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By Coisas Judaicas | 22/07/16 | Posted in , , , | With 0 comments
Alemanha nazista inicia a deportação em massa dos judeus do Gueto de Varsóvia
Cerca de 350 mil judeus viviam no gueto de Varsóvia (Foto: Wikipedia)

Em 22 de julho de 1942, os judeus que viviam no gueto de Varsóvia começaram a ser deportados para os campos de extermínio em Treblinka, na Polônia.

Em 22 de julho de 1942, a Alemanha nazista iniciou o processo de deportação em massa de judeus do gueto de Varsóvia para o recém-construído campo de extermínio em Treblinka, na Polônia.
A construção do gueto de Varsóvia foi planejada desde a invasão alemã da Polônia, em 1939. No entanto, só saiu efetivamente do papel em 16 de novembro de 1940. O gueto tinha como principal finalidade a segregação da população judaica do restante da população polonesa. Com isso, ergueu-se um muro que obrigou a concentração de cerca de 350 mil judeus (em torno de 30% da população do país) em uma área equivalente a 2,4% do território.
Dentro do gueto, os judeus eram submetidos a condições sub-humanas de vida sem a menor infraestrutura habitacional, de alimentação ou de saúde. Além disso, eram submetidos ao trabalho escravo.
A partir de 1942, o governo nazista iniciou a sua política de eliminação física dos judeus. Dessa forma, os nazistas ordenaram o despovoamento do gueto de Varsóvia e passaram a deportar os judeus para os campos de extermínio na vila ferroviária de Treblinka.
Estima-se que entre 700 mil e 900 mil pessoas morreram até o fim da Segunda Guerra Mundial nos campos de Treblinka.


By Coisas Judaicas | | Posted in , , | With 0 comments
Vivemos ou existimos?
Nós, enquanto adultos, podemos escolher como levar nossa vida. Há um versículo na quinto livro da Torá, em que D’us nos diz que Ele está colocando dois caminhos diante de nós – a vida e o oposto da vida – e Ele nos ordena escolher a vida. 
Nossos Sábios perguntam: que tipo de escolha é essa? Quem optaria pelo oposto da vida? E respondem que, de fato, muitas pessoas optam por não viver – escolhem simplesmente existir.
Talmud ensina que aquele que é mau, mesmo enquanto ainda está na Terra, é chamado de morto, ao passo que o justo, mesmo após deixar este mundo, é chamado de vivo. O Talmud explica que a verdadeira vida não é medida por quanto tempo passamos na Terra, mas pelo impacto positivo que causamos. Um justo deixa um impacto incomensurável e eterno, mesmo depois de não estar mais entre nós. Aqueles que optam pela vida são aqueles que infundem energia positiva nos demais. Aqueles que optam pelo oposto de vida são aqueles que sugam a energia dos outros. Eles não impactam as pessoas de forma positiva, não geram energia. Vivem apenas para si mesmos, geralmente levando uma vida egoísta e arrogante e se tornam um peso para quem os cerca. Eles não compartilham nada com ninguém e, como só se preocupam consigo mesmos , ninguém mais lhes importa, a menos que possam levar alguma vantagem. São muitos os que vivem assim, mas na realidade não estão realmente vivendo, eles apenas existem.
Viver, de verdade, significa diminuir a matéria e gerar energia. Significa abrir espaço ao “outro”. Significa não se importar tanto consigo mesmo, mas sim com o bem-estar dos demais. As histórias de amor geralmente terminam com as palavras: “E eles viveram felizes para sempre”. É importante observar as palavras: diz-se que eles “viveram”, não que “existiram” felizes para sempre.
Para ser feliz a pessoa precisa estar viva e, para estar viva, não pode preocupar-se apenas consigo própria. Quando a Torá descreve o casamento como uma união entre homem e mulher que se tornam uma só carne, está nos dizendo qual o segredo de um casamento feliz: somente quando um homem e uma mulher se tornam verdadeiramente um, eles podem viver felizes para sempre. 

A Cabalá ensina que o casamento é a fusão de duas almas. Esta visão poética de duas almas que se reúnem e se fundem sob aChupá é, sem dúvida, uma inspiração. Mas é importante observar que é mais fácil a fusão de duas almas do que de dois corpos, pois o ser humano é, por natureza, egoísta. Cada pessoa tem suas necessidades, seus desejos, suas preferências e suas antipatias. Viver com alguém – não em um mundo imaginário, mas no mundo real – geralmente requer algum sacrifício. Em geral temos que fazer coisas que não queremos e abandonar coisas que gostamos de fazer. É preciso deixar de lado nosso ego – e isto, para muitos, é o mais difícil de fazer. O Tzemach Tzedek, o terceiro Rebe de Lubavitch, ensinava: “As crianças são felizes e os adultos, infelizes, porque as crianças preferem ser felizes a estar certas, ao passo que os adultos preferem estar certos a estarem felizes”. É por isso que muitos casais carecem de paz e felicidade, pois cada cônjuge quer estar com a razão o tempo todo.

Vale a pena ouvir o conselho do famoso rabino e psiquiatra norte-americano, o Rabi Dr. Abraham J. Twerski: “Se você está certo o tempo todo e seu cônjuge está errado o tempo todo, significa que você está casado com um perdedor. E quem quer estar casado com um perdedor?”.


By Coisas Judaicas | 21/07/16 | Posted in , , | With 0 comments
O juiz federal Marcos Josegrei da Silva, titular d
Polícia Federal prende grupo que se preparava para atos de terrorismo no Rio
Alexandre de Moraes
a 14ª Vara Federal de Curitiba, contradisse nesta quinta-feira (21) o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, que afirmou que o homem preso no Paraná é o líder do grupo de dez suspeitos de planejarem atos terroristas nos Jogos Olímpicos do Rio-2016.

