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22/05/2017

Netanyahu: Jerusalém será sempre a capital de Israel

Netanyahu: Jerusalém será sempre a capital de Israel

Netanyahu: Jerusalém será sempre a capital de Israel
O premiê israelense, Benjamin Netanyahu (esq.), e o novo embaixador americano em Israel, David Friedman, na cerimônia pelo 50º aniversário da guerra de 1967, na Cidade Antiga de Jerusalém, em 21 de maio de 2017 - EPA POOL/AFP.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo à noite (21) que Jerusalém será “sempre” a capital de Israel, às vésperas da visita do presidente americano, Donald Trump, à cidade santa.
Diante das muralhas da Cidade Antiga de Jerusalém, Netanyahu se pronunciou na abertura das festividades organizadas pela prefeitura de Jerusalém, as quais marcam o 50º aniversário da conquista de Jerusalém Oriental pelo Exército israelense.
“Esta noite, eu digo ao mundo inteiro e da maneira mais clara possível: Jerusalém era e sempre será a capital de Israel”, afirmou Netanyahu, diante de milhares de pessoas que foram ao local para assistir a uma apresentação.
Israel considera toda Jerusalém como sua capital indivisível, incluindo a parte palestina (Jerusalém Oriental) anexada em 1980. Já os palestinos querem instituir Jerusalém Oriental como a capital do Estado, com o qual sonham. Para a ONU, trata-se de um território ocupado.
“O Monte do Templo e o muro ocidental permanecerão sempre sob soberania israelense”, acrescentou Netanyahu, referindo-se a dois lugares situados em Jerusalém Oriental.

Em seu discurso, Netanyahu também comemorou a visita de Donald Trump, um “verdadeiro amigo”, que será o primeiro presidente americano no cargo a visitar o Muro das Lamentações.

Trump visita Israel para retomar o processo de paz

Trump visita Israel para retomar o processo de paz

Trump visita Israel para retomar o processo de paz

Por Steve Holland e Jeff Mason
TEL AVIV (Reuters) - Após dois dias exaustivos na Arábia Saudita, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a Israel nesta segunda-feira tentando ressuscitar o emperrado processo de paz israelo-palestino com visitas a Jerusalém e à Cisjordânia.
Ao longo de dois dias, Trump irá se encontrar separadamente com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, e visitar locais sagrados. Nesta segunda-feira ele irá rezar no Muro das Lamentações de Jerusalém e visitar a Igreja do Santo Sepulcro.
Netanyahu e sua esposa, Sara, assim como o presidente de Israel, Reuven Rivlin, e membros do governo israelense estiveram no aeroporto Ben-Gurion de Telaviv para receber Trump e a primeira-dama, Melania, em uma cerimônia com tapete vermelho após um voo direto de Riad.
Em sua primeira grande viagem ao exterior desde que tomou posse, em janeiro, Trump já está mostrando sinais de fatiga devido ao cronograma intenso. Ele está fazendo uma viagem de nove dias pelo Oriente Médio e pela Europa que termina no sábado, depois de visitas ao Vaticano, Bruxelas e Sicília.
Durante um discurso em Riad no domingo no qual pediu que líderes árabes e islâmicos façam sua parte para derrotar militantes islâmicos, Trump se referiu ao "extremismo islâmico", embora trechos adiantados indicassem que ele falaria em "extremismo islamista".
Uma autoridade da Casa Branca culpou o cansaço de Trump pela troca. "É só um cara exausto", disse ela aos repórteres.
Na noite de domingo, na capital saudita, após um longo dia de eventos, muitos deles adiados, Trump desistiu de comparecer ao fórum Tweeps para jovens que deveria ser sua última atividade do dia, enviando a filha Ivanka em seu lugar.
Ao longo do final de semana, o líder norte-americano foi recebido calorosamente por líderes árabes, que se concentraram em seu desejo de reprimir a influência do Irã na região, um compromisso que não encontraram em seu antecessor, o presidente democrata Barack Obama.
A recepção marcou um contraste com suas dificuldades em casa, onde Trump passa apertos para conter um escândalo crescente desde que demitiu o então diretor do FBI, James Comey, quase duas semanas atrás.
(Reportagem adicional de Ori Lewis em Jerusalém)

21/05/2017

Sobrevivência Judaica

Sobrevivência Judaica

Sobrevivência Judaica



Não sou judia, mas tenho um relacionamento com um judeu e gostaria de entender porque não sou bem aceita no meio judaico, que ele frequenta. Por que os judeus excluem outras pessoas? Eu poderia perguntar a ele, mas creio que um rabino poderá dar-me respostas mais completas que meu namorado.

Resposta:

Estou contente por você nos enviado sua pergunta, e por ter nos dado uma chance de responder.

Certamente você entende que toda criatura que D'us criou neste planeta deseja sobreviver. Não apenas cada indivíduo quer continuar vivendo, como as mães desejam ver seus filhos sobreviver, e estas crianças querem ver seus próprios filhos sobreviver e assim por diante. Em outras palavras, cada espécie deseja continuar e lutar pela vida, por tudo que a mantenha viva.

