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By Coisas Judaicas | 01/07/16 | Posted in , | With 0 comments
Dois israelenses são feridos em ataque terrorista em Netanya no momento em que pais sepultam menina que foi esfaqueada até a morte (com vídeo) Netanya (TPS) -

 Dois israelenses foram esfaqueados em um ataque terrorista perto de um mercado em Netanya nesta quinta-feira, 30/6, à noite. As vítimas são um homem israelense ultraortodoxo com aproximadamente 30 anos, que está em estado moderado, e uma mulher de cerca de 62 anos de idade, que sofreu ferimentos leves. Ambos estão sendo tratados no hospital. 

O agressor foi baleado e morto no local. O ataque aconteceu simultaneamente ao funeral de Hallel Ariel, uma menina israelense de 13 anos de idade, assassinada também nesta quinta-feira quando um terrorista palestino invadiu sua casa em Kiryat Arba, perto de Hebron, e a esfaqueou até a morte enquanto ela dormia. O Departamento de Estado dos EUA confirmou que Hallel era uma cidadã americana e condenou "o ato brutal de terrorismo".

 A polícia informou que o terrorista em Netanya era um residente da cidade palestina de Tulkarm, que entrou em Israel ilegalmente. "Um civil no local viu o que estava acontecendo e disparou contra o suspeito, matando-o", anunciou a polícia. Uma filmagem de câmera de segurança capturou os momentos de pânico do ataque, com espectadores primeiramente correndo do terrorista, mas em seguida, confrontando-o, até mesmo com algumas pessoas arremessando alguns vegetais do mercado nele antes de ele ser baleado. Erez Engel, um paramédico do Magen David Adom (serviço nacional de emergência médica de Israel) que tratou os feridos, descreveu que chegando ao local havia um homem ferido a facadas "deitado na calçada, esfaqueado na parte superior do corpo, com civis tentando parar a hemorragia.

 À medida que o tratamos e rapidamente o colocamos na ambulância para cuidados intensivos, trouxeram uma mulher ferida para fora do mercado, com cerca de 62 anos, plenamente consciente mas também sofrendo de uma facada na parte superior do corpo". Um porta-voz do Hospital Laniado, em Netanya, confirmou ao serviço de imprensa Tazpit (TPS) que duas vítimas, um esfaqueado no peito e outra nas costas, foram levados para o hospital. Ambas as vítimas estão conscientes e comunicando. Fonte: TPS / Texto: Jesse Lempel / Tradução: Hannah Franco / Foto: Cortesia Vídeo da câmera de segurança em:
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Israelenses sofreram três atentados terroristas em dois diasEnquanto dormia, Hallel Yaffe Ariel, de 13 anos, morreu após ter sido esfaqueada várias vezes por Mohammad Tra’ayra, de 19 anos, residente de Bani Na’im, um povoado palestino próximo a Hebron.
Poucas horas depois, em Netanya, outro palestino procedente de Tulkarem, na Cisjordânia, feriu um homem de 40 anos e uma mulher de 62 anos com uma faca, antes de ser morto por um pedestre.
No dia seguinte, uma palestina foi morta ao tentar esfaquear um guarda de fronteira israelense em Hebron.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu fez um apelo à ONU para que pressionem o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, a parar com o incitamento à violência. “A sede de sangue dos terroristas é movida pelo incitamento. Minha mensagem aos terroristas é: vocês não vão nos intimidar”.
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Netanyahu elogia secretário-geral da ONU, mas critica tratamento diferenciado de Israel pela ONU

