada este domingo, motivou uma sucessão de críticas tanto em Israel como no estrangeiro, onde vários líderes judaicos, incluindo o presidente da Agência Judaica, Natan Sharansky, avisaram que poderá comprometer um muito antigo apoio político, financeiro e emocional de Israel.
Dennis Ross, antigo negociador diplomático norte-americano e atual presidente do Jewish People Policy Institute, manifestou o receio de que os judeus norte-americanos já não sintam Israel como a sua casa.
"Somos um povo pequeno. Em certo sentido, estamos todos na mesma casa, ninguém devia ser excluído e ninguém devia decidir se os outros são ou não judeus", afirmou, de acordo com a agência Associated Press, Dennis Ross em declarações à estação de rádio das forças armadas israelenses. "É perigoso que sejam dados aqui passos que possam alienar a vasta maioria dos judeus", acrescentou.
A decisão do executivo israelense de rasgar os planos de criação de uma área de oração mista para homens e mulheres junto ao Muro deita por terra três anos de negociações entre grupos judaicos liberais israelenses e norte-americanos, que resultaram num acordo assinado em janeiro de 2016 e foi visto na altura como um marco na promoção do pluralismo religioso em Israel.
A criação da área mista de oração junto ao local mais sagrado do judaísmo nunca foi implementada devido ao boicote dos poderosos membros ultraortodoxos da coligação governamental israelense, que tinham, eles próprios, apoiado a decisão.


False flag é focada na vida de cinco civis israelenses acusados de sequestro de um ministro do Irã



Coisas Judaicas
















App da FOX estreiaoucom exclusividade no Brasil a série completa “False Flag”, um inquietante thriller israelense, que segue cinco cidadãos comuns acusados de terrorismo de Estado. Desder de 15 de junho todos seus episódios disponíveis no acesso Premium do App da FOX.
Coisas JudaicasDesconhecidos entre si, Ben, Natalie, Asia, Sean e Emma acordam uma manhã com seus nomes e passaportes estampando todas as notícias. Acusados pelo governo russo, seus rostos foram vinculados com um vídeo em que se mostra o sequestro do Ministro de Defesa do Irã durante uma visita secreta a Moscou. As tentativas de negação, risos, indiferença e ira dos acusados são completamente em vão. A importância e cobertura política do crime faz reviravoltas em suas vidas e os coloca em uma tempestade de especulação. São os novos heróis de Israel, que despertam curiosidade, piadas e admiração da nação, tudo ao mesmo tempo.
A princípio todo mundo está convencido de que o Mossad (Instituto de Inteligência e Operações Especiais de Israel) está por trás da operação: os métodos, a audácia e a localização não deixam espaço para dúvidas. Mas logo os civis descobrem que o governo de Israel, que deveria protegê-los, assim como o próprio Mossad, negam toda participação e também os acusam de serem suspeitos. As autoridades os perseguem e até suas famílias começam a duvidar se eles são inocentes. Estariam eles realmente envolvidos? Eles estão sozinhos e em perigo, defendendo-se de forças poderosas, que não hesitarão em manipulá-los para seu próprio benefício.
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Composta por oito episódios de 45 minutos, “False Flag” (Kfulim, em hebreu) tem em seu título a expressão de “operações de bandeira falsa”, que são aquelas executadas por governos, corporações e outras organizações, para enganar, de maneira que pareçam desenvolvidas por outras entidades.
Os cinco israelenses acusados são interpretados por Ishai Golan como Ben Rephael, um químico e pai de família com cidadania grega; Maggie Azarzar como Natalie Alfassia, uma noiva com cidadania francesa; Ania Bukstein como Asia Brindich, uma professora do jardim de infância com cidadania russa; Angel Bonanni como Sean Tilson, que tem cidadania holandesa e acaba de voltar se férias da Índia, e Orna Salinger como Emma Lipman, uma jovem com cidadania britânica. Completa o elenco principal Mickey Leon como Eithan Kopel, chefe de investigação da Shin Bet (Agência de Segurança de Israel) e ex agente do Mossad.


False Flag suspense israelense estreia na Fox


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A Fox estreou uma série inteira no Brasil pela primeira vez apenas em seu aplicativo, sem que o programa seja exibido na TV. Os usuários do app serão brindados com “False Flag”, suspense israelense de 2015, em oito episódios.
Com “False Flag”, o expectador olha pelo buraco da fechadura, mas de um ponto de vista perturbador. O químico israelense Ben Rephael (Ishai Golan) está tomando café da manhã com sua família, preocupado com a comida da filha e o teste do filho quando vê seu rosto na TV. Uma foto do seu passaporte é estampada, enquanto o âncora do jornal afirma que ele é um dos sequestradores do ministro da Defesa do Irã, durante uma visita secreta a Moscou. Além dele, quatro pessoas – teoricamente desconhecidas entre si – são acusadas. Natalie (Maggie Azarzar), Asia (Ania Bukstein), Sean (Angel Bonanni) e Emma (Orna Salinger) também se veem na TV, nos jornais, nos sites, seus nomes estão no rádio, telefones tocam sem parar. O espectador, a princípio, compartilha da indignação deles.

Acusados pela Rússia de serem agentes secretos israelenses operando ilegalmente em um país estrangeiro contra o inimigo, tentam negar seu envolvimento com reações que vão do silêncio mais angustiante ao riso nervoso da aspirante a subcelebridade Asia, que posa para fotos fazendo biquinho enquanto ostenta algemas. A importância política do crime, diante do histórico conflito entre Israel e Irã, revira suas vidas.
Suspense israelense - Coisas JudaicasO governo e Mossad israelense negam estar por trás da operação que tirou o ministro, sedado, do seu quarto de hotel em uma cadeira de rodas. Mas também não defendem os cinco suspeitos. Aos poucos, até suas famílias – e nós, do lado de cá da telinha – começam a duvidar da inocência deles, até porque alguns têm atitudes no mínimo suspeitas. Todos têm passaporte estrangeiro, todos estavam fora de Israel quando o sequestro aconteceu.
Nos episódios, toda essa trama é construída com inteligência e agilidade, em cima de uma trilha musical eletrizante, mas nenhuma resposta é dada a contento. O nome da série, porém, é a dica mais importante. “False Flag” – em hebraico, “Kfulim” – são “operações de bandeira falsa”, executadas por governos, corporações e outras organizações para enganar, de modo que pareçam ter sido promovidas pelo inimigo, para que o verdadeiro autor tire vantagens.
O suspense também é contrabalançado com um pouco de graça, a cargo, principalmente, de Natalie, que foi presa vestida de noiva a caminho do altar, e de Asia, professora de jardim de infância capaz de tudo para aparecer na mídia. A experiência de assistir a um bom thriller numa língua tão distante, o hebraico, por si só, já torna “False Flag” interessante.
Os criadores de “False Flag”, Amit Cohen-Raab e Maria Feldman, se inspiraram em um crime real. Mahmoud al-Mabhouh, líder do grupo militante islâmico Hamas, foi morto num quarto de hotel em Dubai, em 2010. Não há provas, mas a suspeita é que tenha sido o serviço secreto israelense Mossad.A vítima da vida real estaria passando armas para os inimigos de Israel na faixa de Gaza.
Para assistir “False Flag”, a pessoa precisa ser assinante do pacote de canais Fox Premium na TV paga. Basta pedir nome de usuário e senha à operadora e logar no app. Alguns conteúdos são abertos ao público.

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