Nós, o povo judeu, também desejamos sobreviver. Somos uma ínfima porção dos seis bilhões que você mencionou. Temos estado por aqui durante quase quatro mil anos. Em certas ocasiões, já chegamos a perfazer 10% do total do mundo. Em outras vezes, muito menos. Neste exato momento, somos menos da quarta parte de um por cento.

Cada povo faz sua contribuição para a humanidade - invenções, ideias, música, arte, cultura. Como povo, temos feito importantes contribuições ao restante do mundo. Entre essas estão o monoteísmo, o valor da vida humana, igualdade perante a lei, o conceito da paz mundial. Todas estas e muitas outras idéias que são importantes em nossa sociedade encontram sua fonte na Torá e em outras tradições do povo judeu. Desde os tempos bíblicos, temos feito muitas contribuições adicionais às sociedades nas quais vivemos, seja em ética, filosofia, medicina, nas ciências... e muitas mais. Portanto, faria sentido que as outras nações do mundo, também, desejassem a nossa sobrevivência.

Nós alegamos superioridade? Não creio. Os cristãos e muçulmanos atestam a verdade do registro bíblico, onde fomos escolhidos por D'us para desempenhar uma missão - ser uma luz para as nações. Afirmamos que D'us nunca mudou de idéia. E, como todos podem ver, desempenhamos grande parte dessa missão. A maior parte da ética que fomos encarregados de ensinar foi aceita pelo restante do mundo. Talvez não a tenham colocado totalmente em prática - mas o farão, e acreditamos que esse tempo chegará em breve.

Excluímos os outros? Absolutamente não. Qualquer pessoa que deseje se juntar ao povo judeu e sua sagrada missão é bem vinda, independentemente de raça, cor, sexo ou antecedentes familiares. Perguntamos somente se desejam cumprir as ordens que D'us nos deu, assim como o povo judeu aceitou aquelas leis quando recebeu a Torá no Sinai há 3.300 anos. E se optarem por não se juntar, acreditamos que as pessoas justas entre as nações compartilharão as recompensas nos tempos vindouros. Não conheço nenhuma outra religião tão liberal a ponto de dizer algo assim: "Você não precisa se juntar a nós, não precisa fazer as coisas que fazemos, apenas acredite no único D'us e cumpra os requisitos básicos de todo ser humano para com a sociedade, e você fará parte."

Portanto, o que há de tão terrível em desejarmos sobreviver? Obviamente, não sobreviveremos se casarmos com outras pessoas e se criarmos nossos filhos com outros conceitos e valores alheios ao judaísmo. Nosso único caminho para a sobrevivência é que judeus se casem com judeus, e criem os filhos para tornarem-se bons judeus.

Evidentemente, se uma moça de família não-judia decide que quer fazer parte do povo judeu, bem, o que a impede? Não incentivamos este tipo de coisas, porque, acima de tudo, não é do nosso feitio forçar nossa religião aos outros.

Você pode ser um não-judeu íntegro e ser amado por D'us, portanto, por que forçaríamos algo dentro do qual você não nasceu? Você poderia ressentir-se disso mais tarde - como acontece freqüentemente - e isso não faz um bom casamento.

Em segundo lugar, alguns indivíduos se tornam judeus somente por causa do casamento, e uma vez que estejam casados, não se importam mais. Isso significa que precisamos ser rigorosos sobre aceitar convertidos, para ter certeza de que estão fazendo aquilo que realmente desejam.

20/05/2017

Gênios da humanidade

Gênios da humanidade

Gênios da humanidadeAlexandra Loras, ex-consulesa da França em São Paulo, e o historiador Carlos Eduardo Dias Machado lançaram em grande estilo o livro “Gênios da Humanidade: Ciência, Tecnologia e Inovação Africana e Afrodescendente”, destacando nomes expressivos da raça negra.
“Este livro busca compreender a realidade de uma omissão histórica da genialidade negra nas Ciências e propõe um novo desafio a ser lançado, o de plena igualdade racial, em todas as áreas de atuação humana por um efetivo equilíbrio de poder para todos, sem qualquer distinção de raça, cor, etnia, sexo, credo ou nacionalidade”, disse Alexandra Loras.
Trata-se de um estudo histórico sobre a participação negra nas ciências exatas, biológicas e humanas, acrescido de dados sobre a situação nos EUA, no Brasil, nos antigos reinos africanos e nos 54 países soberanos que, em 2017, compõem o continente africano. Versa sobre as invenções africanas e afrodescendentes dos tempos antigos e modernos que, com o passar dos anos, caíram tantas vezes no esquecimento e foram marginalizadas pelo eurocentrismo. É importante saber que essas mulheres e homens de origem africana participaram de algumas invenções que mudaram os rumos da história moderna.
Mais fotos: 
Gênios da humanidade