Jerusalém (TPS) – O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, elogiou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, que esteve em visita a Israel na terça-feira, 28/6, por sua amizade e esforços para melhorar a posição de Israel na ONU, durante uma conferência de imprensa.
"Lembro-me bem quando você veio a Israel em 2013, você disse que Israel deve ser tratado igualitariamente na ONU", disse Netanyahu. "Eu aprecio a sua franqueza e essa clara postura moral." "Foi demonstrado em seus esforços para garantir o Relatório Palmer, que foi muito importante para Israel", continuou.
O Relatório Palmer em 2011 reconheceu a legalidade do bloqueio de Israel à Faixa de Gaza, que é essencialmente orientado para impedir a importação de armas e material bélico ao território costeiro controlado pela organização terrorista Hamas. O relatório também questionou a sinceridade dos líderes da flotilha Mavi Marmara para Gaza, particularmente da Fundação de Ajuda Humanitária IHH, uma autodenominada organização de assistência humanitária que opera na Turquia e patrocinou a flotilha.
O secretário-geral da ONU atribuiu tais esforços de sua parte à sua melhor compreensão da perspectiva de Israel a partir de suas muitas conversas com Netanyahu. "Nossas conversas, Sr. primeiro-ministro, me ajudaram a compreender as frustrações e medos de Israel, a frustração de que às vezes o seu país é considerado em um padrão diferente nas Nações Unidas, o medo de que o seu país e povo estão sob constante ameaça", Ban Ki-Moon disse a Netanyahu.
"Depois de quase 10 anos como secretário-geral, posso dizer com orgulho que eu tenho sido sempre um amigo empenhado de Israel", acrescentou. "Eu tenho trabalhado duro para mostrar em palavras e em ações a minha sincera amizade por Israel." Apesar disso, Netanyahu lamentou que Israel continua a ser tratado muito injustamente na ONU. "Lamentavelmente, o objetivo de tratar Israel de forma justa continua não cumprido em um amplo espectro de atividades e fóruns da ONU", afirmou Netanyahu.
"Sua visita vem enquanto o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas está se reunindo", continuou Netanyahu. "Como ele sempre faz, o conselho condenará Israel, o país que mais faz para promover e proteger direitos humanos e valores liberais do que qualquer outro no ensanguentado Oriente Médio. A nossa democracia progressista tem enfrentado mais resoluções específicas para o país, mais condenações específicas para o país no Conselho de Direitos Humanos da ONU do que todos os outros países juntos."
O Conselho de Direitos Humanos da ONU já realizou um debate "Agenda 7" na segunda-feira, 27/6, que se concentrou nos "abusos dos direitos humanos" de Israel contra os palestinos. Países ocidentais boicotaram o debate em protesto contra o tratamento e foco injusto do Conselho em relação a Israel.
Netanyahu exortou Ban a fazer todo o possível para ajudar a reformar o sistema das Nações Unidas no que se refere ao seu nível de justiça. "Eu sei que o seu desejo de que todos os países sejam tratados de forma justa e igual permanece verdadeiro hoje", disse Netanyahu. "Eu peço que dedique seus últimos seis meses como secretário-geral da Organização das Nações Unidas para tentar corrigir este erro. Não é só por causa de Israel. É pela credibilidade da ONU."
Fonte: TPS / Texto: Jonathan Benedek / Tradução: Hannah Franco / Foto: Hillel Maeir
By Coisas Judaicas | 30/06/16 | Posted in , | With 0 comments
Rabat, 29 jun (EFE).- O governo marroquino voltou a ressaltar sua rejeição à normalização das relações com Israel, nem sequer na área comercial, e atribui a entrada de produtos israelenses no Marrocos a supostas máfias de contrabando.

O vice-ministro de Comércio Exterior, Mohammed Abu, que discursava ontem na Câmara dos Representantes, mostrou documentos alfandegários e do Escritório de Mudanças (que regula os intercâmbios exteriores) que supostamente testemunham que não há comércio com Israel, segundo recolhem nesta quarta-feira vários veículos de imprensa marroquinos.

Abu lembrou que seu governo "é obrigado a respeitar as decisões da Liga Árabe e da Organização da Cooperação Islâmica sobre o boicote à entidade israelense", evitando inclusive o uso da palavra "estado".

O ministro respondia assim a uma polêmica que dura várias semanas sobre a presença ou não de tâmaras israelenses no mercado marroquino (grande consumidor deste fruto durante o Ramadã), e Abu disse que, caso existam tâmaras israelenses, procedem do contrabando e sofreram "uma falsificação da origem".

No entanto, o grupo socialista garantiu em sua réplica que trocas anuais de US$ 50 milhões "não podem ser mero fruto do contrabando", em referência ao número que habitualmente é citado pela "Iniciativa marroquina de boicote a Israel".

Os grupos que conformam esta iniciativa asseguraram nesta mesma semana que há um tráfego semanal de nove cargueiros com contêineres entre o porto israelense de Jaffa e os marroquinos de Casablanca e Tanger Med, fretados pela empresa israelense ZIM, filial do holding Israel Corporation. 
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O Rambam escreve 1: “Toda pessoa é adequada para ser justa como Moshê nosso mestre, ou perversa como Yerovam... Não há ninguém que a force, decrete sobre ela ou a conduza a um destes dois caminhos. Ao contrário, é ela, por sua própria iniciativa e pensamento, que tende ao caminho que deseja...”.  

Este princípio é um conceito fundamental e um pilar [sobre o qual se apóia] a Torá e seu(s) mandamento(s), como está escrito2: “Veja! Eu apresento perante vós, hoje, vida [e bondade, morte e maldade]”... isto é, a escolha é vossa.”  

Qualquer um dos atos que um mortal deseja fazer, ele pode fazê-lo, seja bom ou mau... O Criador não força ou decreta que as pessoas devem fazer o bem ou o mal. Ao contrário, tudo é deixado à sua própria escolha. D'us não criou o homem para que este agisse como um robô. Em vez disto, Ele lhe deu o livre arbítrio, o que o distingue de todas as outras formas de vida3. Todas as outras criaturas são regidas pelas leis da natureza. O homem, ao contrário, tem o poder de controlar sua conduta e agir de acordo com sua própria iniciativa.  

