Blog Coisas Judaicas - Tudo sobre Israel, judaísmo, cultura e o mundo judaico
Scarlett Johansson confessa que viveu inúmeras dificuldades na infânciaÉ uma das atrizes mais bem pagas de Hollywood, recebendo cerca de 10 milhões de euros por cada filme que protagoniza – segundo a revista Forbes –, mas nem sempre foi assim.
Em entrevista ao programa “Inside The Actor’s Studio”,Scarlett Johansson, de 32 anos, falou sobre o seu passado e muitos dos problemas que teve de enfrentar durante a sua infância.
“Recorríamos ao banco alimentar para sobreviver. Os meus pais criaram quatro filhos no seio de uma família de classe baixa em Manhattan. Foi difícil”, contou a atriz ao famoso apresentador James Lipton.
Os pais da artista divorciaram-se quando Scarlett tinha 13 anos.
“Nessa altura, a minha mãe foi viver para a Califórnia, enquanto que eu e o meu irmão gémeo ficámos em Nova Iorque com o meu pai.”
Recorde-se que, quatro meses depois de pedir o divórcio ao marido, Scarlett Johansson já seguiu em frente com a vida amorosa.
A atriz, que assume não acreditar na monogamia, foi fotografada de mãos dadas com o advogado Kevin Yorn. O casal terá ainda sido visto no restaurante Scalinatella, em Nova Iorque, e quem os viu garante que o clima era de grande intimidade.
Scarlett Johansson confessa que viveu inúmeras dificuldades na infânciaDe acordo com declarações de uma fonte à revista People, parece que o romance não surpreendeu os mais próximos.
“Eles conhecem-se há imenso tempo e sempre gostaram genuinamente um do outro além da relação de trabalho”, explicou.
“Romanticamente, as coisas desenvolveram-se de forma orgânica. Sempre existiu uma atração.”
Kevin e Scarlett já se conheciam – o irmão do advogado, Rick Yorn, é o agente da atriz. Um profissional dos mais requisitados em Hollywood, tendo uma lista de clientes poderosos com nomes como Ellen DeGeneres, Zoë Saldaña e Zach Galifianakis.
Já o novo casal, além de trabalharem na indústria do entretenimento – a firma de Yorn atua neste ramo –, ambos já são pais. Scarlett é mãe da pequena Rose Dorothy, fruto da relação com Romain Dauriac, e Kevin é pai de uma menina, Samantha, de um casamento anterior. “Ele adora crianças e ela é muito virada para a família, portanto estão ligados a esse nível.”
Nas últimas semanas, os dois têm passado muito tempo juntos. “A relação deles tem sido um pouco intermitente, mas agora está ‘no ativo’, visto que ambos podem ficar no mesmo lugar e estar juntos.”
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Nota ofical da Fisesp

A Federação Israelita do Estado de São Paulo repudia veementemente a vinda a São Paulo do Aiatolá xiita iraquiano Mohsen Araki, que em suas pregações conclama à destruição do Estado de Israel.

Com ligações estreitas com o grupo Hezbollah, Mohsen Araki desembarca na capital paulista na próxima semana e, curiosamente, falará sobre o enfrentamento ao terrorismo e radicalismo.

Em um momento onde as polarizações tomam conta da sociedade, discursos de ódio apenas acendem fagulhas preocupantes em nosso país.

Não podemos permitir que manifestações perigosas de discriminação, destruição e ira sejam semeadas em nosso país, importando para cá um conflito que não queremos ver em nossa terra.

A FISESP, em conjunto com a CONIB, está tomando as medidas necessárias no sentido de deixar as autoridades brasileiras cientes desta questão.

Bruno Laskowsky
Presidente
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Casher na Prática

Autor: Ezra Dayan
Autor
SKU: 8868
Páginas: 191
Abrangente coletânea de leis e costumes ligados à dieta alimentar judaica, escrita de forma clara, fácil e didática, o que torna sua leitura muito agradável.

Descrição
Abrangente coletânea de leis e costumes ligados à dieta alimentar judaica, escrita de forma clara, fácil e didática, o que torna sua leitura muito agradável. 
Índice 
Cartas de anuência e recomendação

Agradecimentos

Sobre o livro

A importância do alimento casher
Capítulo 1 - Peixe Casher 
Que peixe é permitido

Capítulo 2 - Dam - sangue
Sua proibição
Sangue em ovos

Capítulo 3 - Bassar bechalav - Carne e leite
Definição
Outras leis sobre mistura de carne e leite com peixe
Separação entre carne e leite
Espera entre refeições de carne e leite
Espera após leite ou queijo
Leis referentes ao estômago e às mamas do animal
Contato e mistura entre carne e leite
Panelas de carne e de leite
Respingos de leite sobre a panela de carne
Vapor quente
Cozinhar ou colocar alimentos neutros em utensílios de carne ou de leite
Alimentos picantes
Massas que contém leite ou carne

