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By Coisas Judaicas | 27/09/16 | Posted in , , , | With 0 comments
Uma Voz Judaica Pela Paz?Por Ziva Dahl
Em Algemeiner.com


Quem é o grupo chamado Uma Voz Judaica Pela Paz e por que esconde seus fundadores do público?

Não se deixe enganar pelo nome. JVP é uma organização de extremistas se fingindo de advogados judeus procurando uma paz justa para todas as pessoas no Oriente Médio. Usando a linguagem dos Direitos Humanos e alegando estar agindo em concordância com os valores judaicos, JVP demoniza, difama e deslegitimiza Israel, rotulando-o de “ocupador”, “apartheid” e”racista”, enquanto apóia o boicote global, a destituição e a campanha de sanções que iriam resultar na destruição do único país judaico no mundo.

Com 9.000 membros pagantes e 60 seções, a missão declarada de JVP é diluir o apoio a Israel para terminar a “ocupação” israelense da “Faixa Ocidental”,Gaza e Leste de Jerusalém, para resolver o problema dos refugiados palestinos e levar paz ao Oriente Médio. JVP tenta convencer os judeus de que a oposição a Israel é consistente com valores judaicos, professando: “Trabalhamos para construir comunidades judaicas que reflitam a compreensão de que ser judeu e Judaísmo não são sinônimos de Sionismo ou apoio para Israel.”

Mas a declaração de missão do JVP é uma cortina de fumaça, o velho “mostre e esconda” – para atrair voluntários fingindo devoção aos valores judaicos, aos deveres humanos e justiça social e então propagá-los como guerreiros na guerra global de palavras anti-Israel tão letal quanto uma guerra lutada com balas e bombas.

A única coisa que esta “voz pela paz” deseja é a deslegitimização de Israel. Em sua “Nakba Fact Shhet”, JVP caracteriza a fundação de Israel como uma “catástrofe” e culpa exclusivamente Israel por criar refugiados palestinos, ignorando os papéis desempenhados por cinco exércitos atacantes árabes e líderes árabes locais aconselhando-os a partir.

Durante os mortais ataques palestinos sobre civis israelenses inocentes em 2015 e 2016, JVP postou no Facebook uma declaração referindo-se aos ataques como “resistência popular palestina”, e elogiando “uma nova geração de palestinos… erguendo-se em massa contra o brutal regime de Israel com décadas de ocupação, colonialismo e apartheid.” JVP usa o falso argumento da Autoridade Palestina da ameaça à mesquita Al-Aqsa em Jerusalém para validar assassinato.

Embora acuse o estabelecimento judaico americano de discordância e ações McCartistas, o próprio JVP tem uma história de tentar encerrar o debate. Desfez a reunião Taglit Birthright, juntou-se a outros grupos anti-judaicos para destruir uma reunião do conselho em Nova York discutindo uma comemoração do Holocausto e participou de campanhas para “fechar AIPAC” e “pular o discurso” – do Primeiro Ministro Netanyahu ao Congresso. O professor da Universidade Brandeis, Ilan Troen, explica: “Se você já lidou com o JVP, eles próprios são um grupo semi-terrorista, promovendo a ruína do discurso livre e a incapacidade de outros para fazer discurso público.”

Em resposta ao ataques do terror em Paris em 2015, JVP meramente expressou preocupação sobre a islamofobia, dizendo: “Os muçulmanos estão em grande risco… no contexto de preconceito invasivo, sistêmico e duradouro anti-Islã.” Essa “Voz Judaica Pela Paz”, apesar de sua oposição declarada ao preconceito, jamais reconheceu que o assassinato de compradores no mercado casher foi um ato anti-judaico.

A Liga Anti-Difamação descreve o JVP como uma das 10 piores organizações anti-Israel na América. “Enquanto os ativistas do JVP tentam se retratar como críticos judeus a Israel, sua ideologia nada mais é que uma completa rejeição a Israel.”

O JVP reconheceu que endossa e promove plenamente a campanha global BDS, juntando-se a outros grupos radicais de esquerda defendendo ao “término da ocupação de todos os países árabes” – não apenas o território capturado em 1967 – e o “direito ao retorno” de milhões de árabes a Israel.

Os proponentes do BDS reconhecem que seus esforços resultarão no desmanche de Israel como um estado judaico soberano. Omar Barghouti, um fundador do BDS, declarou em 2011: “O Comitê Nacional BDS vê o JVP como um importante aliado nos Estados Unidos.” Barghouti admite: “Terminar a ocupação não significa nada se não significar aprumar o próprio estado judaico.”
Os parceiros do JVP com os Muçulmanos Americanos pela Palestina (AMP) que, segundo recente testemunho no congresso, tem pelo menos sete indivíduos na equipe ou trabalhando com ela”que agiram pro ou a favor de organizações previamente fechadas ou foram civilmente confiáveis nos Estados Unidos para dar apoio financeiro ao Hamas.” Em 2013, JVP patrocinou uma campanha AMP para colocar cartazes demonizando Israel como apartheid e em 2015 participou da campanha da AMP, “Não às Taxas em Dólar para Israel”em Washington, DC.
JVP tem angariado dinheiro para o Movimento Solidariedade Internacional, ligado ao Hamas e Jihad Islâmico. Os membros da ISM têm escondido terroristas dos militares israelenses, provendo fundos ao Hamas e participou na propagando do Hamas em Gaza em 2014.