Dois Tipos de Escolha  
O exercício do livre arbítrio reside no coração de nosso serviço Divino. Nós temos a opção de realizar a vontade de D'us ou de ignorá-la, D'us nos livre. Nosso desafio é o de “escolher a vida”4, vivendo nossas vidas como Ele deseja que elas sejam conduzidas.

Em particular, dois tipos de escolha positiva são esperados de nós:

a) Obediência às mitsvot da Torá. D'us nos deu um conjunto multifacetado de ações que somos obrigados a praticar, e outras que nós somos proibidos de praticar. Às vezes, praticar as ações exigidas de nós ou respeitar as proibições impostas envolve conflitos interiores, pois fazer ou não fazer uma determinada ação pode ir de encontro às nossas tendências e desejos naturais. Nosso poder de escolha nos permite controlar e negar qualquer obstáculo interior que possa atrapalhar o cumprimento da vontade de D'us.

b) Moldar nosso caráter para que este se conforme à vontade de D'us, mesmo quando não há nenhum mandamento explícito para assim fazê-lo. Explicando: Existe todo um mundo de atividades referidas como reshus, “o que é permitido”. Não nos é dito o que devemos fazer nem o que devemos evitar. Mas isto não significa que não haja um modo de conduta Divino apropriado para estas atividades. A iniciativa, entretanto, é nossa. Devemos nos esforçar para descobrir a vontade de D'us e, então, moldar nosso caráter da forma adequada.  

Estes dois ímpetos estão refletidos na mishná5 “Faça da Sua vontade a tua vontade, para que Ele cumpra a tua vontade como se fosse a Sua vontade. Ponha de lado a tua vontade por causa da Sua vontade, para que Ele ponha de lado a vontade dos outros perante a tua vontade”.  

“Por de lado a tua vontade por causa da Sua vontade” se refere ao desafio de abrirmos mão de nossos próprios desejos para podermos obedecer aos mandamentos de D'us. “Fazer da Sua vontade a tua vontade” se refere ao desafio maior de moldarmos o nosso caráter para que possa reflitir e expressar a vontade Divina, mesmo em situações onde o mandamento de D'us não é explícito.  

Tomando a Iniciativa  
A tarefa de moldarmos o nosso caráter representa uma expressão mais completa de nosso potencial para o livre arbítrio. Quando um mandamento foi dado, mesmo que o homem tenha a opção de obedecê-lo ou não, o fato de que foi D'us quem deu a ordem incita-nos à obediência, pois todo judeu tem um desejo natural de servir a D'us6.  

Além disso, quando a vontade de D'us é explícita, a escolha enfrentada pelo homem é clara. Por outro lado, quando D'us não dá um comando explícito, e o homem tem de elevar e refinar a si mesmo até que aprecie o que é esperado dele, o desafio e a escolha são muito mais abrangentes7.

Uma Nova Fase  
Esta abordagem ao serviço Divino representa a nova dimensão contribuída pela leitura da Torá desta semana. A leitura começa8 Shelach lecha, “Tu podes enviar...”.

Rashi explica que o povo tinha vindo a Moshê com um pedido de que espiões fossem enviados para explorar a Terra de Israel e que Moshê trouxe seu pedido a D'us. D'us respondeu: “É contigo. Eu não estou te ordenando. Se tu desejares, envie”.

Isto representou uma nova fase no relacionamento de nosso povo com D'us. Antes, a Torá tinha relatado os mandamentos que D'us tinha dado a Moshê quanto à conduta do Povo Judeu. Ela também descreveu certas situações, por exemplo, a segunda oportunidade de oferecimento de um sacrifício Pascal9, em resposta a uma pergunta trazida a D'us através de Moshê. Mas, mesmo nestas ocasiões, D'us respondeu com uma ordem explícita. Esta é a primeira ocasião na qual D'us deixa a escolha com Moshê.

Construindo Uma Moradia Para D'us
Esta nova abordagem ao serviço Divino, onde a iniciativa é dada ao homem, está associada com o objetivo da missão dos espiões: a entrada de nosso povo em na Terra Santa. O objetivo da vida em Israel é o da construção de uma moradia para D'us dentro das realidades de nossa experiência cotidiana.

Mais particularmente, esta moradia deve ser estabelecida pela iniciativa do homem. Fosse a moradia estabelecida pela revelação dos céus, ela seria incompleta. O homem, como ele existe dentro de seu próprio contexto, e o poder da criatividade que ele possui, não seria refletido dentro dela. Quando, ao contrário, o homem transforma sua própria vontade e, com base nesta metamorfose interior, transforma o seu ambiente, D'us vem habitar dentro de nossa existência.