Capítulo 4 - "Bishul Acu'm" - cozido por um não-judeu
Definição
Alimentos que são consumidos crus
Alimentos que não são servidos em mesas de reis
Definição de "cozido"
Definindo o "não-judeu"
Quando o cozimento é relacionado ao não-judeu
Utensílios usados por não-judeus
Outras leis relacionadas ao cozimento por não-judeus

Capítulo 5 - Pão assado por um não-judeu
Sua proibição
A diferença entre pão caseiro e pão de padaria (pat palter)
Quando o pão é considerado feito por um judeu
Outras leis referentes ao pão

Capítulo 6 - Leite e derivados
Leite permitido
Leite ordenhado por não-judeus- "Chalav acum"
Derivados do leite
Leite materno

Capítulo 7 - "Tevilat kelim" - imersão de utensílios no "mikve"
A obrigação
Que utensílio deve ser mergulhado no mikve
Utensílios de que material devem ser mergulhados
Utensílios adquiridos de um não-judeu
Como e por quem os utensílios devem ser mergulhados
Outros detalhes sobre tevilat kelim
Mergulhar utensílios no shabat

Capítulo 8 - Vinho
Vinho de não-judeus – suas leis e quando se torna proibido
Como o vinho se torna proibido
Judeus que profanam o shabat ou renegam sua religião

Capítulo 9 - Comércio de comida não casher e sua compra para alimentar animais
Comércio de alimentos proibidos
Ração para animais

Capítulo 10 - "Chadash" 
Sua proibição

Capítulo 11 - "Orlá" 
Sua proibição
Contagem dos anos de "orlá" e "neta revai"

Capítulo 12 - "Chalá"
Sua obrigação em Israel e na diáspora
De que massa separamos chalá
Quando e como devemos separar chalá
Quem pode separar chalá
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Estudante israelense admite roubo em  Auschwitz

JERUSALÉM — A estudante israelense Rotem Bides, de 27 anos, neta de sobreviventes do Holocausto, admitiu ter retirado materiais de Auschwitz para seu projeto de graduação na faculdade de Arte em Beit Berl, em Jerusalém. 

De acordo com o jornal local “Yedioth Ahronoth”, o Museu de Auschwitz irá processar a jovem, que visitou o antigo campo de concentração em seis oportunidades e removeu peças expostas, incluindo uma placa alertando os visitantes a não retirarem nada do lugar.

Entre as peças roubadas pela estudante estão colheres, cacos de vidro, um pedaço de tijolo e uma lata enferrujada. Defendendo suas ações, Rotem afirmou que ela sentiu necessidade de levar o material para o seu projeto final, que incluía até mesmo o seu sangue.

— Eu senti que precisava fazer. Milhões de pessoas foram assassinadas com base em leis morais de um certo país, sob um certo regime. E se essas são as leis, eu posso ir lá e agir de acordo com as minhas próprias leis. A afirmação que estou fazendo aqui é que as leis são determinadas por humanos, e a moralidade é algo que muda de tempo em tempo, de cultura a cultura — afirmou a estudante. — Essas são questões que eu quero lidar. Eu sou a terceira geração do Holocausto, mas não estou dizendo que sou permitida a fazê-lo porque meu avô esteve em Auschwitz. Estou simplesmente colocando questões. Estou ciente de que após todos os sobreviventes se forem, o Holocausto se tornará um mito, algo que não pode ser percebido.

A premiada artista Michal Na’aman, supervisora acadêmica de Rotem, também tentou justificar o feito da estudante.

— Por uma compreensão e apreciação do que ela está tentando fazer, eu não acho que haja algo errado. Por outro lado, penso que seu esforço para remover a barreira que nos da aversão inicial aos eventos da Segunda Guerra Mundial, para os judeus especificamente, é uma coisa que a arte faz às vezes — disse Michal. — Vamos dizer que ela não roubou, mas pegou uma peça de evidência pela qual ela pode ser parte disso. Não é desonesto nem manipulador. Da forma que eu vejo, ela consegue criar um encontro único entre arte e um evento que passou e foi envolvido em muitas palavras, símbolos e representações.

O memorial Auschwitz-Birkenau, entretanto, pediu que Israel intervenha para garantir o retorno dos objetos removidos.

“É doloroso e ultrajante. O memorial de Auschwitz-Birkenau é um local protegido que se mantém como testemunha da tragédia do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial, que deve ser preservado para as próximas gerações. É difícil imaginar que o roubo seja justificado de qualquer forma, mesmo pela arte, o que pode ser visto como uma tentativa de ganhar publicidade”, disse o memorial, em comunicado.