JVP publicamente se associa com organizações ligadas aos grupos terroristas dos Estados Unidos e não revela seus fundadores. Por quê? Segundo as declarações IRS 990 e financeiras auditadas, JVP relatou 2014 contribuições totais de $1.407.148. Desde sua fundação em 1996, um importante aumento de fundos tem permitido que JVP tenha um papel importante na campanha para deslegitimação de Israel.

NGO-Monitor, uma organização de vigilância baseada em Jerusalém, tem descoberto 33 fundações e organizações que doam dinheiro à JVP. Essa obra diligente representa um verdadeiro progresso para identificar contribuintes que o JVP se recusa a revelar.

Entre os maiores fundadores está o Fundo Rockfeller Brothers (RBF) cuja doação de $140.000 ao JVP, junto com outras doações de virulentos grupos anti-Israel, contribuem com sua missão de promover “um mundo mais justo, sustentável e pacífico”.
Fundos adicionais são providos por 21 outras organizações privadas, incluindo: Firedoll Foundation, Bônus Fund, Kaphan Foundation, Violet Jabara Charitable Trust e Left Tilt Fund, todas organizações que apóiam vigorosamente grupos anti-Israel.

Quais outros indivíduos e grupos estão apoiando JVP? Poderiam estar contribuindo a partir de fontes conectadas direta ou indiretamente com organizações terroristas? Não sabemos.

O que sabemos é que a Voz Judaica para a Paz não é uma “voz para paz”. Seu ódio por Israel é palpável e apóia a razão de ser das organizações – difamar, demonizar e criminalizar Israel para que o mundo veja o Estado de Israel como JVP o vê – um pária entre as nações.

Há e sempre tem havido uma genuína voz judaica buscando a paz – os milhões de vozes em Israel que ofereceram repetidas vezes a paz em 1947, 2000, 2001, 2008 e estão dispostas a fazer isso hoje.

Onde está a voz palestina para a paz?

Nós ouvimos a voz deles – “Do rio (Jordão) ao mar (Mediterrâneo), a Palestina será livre. Aquela voz quer limpar etnicamente o Oriente Médio do povo judeu.
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Resultado de imagem para rosh hashaná 5777Era tarde no sexto dia desde que D'us começou a Criação do Mundo. Tudo agora estava pronto, ou quase tudo. O sol brilhava radiante no céu azul, e seus raios tremeluziam alegremente nas águas límpidas dos rios, regatos e lagos abaixo. As campinas estavam verdes com a grama nova. Os pássaros pipilavam contentes no ar. Os bosques estavam repletos de esquilos e coelhos, e todo tipo de animais grandes e pequenos.


Mas todos os bichos eram mudos, e nenhum deles tinha o dom de saber como tinham sido criados, e quem os criara. E assim D'us decidiu criar a derradeira, e mais maravilhosa criatura, uma criatura que tivesse a capacidade de pensar, falar e fazer coisas lindas. Esta criatura era o Homem.

Quando Adam abriu os olhos e viu o belo mundo à sua volta, soube imediatamente que D'us criara o mundo e ele, também. As primeiras palavras de Adam foram: "O Senhor é Rei para todo o sempre!" E o eco de sua voz correu mundo afora.

"Agora o mundo todo saberá que Eu sou Rei", disse D'us, e estava muito contente.

Este foi o primeiro Rosh Hashaná! O primeiro Ano Novo. Era o aniversário do Homem, e o Dia da Coroação do Rei dos Reis!

"Vejamos, o que os reis fazem no dia de sua Coroação?" perguntou D'us, e Ele respondeu: "Transformam este dia numa festa. Os súditos leais se reúnem para expressar seu amor e lealdade ao rei. Soam as trombetas e proclamam: 'Longa vida ao rei!' O monarca fica repleto de amor pelos súditos, e concede-lhes muitos favores e honrarias. Esquece-se até dos homens maus que agiram contra seus desejos, se demonstram arrependimento. Sim, é isto que os reis fazem no Dia da Coroação. É o que Eu farei!"