Encarando o Fracasso
Já que o foco é sobre a iniciativa do homem, existe a possibilidade de erro 10. O próprio termo “livre arbítrio” implica que nós podemos fazer a escolha errada. De fato, em nossa leitura da Torá, a escolha errada foi realmente feita11. Os espiões retornaram e espalharam pânico entre o Povo Judeu, fazendo-os ter medo de entrar em Eretz Israel.  

Como a narrativa indica12, entretanto, este erro pode ser corrigido através da teshuvá, um sincero retorno a D'us. Também neste contexto, a ênfase é sobre a iniciativa do homem. Pois ateshuvá requer que uma pessoa evoque uma força interior para poder restabelecer a ligação com D'us que tenha sido comprometida através de sua conduta imprópria.  

De fato, através da teshuvá, nós podemos ultrapassar nosso nível anterior de serviço Divino. Como nossos Sábios ensinam13: “Os perfeitos tsadikim (justos) não podem alcançar o nível de umbaal teshuvá”.  

A possibilidade existe para a teshuvá mesmo sem pecado. Como nossos Sábios dizem14: “Mashiach motivará aos justos a voltarem [a D'us] em teshuvá”. Através de tais esforços, a vantagem atingida através do retorno pode ser alcançada sem uma descida anterior. Esta é expressão máxima do poder do homem: começar, por sua própria iniciativa, a cumprir seu objetivo e voltar a D'us com a ligação interior abrangente que é estabelecida através da teshuvá.  

A Missão de Nosso Povo  
Os conceitos acima são aludidos no nome de nossa leitura da Torá, Shelach, que significa “envie”, indicando que todas as pessoas -- e, em um sentido mais amplo, o Povo Judeu como um todo -- são “enviadas”, obrigadas a saírem de seu ambiente natural e encarregadas de uma missão. Esta missão permite tanto ao indivíduo quanto à nação a atingirem um nível mais alto.  

No sentido pessoal, isto se refere à missão de cada alma que é enviada aqui para baixo, vindas de mundos espirituais para serem revestidas em um corpo material. Esta é “a descida em prol de uma subida”15, pois, usando estas entidades materiais para propósitos espirituais, a alma progride para um nível superior àquele de onde começou.

Em um sentido mais amplo, isto se refere à missão do Povo Judeu de transformar nosso mundo em uma moradia adequada para D'us. “Enviada” de continente a continente, nossa nação trabalhou em direção a este objetivo por milhares de anos, acrescentando conteúdo espiritual ao mundo através do respeito da Torá e suas  mitsvot.  

Este objetivo não é mais algo abstrato. Ao contrário, nós estamos no limiar da Redenção, momentos antes da realização desta tarefa através da vinda do Mashiach. E, então, nós mereceremos o cumprimento completo da promessa da leitura de nossa Torá16: “Eu os levarei [lá] e eles conhecerão a terra”. Que isto ocorra brevemente!

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NOTAS
1.
Mishnê Torá, Hilchos Teshuvá 5:2-3.
2.
Devarim 30:15.
3.
Rambam, loc. cit.: 1; ver também Likutei Torá, Vayicrá 38b.
4.
Devarim 30:19.
5.
Avot 2:4.
6.
Rambam, Mishnê Torá, Hilchot Gerushin, conclusão do cap. 2.
7.
A ênfase da livre escolha quando o esforço é necessário para descobrir a vontade de D'us está refletida nas palavras doRambam (Hilchot Teshuvá, loc. cit.). O Rambam fala sobre ser “sábio ou tolo, misericordioso ou cruel, mesquinho ou generoso”, referindo-se aos traços de caráter que devem ser misturados na proporção adequada (ver Mishnê Torá, Hilchot De’os, cap. 1), e não sobre a prática das mitsvot, onde a vontade de D'us está explicada explicitamente.
8.
Bamidbar 13:2.
9.
Ver Bamidbar, cap. 9.
10.
Ver os comentários de Rashi sobre Bamidbar 13:2.
11.
Mais particularmente, pode-se explicar que o erro dos espiões resultou do ímpeto de se estabelecer uma moradia para D'us no mundo material. Como resultado, eles pensaram que sua missão envolvia não somente coletar informações sobre a melhor maneira de entrar em Eretz Yisrael, mas também que os mortais deveriam tomar a decisão quanto a entrar ou não.
12.
Ver o diálogo de Moshê com D'us, Bamidbar, cap. 14.
13.
Berachot 34b, como citado pelo Rambam (Mishnê Torá, Hilchot Teshuvá 7:4). Ver o ensaio intitulado “Teshuvá Return, Not Repentance” (Timeless Patterns in Time, Vol. I, p. 33ff).
14.
Zohar III, p. 153b; ver também Likutei Torá, Shir HaShirim45a.
15.
Cf. Makos 8b.
16.
Bamidbar 14:31
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