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Gênios da humanidade

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Gênios da humanidade

Gênios da humanidade

Gênios da humanidade

Gênios da humanidade



 EUA pede à ONU para ver abusos na Venezuela e deixar  Israel em paz

EUA pede à ONU para ver abusos na Venezuela e deixar Israel em paz

 EUA pede à ONU para ver abusos na Venezuela e deixar  Israel em paz

EUA pede à ONU para ver abusos na Venezuela e deixar "obsessão" com Israel

Os Estados Unidos apontaram nesta sexta-feira a Venezuela como um dos países que mais abusa dos direitos humanos e pediu ao Conselho de Direitos Humanos da ONU que deixe sua "obsessão" com Israel e preste mais atenção a outros casos.
Assim disse a embaixadora dos EUA Na ONU, Nikki Haley, ao alto comissionado para os Direitos Humanos do organismo, Zeid Raad al Hussein, em reunião que tiveram na quinta-feira em Nova Iorque.

Segundo o comunicado oficial divulgado hoje pelo escritório de Haley, nessa reunião a embaixadora incentivou Zeid a que "ajude a combater a obsessão do Conselho de Direitos Humanos com Israel".

Haley, acrescentou a nota, está preocupada com o fato de que os membros do Conselho de Direitos Humanos "promovem a agenda anti-Israel, desviando a atenção de alguns dos piores abusadores de direitos humanos como Síria, Irã, Coreia do Norte e Venezuela".

As declarações de Haley estão alinhadas com outras declarações feitas durante a campanha eleitoral pelo então candidato presidencial republicano, Donald Trump, acerca do papel da ONU em relação a Israel.

O comunicado não traz a resposta que teria dado na reunião Zeid, que tem seu escritório em Genebra e chegou nas últimas horas a Nova York. Seu escritório também não informou sobre essa reunião com Haley.
 Trump ordena estratégia para cercar e aniquilar o EL

Trump ordena estratégia para cercar e aniquilar o EL

 Trump ordena estratégia para cercar e aniquilar o EL


Trump ordena estratégia para 'cercar e aniquilar' o Estado Islâmico.

Manobra pretende fazer com que os combatentes estrangeiros que se juntaram ao EI não possam fugir e retornar a seus países

O secretário de Defesa dos EUA, general James Mattis, anunciou nesta sexta-feira que o presidente Donald Trump ordenou a adoção da estratégia de “cercar e aniquilar” o Estado Islâmico (EI) em todas as zonas onde o grupo jihadista opera. As informações são da agência EFE.

Em uma coletiva de imprensa no Pentágono, Mattis assegurou que o objetivo é que o EI não escape das zonas onde resiste, a fim de eliminá-lo. Junto ao chefe do Estado Maior, general Joseph Dunford, Mattis anunciou uma “mudança tática” que não buscará deslocar os jihadistas de suas posições, mas “cercá-los”.
Impedir a fuga

A nova estratégia - que não se restringirá à Síria e ao Iraque apenas, mas também alcançará outros lugares onde há presença do grupo jihadista, como Líbia e Afeganistão - pretende fazer com que os combatentes estrangeiros que se juntaram ao EI não possam fugir e retornar a seus países.

“Os combatentes estrangeiros são uma ameaça estratégica”, apontou Mattis, dizendo que “aniquilará” essa ameaça para que não ponham em risco outros países. Ele disse que as regras de combate não mudarão e que continuará tentando fazer o possível para minimizar as vítimas civis nos bombardeios e operações americanas de apoio às forças locais na Síria e no Iraque.
O anúncio da nova estratégia ocorre na véspera do início da primeira viagem internacional de Trump como presidente à Arábia Saudita, Israel e Europa, onde a luta contra o terrorismo jihadista será tema central das conversas.

A viagem de Trump se dá depois que Robert Mueller, ex-diretor do FBI, foi chamado pelo Departamento de Justiça para investigar ligação do pessoal da campanha dele com a Rússia.

Muitas baixas no Estado Islâmico 
Pelo menos 750 membros do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) morreram durante os últimos dois meses e meio em operações das tropas afegãs e dos Estados Unidos em diferentes partes do Afeganistão, informaram nesta sexta-feira fontes militares americanas.

O escritório de comunicação das tropas dos Estados Unidos no Afeganistão afirmou em um comunicado que desde o começo do ano passado o território em mãos da formação insurgente e sua força de combate teve uma redução de dois terços.

Além disso, nos últimos nove meses perderam dois emires, Hafiz Saeed e Abdul Hasib, e 12 altos comandantes, além de ver destruídos complexos de túneis, cavernas e centros de controle e logísticos. “Estas operações continuarão até que o EI-K (EI-Khorasan, ramo do grupo no Afeganistão) seja derrotado em 2017”, indica a nota. Em 13 de abril, os Estados Unidos lançaram um dos artefatos mais potentes de seu arsenal convencional, apelidado de “a mãe de todas as bombas”.