E assim D'us fez de Rosh Hashaná uma festa sagrada. Nós nos reunimos nas sinagogas, tocamos o shofar e demonstramos nosso amor pelo nosso Rei e Pai nos céus. E D'us fica feliz e é bom para todos nós, concedendo-nos um ano bom e doce.
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Coisas Judaicas - Yom Hazikaron
O Dia do Ano Novo judaico não é apenas uma ocasião de alegria mas, um dia dedicado à oração. É chamado Yom Hazicaron (Dia da Memória) - quando todas as criaturas são julgadas pelo Criador de acordo com seus méritos.

Devemos lembrar que o Supremo Juiz do Universo é bondoso e misericordioso. Seu propósito não é punir. D'us apenas quer que sigamos as Leis e regulamentos que Ele nos impôs para nosso próprio bem.

Durante o mês de Elul, com a aproximação de Rosh Hashaná, tomamos a resoluta determinação de corrigir qualquer mal feito ou hábito descuidado do passado. Um sentimento toma conta do coração do verdadeiro arrependido, como se removesse um fardo pesado do passado. É o sentimento de poder recomeçar a vida como uma criança recém-nascida, sem máculas nos seus registros. São estes os sentimentos que o judeu traz à sinagoga na primeira noite de Rosh Hashaná. Ele se encontra próximo a D'us, e as orações vem da sua sincera vontade de retornar ao Criador.
By Coisas Judaicas | 26/09/16 | Posted in , , | With 0 comments
 A Porta dos leões5 de junho de 1967. 

O Estado de Israel está cercado por inimigos que desejam sua completa extinção. O resto do mundo vira as costas para a jovem nação diante do perigo iminente.

10 de junho de 1967. Os exércitos árabes são rechaçados, suas divisões em solo, eliminadas, suas forças aéreas, destruídas. 

O ministro da Defesa Moshe Dayan adentra a Cidade Velha de Jerusalém pela Porta dos Leões, para juntar-se aos paraquedistas que libertaram o local mais sagrado do judaísmo: o Muro das Lamentações. 
Essa foi uma das mais improváveis e impressionantes vitórias militares da história. 
Imerso em centenas de horas de entrevistas com veteranos da guerra, Steven Pressfield conta a história da Guerra dos Seis Dias de modo inédito: pelas vozes de homens e mulheres que lutaram não apenas por suas vidas, mas pela sobrevivência de sua nação e pelos sonhos dos seus ancestrais. 



“Um relato que vai se intensificando da ansiedade dos dias que antecederam os ataques aéreos à entrada triunfante na parte antiga da cidade sagrada através da Porta dos Leões, que leva ao Muro das Lamentações.” - The Los Angeles Times


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Resultado de imagem para donald trumpApós uma reunião neste domingo (25) com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, o candidato republicano Donald Trump prometeu que reconhecerá Jerusalém como a capital "unificada" de Israel, se for eleito presidente dos Estados Unidos.O encontro privado de cerca de uma hora aconteceu na residência do magnata, a Trump Tower, em Nova York, na véspera do primeiro debate presidencial contra sua oponente, a democrata Hillary Clinton.

"Trump reconheceu que Jerusalém foi a capital eterna do povo judeu por mais de 3.000 anos, e que os Estados Unidos, sob o governo Trump, finalmente aceitarão o mandato do Congresso de reconhecer Jerusalém como a capital unificada do Estado de Israel", declarou sua equipe de campanha em um comunicado.

Israel ocupou a metade leste de Jerusalém durante a guerra contra os árabes, em 1967, e a anexou a seu território em 1980, declarando a totalidade de Jerusalém como sua capital.

"O primeiro-ministro Netanyahu discutiu com Trump assuntos relacionados à segurança de Israel e seus esforços para conseguir a estabilidade e a paz no Oriente Médio", indicou o gabinete do líder israelense em um comunicado, no qual não mencionou a promessa de Trump sobre Jerusalém.

Os Estados Unidos e a maioria dos países-membros das Nações Unidas desconhecem a anexação de Jerusalém e consideram que o status definitivo do território é um tema-chave que deve ser resolvido em negociações de paz com os palestinos.

Em outubro de 1995, o Congresso americano aprovou uma lei pelo reconhecimento de Jerusalém unificada como capital de Israel e que autoriza recursos para mudar a embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém.

Nenhum presidente americano implementou a lei, considerando que implicaria a violação da autoridade do Executivo em Política Externa.

Trump também conversou com Netanyahu sobre a experiência de Israel com "o muro de segurança" usado para dividir Israel da Cisjordânia.

Durante a campanha, o candidato republicano vem prometendo construir um muro ao longo da fronteira dos Estados Unidos com o México para evitar a passagem de imigrantes.

Horas mais tarde, Hillary Clinton também se reuniu com Netanyahu em um encontro privado no W Hotel em Nova York.

Em um comunicado, a equipe de campanha de Clinton destacou a coincidência de "interesses gerais estratégicos" entre os dois países e recordou o forte apoio militar prometido pelos Estados Unidos a Israel.
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