Coisas Judaicas
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By Coisas Judaicas | 23/08/16 | Posted in , , | With 0 comments
Judeus são atacados durante visita a local sagrado na CisjordâniaAs forças de segurança israelenses precisaram intervir nesta terça-feira em defesa de dezenas de judeus ultraortodoxos atacados por palestinos quando visitavam, sem autorização, um lugar sagrado, o que acontece frequentemente na Cisjordânia .
Cerca de 60 ultraortodoxos (praticantes rígidos das leis judaicas) visitaram o túmulo de José, em Nablus (norte), quando foram atacados com pedras, informou a polícia.
O túmulo de José, alvo de uma controvérsia histórica, costuma ser cenários de conflito entre judeus e palestinos.
Os judeus veneram o local porque contém, segundo eles, os restos de José, um dos doze filhos de Jacó. Para os palestinos, trata-se de um túmulo de uma figura religiosa local.
Para visitar o túmulo, os judeus precisam de uma autorização prévia. Quando não respeitam as regras, ocorrem as agressões, o que provoca a intervenção das forças israelenses.
Metade dos judeus foi presa para interrogatório.
A agência palestina SAFA informou que três palestinos foram atingidos pelo gás lacrimogêneo das forças israelenses.
By Coisas Judaicas | | Posted in , , | With 0 comments

Coisas JudaicasO Exército israelense bombardeou na madrugada desta segunda-feira (22) dezenas de alvos na Faixa de Gaza, deixando quatro feridos, em represália a um tiro de foguete do território palestino sobre o sul de Israel – de acordo com as autoridades.

“Atingimos várias dezenas de alvos na Faixa de Gaza”, enclave palestino controlado pelo movimento islâmico Hamas e submetido a um bloqueio israelense, disse uma porta-voz do Exército à AFP.
Esses ataques deflagraram uma dura condenação por parte da Turquia, considerando-os “desproporcionais” e “inaceitáveis”, apesar de um recente acordo com Israel para normalizar as relações.
“Condenamos firmemente esses ataques desproporcionais”, declarou o ministro turco das Relações Exteriores, Mevlüt Cavusoglu.
“Esses ataques, que deixaram feridos entre civis palestinos inocentes, são inaceitáveis, qualquer que seja o motivo”, completou a Chancelaria.
“A normalização das nossas relações com Israel não significa que ficaremos silenciosos diante de tais ataques”, insistiu.
O Estado hebreu reagiu prontamente às “infundadas condenações” de Ancara.
“A normalização das relações com a Turquia não significa que ficaremos em silêncio frente às suas condenações infundadas”, declarou o Ministério israelense das Relações Exteriores.
“Israel continuará a defender seus civis frente aos lançamentos de foguete sobre nosso território”, completa.
E “a Turquia deveria pensar duas vezes antes de criticar as ações do Exército”, acrescentou a declaração israelense.
A Turquia apoia o Hamas, mas o Parlamento turco acaba de ratificar um acordo de normalização das relações diplomáticas com Israel.
As relações entre esses dois ex-aliados regionais atingiram seu nível mais baixo, depois do assalto de comandos israelenses em 2010 contra um navio fretado por uma ONG humanitária turca para tentar romper o bloqueio de Gaza. A operação custou a vida de dez militantes turcos, ao longo de Gaza.
No domingo, um foguete lançado da Faixa de Gaza caiu entre dois prédios da cidade israelense de Sderot, a 4 km do território palestino, sem causar vítimas, ou danos, segundo a Polícia israelense.
Menos de uma hora depois, tanques israelenses estacionados na fronteira lançaram os primeiros projéteis contra o norte do pequeno território palestino.
Em seguida, a Força Aérea lançou ataques que deixaram pelo menos dois feridos, segundo Achraf al-Qodra, porta-voz dos serviços de socorro em Gaza.
Depois de uma pausa de várias horas e de um sobrevoo intensivo sobre o território, uma segunda série de ataques aconteceu no fim do dia, ferindo outros dois palestinos.
Desde janeiro de 2016, 14 foguetes lançados de Gaza foram abatidos em território israelense, segundo o Exército.
By Coisas Judaicas | 22/08/16 | Posted in , | With 0 comments

Por Yaakov Lieder


Começar com o fim em mente

Os campeões esportivos têm um método que praticam antes do evento, especialmente se estão para jogar contra um time que ainda não conhecem. Eles visualizam o jogo na mente; imaginam-se vencendo e os torcedores aplaudindo-os freneticamente. Vivenciam todas as emoções e os bons sentimentos associados com a vitória. Repassam esta cena na mente durante algum tempo até se sentirem à vontade e aquilo parecer real. Então eles saem e jogam em campo, já tendo sentido a vitória dentro da mente.