Segundo o magistrado, ainda não é possível dizer se o grupo possui um líder. "Essa questão da liderança, quero esclarecer que foi uma leitura feita pelo ministro da Justiça. Eu não diria que é uma liderança proeminente, não diria que é a mais proeminente. A vinda do inquérito para cá foi mais pela residência dele [o suspeito] ser em Curitiba do que pela proeminência", afirmou Josegrei.

De acordo com o juiz, o monitoramento da Polícia Federal mostrou que há suspeitos "mais ativos" que outros em manifestações na internet, mas o caráter amador do grupo torna difícil falar em uma liderança central.

"Difícil falar em liderança, porque não há organização próxima deles. Mas há pessoas mais ativas, que se percebe que têm mais conhecimento desse tipo de ação. E há pessoas com manifestações menos incisivas, mais de postagem de fotos. Dizer que tem uma liderança de uma organização piramidal, isso eu não poderia dizer", explicou.

Prisões são justificáveis, diz juiz

Segundo Josegrei, a investigação da Polícia Federal reuniu elementos suficientes para justificar a medida preventiva com base na nova Lei Antiterrorismo do Brasil, que entrou em vigor em março. Porém, ele reiterou que os suspeitos não podem ser considerados "terroristas".
"Não se pode dizer que essas pessoas são terroristas, que vão cometer esses atos, mas tenho na minha frente pessoas que exaltam esses tipos de condutas reprováveis pelo mundo civilizado. Embora não tenham organização muito sólida, tendo esses elementos, sob ponto de vista legal está justificado esse tipo de prisão preventiva", disse Josegrei.

Os suspeitos foram presos preventivamente por 30 dias, prorrogáveis por mais 30, por se enquadrarem nos artigos 3º e 5º da Lei Antiterrorismo: "integrar ou promover organização terrorista" e/ou "iniciar atos preparatórios tendentes à prática de terrorismo". Nesse período, as investigações buscarão evidências que confirmem os delitos.

Apesar de dizer que "há possibilidade concreta de que alguns dos indivíduos incidam em um dos dois crimes", o juiz reforçou que os detidos não estão "condenados". Ele afirmou que, aparentemente, nenhum tem ascendência árabe, e que alguns dizem ter jurado lealdade ao Estado Islâmico via internet.

"É preciso deixar bem claro o seguinte: são afirmações por internet, que pessoas fazem por meios virtuais. As prisões e as buscas buscam obter elementos que confirmem ou não isso. Nem tudo que uma pessoa preconiza no meio virtual, ela vai realizar no real", afirmou Josegrei.
By Coisas Judaicas | 20/07/16 | Posted in , | With 0 comments
Drone do Hezbollah com tecnologia americana realiza operação contra IsraelDe acordo com DEBKAfile, sítio da inteligência israelense, o drone sírio que voou sobre os territórios do Norte de Israel no dia 17 de julho foi um aparelho "Yasir", lançado pelo Hezbollah.

O Hezbollah tinha divulgado uma declaração afirmando que o drone foi "parte de uma operação contra Israel". 

Com um alcance de 200 km e a altitude máxima de 5 mil metros, o "Yasir" pode voar durante 8 horas sem parar. É provável que veículo aéreo não tripulado (UAV, em inglês) use sistemas eletrônicos avançados produzidos nos EUA, com base do drone norte-americano ScanEagle. Foi noticiado que um especialista chinês em guerra eletrônica teria sido o responsável por esta modernização. 

As Forças de Defesa de Israel, Força Aérea dos EUA e unidades militares do Ocidente estão interessados em perceber quantas réplicas do ScanEagle foram reproduzidas pelas forças iranianas.

As Forças de Defesa de Israel afirmaram que UAV evitou três tentativas de intercepção por helicópteros e jatos da Força Aérea, e evitou os mísseis Patriot ar-ar e terra-ar, voando uma hora sobre a Galileia e Colinas de Golã antes de voltar para Síria. Após o incidente, a fonte militar israelense comunicou que "As Forças de Defesa de Israel não vão mais tolerar a violação da soberania de um dos territórios de Israel". 

A DEBKAfile comunicou também que dois mísseis Patriot lançados sobre o drone se desviaram da trajetória e chocaram entre si.
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MK Haneen Zoabi and PM Benjamin Netanyahu
O Parlamento israelense adotou na madrugada desta quarta-feira (hora local) um polêmico projeto de lei sobre a exclusão de deputados, o qual pode afetar, inicialmente, parlamentares opositores árabes.
Criticado pela oposição de esquerda e por deputados árabes como "racista", em um debate bastante acalorado, o texto foi adotado por 62 votos contra 47, do total de 120 da Casa. Os demais congressistas não compareceram.
No início do ano, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, apoiou esse projeto de lei, depois da polêmica provocada pela visita de três deputados árabe-israelenses da oposição a familiares de palestinos autores de ataques e abatidos pelas forças israelenses.
Os deputados explicaram que apenas assistiram a uma reunião de um comitê que reivindicava a restituição dos corpos dos palestinos às suas famílias.
O texto adotado diz respeito aos deputados que "incitam o racismo, ou apoiam a luta armada contra o Estado de Israel".
A nova lei estipula que a exclusão de um deputado requer o apoio mínimo de 90 parlamentares dos 120 da Casa.
Os árabe-israelenses são os descendentes de palestinos que permaneceram em suas terras no momento da criação de Israel. Representam 17,5% da população.
Os partidos árabe-israelenses, que se apresentaram pela primeira vez com uma lista unificada, conseguiram 13 deputados nas eleições legislativas de março de 2015 e são a terceira força parlamentar.
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