Os grandes líderes têm uma visão para seus seguidores. Eles têm a capacidade de visualizar o futuro numa maneira que a pessoa comum não consegue, e inspiram a pessoa comum a tomar parte na sua visão e transformá-la em realidade.

Encontrei recentemente um casal que estava passando pelo sofrimento de um casamento problemático. Quando eu sugeri que, com esforços de ambos os lados, eles poderiam chegar a um relacionamento significativo, a mulher disse: "Isso é impossível. Estou casada há 14 anos, e os últimos dez têm sido apenas sofrimento. Isso jamais mudará!"

Ela não estava preparada para acreditar que o futuro poderia ser diferente do passado. "Se é assim" – disse eu – "então o futuro provavelmente será uma repetição do passado. Você está feliz por as coisas continuarem do jeito que estão?"
"Nós queremos um futuro melhor" – veio a resposta.
Eu os aconselhei assim: comecem com o fim em mente. Feche os olhos e imaginem vocês estando em casa um ano a partir de agora e desfrutando um relacionamento carinhoso. Descrevam totalmente esta atmosfera de amor e harmonia, com todos os detalhes, e façam anotações – no tempo presente, como se já tivessem se tornado reais. Mantenham contato com os sentimentos de amor e prazer gerados por este maravilhoso relacionamento.

Em seguida, examinem os passos que foram dados para chegar a este ponto. Ainda visualizando o resultado, volte uma etapa e descreva como seu relacionamento está daqui a 11 meses, e o que vocês fizeram para levá-lo até este ponto. Volte mês a mês, até o presente. Então programe em seu diário o tempo em que você estará fazendo estas coisas, e como vão celebrar suas pequenas vitórias ao longo do caminho.

Ao começarem com o fim em mente, seu subconsciente pode começar a acreditar que a mudança é possível, e ajudará vocês a trabalhar para consegui-la. Ajam e sintam como se já tivessem uma relacionamento maravilhoso. Ajam como um casal amoroso age, mesmo que ainda não tenham chegado lá. Em outras palavras, finjam até conseguirem. Se pensam que estão sendo fingidos, não pensem – o fingimento é fazer a coisa verdadeira.

Esta é a chave para o sucesso em nossos relacionamentos, criar os filhos e praticamente tudo que fazemos: Entrar em ação faz a diferença. Quando uma área de sua vida não está funcionando da maneira que você gostaria que fosse, comece com o fim em mente. Ponha em prática um plano de ação, trabalhe e desfrute um novo nível de felicidade mesmo quando você ainda está a caminho de conseguir o seu objetivo.
Tente – dá certo!

Por Yaakov Lieder
Rabi Yaacov Lieder trabalha como professor, diretor e em outros cargos educativos há mais de 30 anos em Israel, Estados Unidos e Sidney. É fundador e diretor do Centro de Apoio para famílias com problemas de relacionamento e criação dos filhos.




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By Coisas Judaicas | 18/08/16 | Posted in , | With 0 comments
Soldados israelenses na fronteira com a Faixa de GazaIstambul - O governo da Turquia enviou nesta quarta-feira ao parlamento o projeto de lei que recolhe o acordo de reconciliação com Israel, anunciado no final de junho e que põe fim a seis anos de distanciamento após a morte de dez cidadãos turcos no ataque israelense à embarcação Mavi Marara.
As relações entre os antigos aliados se deterioraram em 31 de maio de 2010, quando soldados israelenses abordaram essa embarcação que pretendia romper o bloqueio sobre a Faixa de Gaza, controlada pelo movimento islamita palestino Hamas.
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Segundo informou o jornal turco "Sabah", o acordo recolhe que Israel deverá compensar com uma soma total de US$ 20 milhões os familiares das vítimas em um prazo de 25 dias uma vez que o parlamento aprove o acordo.
Por outro lado, a Justiça turca não poderá perseguir penalmente cidadãos israelenses vinculados ao ocorrido e nem demandar mais compensamentos econômicos.
Ativistas vinculados à organização islamita turca que fretou a embarcação na qual viajavam seus companheiros criticaram que o acordo possa ajudar a impunidade dos soldados israelenses.
Por enquanto se desconhece quando o acordo será submetido à votação da câmara.
A maioria absoluta do governista Partido da Justiça e o Desenvolveu (AKP) faz prever que a votação será um mero trâmite.
Turquia e Israel anunciaram o acordo de reconciliação em Roma em 27 de junho.
Três condições foram colocadas pela Turquia para normalizar as relações: uma desculpa pública de Israel, que já aconteceu em 2013; uma indenização às famílias das vítimas e outros afetados, e o levantamento do bloqueio israelense à Faixa de Gaza.
Israel cumpriu com as duas primeiras reivindicações, mas não porá um fim no bloqueio de Gaza, apesar de Tel Aviv indicar que permitirá à Turquia levar certa ajuda humanitária à Faixa.
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